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Já não posso ouvir falar na Lady Di!

por Bad Girl, em 31.08.07

A moça não tem culpa, mas realmente não dá. Principalmente para quem só tem 4 canais + CNN. Hoje dei por mim a pensar: "E se a Lady Di fosse portuguesa?" Imaginemos agora que era a D. Isabel de Herédia, que pelos vistos é a coisa mais próxima que temos de uma princesa. E, não desejando mal à senhora, que nunca me fez mal e tem aquele ar de quem agrada a gregos e troianos pela insipiência, imaginemos que em vez de Paris tínhamos Lisboa, em vez do pilar 13 tínhamos uma obra não concluída do Túnel do Marquês. O meu passo é mais em frente. Porque já estou a imaginar o José Cid ao piano a cantar-lhe uma música nas cerimónias fúnebres. Ia ser bem giro. Uma adaptação livre d'"A cabana junto à praia"... já deu para rir enquanto preparava o saco para as férias...

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De malas (re)aviadas...

por Bad Girl, em 31.08.07
Ainda mal tinha posto os pés em terras lusas, e já me estava a decidir ir com uns amigos para o Allgarve. Eu sei que a coisa é rebuscada (para mim nem tanto, que só lá fui 2 vezes desde que saí de lá há 9 anos), mas estou farta de andar por aqui, ocupada como se estivesse a trabalhar. Ou mais ainda. Não há agenda que aguente. Assim sendo, cá estou eu a pôr as coisas na mala para me fazer ao caminho já amanhã...
- E vais levar o portátil?
- Sim, vou...
- Ah, então vais escrever...
- Espero bem que não.
- Como assim?
- Quero ler, apanhar sol, dormir, comer e ouvir música. Não quero ter coisas que só me aconteçam a mim, ou que possam ter interesse para contar. Não quero apanhar escaldões, conhecer pessoas estranhas, salvar alguém que esteja a afogar-se na piscina, encontrar pessoas que não quero ver, cair de bicicleta ou do cavalo. Não quero que me aconteçam coisas como aquela que vos vou deixar aqui. Este e-mail foi mandado a este meu amigo e tem mais de um mês. Só para perceberem o quão tonta eu consigo ser (ou "trenga" como ele me veio a classificar mais tarde), e a quantidade de exageros que eu ponho à volta de uma história que não passa de um pequeno furto ao meu carro...
Cá vai:

Ontem fui sair (e aqui perguntas-te tu: "Sim, e eu com isso?" - ao que
eu respondo "Calma, já te explico!"), e por lapso (ou perfeita senilidade, ainda não sei bem) deixei o carro aberto (sim, porque o meu carro é daqueles de botões, e eu fecho-o carregando num dos imensos (OK, pronto, alguns. Pronto TRÊS botões) disponíveis, por não estar suficientemente perto dele (é carente, o pobre). Quando cheguei não percebi que ele já tinha tido "visitas" - apesar de me ter apercebido que o deixei aberto -, porque estava tudo direitinho (ainda falam mal dos ladrões...). Ao tentar chegar a um CD percebi que: Tcharam! No CDs anymore! A juntar a estes, adivinha lá o que faltava mais.... - 1 par de óculos de sol (velhos que eu já não usava há mais de 1 ano mas, claro, que agora me vão fazer imensa falta!) E continuas tu, impaciente, a perguntar: "Mas que raio tenho eu a ver com isto, a gaja tá mesmo insane!" Ao que eu respondo: "Calminha, tá?" - 1 guarda-chuva (brilhante, vai dar cá um jeitaço com os 40º que estão lá fora!) - o teu (meu) livro, com dedicatória e tudo... Foi uma tarde bastante proveitosa para os senhores ladrões. Até estou a imaginá-los a ler a minha obra e a pensarem: - Oh, pá, não devíamos ter assaltado esta... É que se ela vive disto que escreve, as coisas estão piores para ela que para nós... Pronto, está partilhado. Bjs,
E agora está partilhado convosco também. Agora vou fazer a mala e ver se não me esqueço nada. Ver-nos-emos por aqui!

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Outro desafio

por Bad Girl, em 31.08.07

E o que adianta?
Nada!
Eu digo que não gosto, não quero, não tenho saco, mas depois arranjam assim uns desafios para o engraçado e eu fico com vontade de responder. Desta vez chega daqui e mete livros... Assim sendo, cá vai, a coisa é simples:
1. Peguem no livro mais próximo;
2. Abram-no na página 161;
3. Procurem a 5ª frase completa;
4. Coloquem a frase no blog;
5. Não escolham a melhor frase nem o melhor livro (usem o mais próximo);
6. Passem o desafio a cinco pessoas.

Ora a coisa correu mal, porque o livro mais próximo era (claro!) de Pedro Paixão, e chama-se "Os corações também se gastam". Tem, contudo 118 páginas... lá fui eu ao segundo mais próximo. Estava no topo do monte de livros na estante, por ter sido o último a ser lido. Chama-se "E se eu gostasse muito de morrer" e é de Rui Cardoso Martins. Aproveito para recomendar. E a 5ª frase completa da pág. 161 reza o seguinte:

"Uma mãe que falta de propósito ao funeral do filho, prefere ir tomar a bica, um café espesso como o último sangue que ele vomitou, esta é das boas, e até hoje ninguém sabe porquê, nem falo mais no assunto."

E pronto. Mais uma vez quebro a corrente por aqui. Se alguém quiser levar este desafio avante, não hesitem.

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Blogonovela BG e JB - episódio 3

por Bad Girl, em 31.08.07

Favor notar que esta história está a ser relatada Live from Madrid, onde vim fazer uma entrevista hoje à tarde. Fiquei para jantar, aproveitei para sair, dei um pulinho ao quarto agora para mudar de roupa porque estava de ganga e o evento é chique, e tenho boleia daqui a 30 minutos. Servirão estes para vos pôr ao corrente do jantar de ontem, muito em jeito de briefing.

Então a coisa ontem não correu pelo melhor. O jantar até foi sushi, que eu prezo de sobremaneira, e até nem houve tantas solicitações para coisas de gente famosa. Aliás, um dos putos que pediu um autógrafo disse que eu era "Muita gira!", e que ele tinha bom gosto (?!?) mas o dito repasto "azedou" quando a cara do JB mostrou um misto de choque e (acho que não será exagero se eu disser) algum desprezo quando lhe disse que não fazia parte dos meus planos ter filhos. Esta reacção pôs-me a cabeça a mil, e passaram algumas ideias pela minha cabeça:
1) Ele não se sentiu atraído por MIM mas sim pelos meus genes.
2) Ele olhou para mim e viu um óvulo com pernas.
3) Ele não está a pensar em ter filhos comigo mas achou estranho uma mulher da minha idade não querer ter filhos, ou pelo menos não pensar nisso.
Optei pela três para continuar a conviver com ele. Expliquei-lhe que o meu relógio biológico tinha vindo estragado e que não via maneira de ele começar a funcionar. A menos que esteja apenas atrasado e não avariado. Claro que não é só, mas depois do meu último acesso de sinceridade ter sido usado deliberadamente para me magoar, decidi que a verdade só me pertence a mim. E parte da verdade é mesmo que o meu relógio biológico ainda não fez nem tique nem taque... Talvez um dia...

Ora JB que se preze não fica quieto perante esta realidade. Decide analisar-me passo a passo e começa pelo que considera óbvio: o casamento. Depois de ter percebido que eu sou uma workaholic, o moço perguntou, assim como não quer a coisa, que se eu casasse com alguém que me sustentasse, se continuaria a trabalhar. Respondi-lhe que nunca iria casar com alguém que me sustentasse. Ele perguntou se ser rico era razão para eu não gostar de alguém, e eu expliquei-lhe que o facto de poder, eventualmente, casar (decidi não lhe explicar as minhas teorias contra casamento, senão iríamos ter mais uma pedra no caminho da conversa) com um homem rico não significaria que ele me fosse sustentar. Porque eu não pararia de trabalhar. E se o marido fosse trabalhar para o estrangeiro? Eu respondi-lhe que falava 4 línguas para além do português. Podia perfeitamente arranjar emprego noutros Países. O que não falta são "Burgos" por aí. Acho que ele não gostou muito do rumo da nossa conversa. Disse que eu era muito diferente de todas as outras mulheres que conhecia, e eu optei por achar que aquilo foi um elogio. Mas acredito que ele esteja ligeiramente perdido nas suas ideias sobre mim. Cheguei a casa a achar que nunca mais iria ouvir falar dele. Que nem um sms ia chegar a dizer "Gostei muito, mas quero uma mulher com um relógio biológico suíço. Adeus". Mas não. O JB lá se conformou, e até se ofereceu para me levar hoje ao Aeroporto. Aposto que o meu irmão ia gostar de ficar mais umas horas na cama, mas achei que não. Agradeci mas declinei. Vou deixá-lo pôr as ideias em ordem. Não deve ser fácil ter mergulhado assim numa realidade paralela, nem mesmo para quem lê Kafka...

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Chega a ser irónico...

por Bad Girl, em 28.08.07

... que, no exacto momento em que alguém percebe que nós fomos a coisa mais importante que lhes podia ter acontecido, nós estejamos a acontecer a outrém...

A vida chega a ter um sentido de humor bastante retorcido.

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Isto devia ter sido ontem...

por Bad Girl, em 28.08.07

... mas a moça anda ocupada... Isto estar-se de férias é muito complicado, há muitos compromissos...
Mas pronto, um dia mais tarde do que gostaria, mas sempre bom de ouvir, Caetano Veloso - O leãozinho...

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Blogonovela BG e JB - episódio 2

por Bad Girl, em 27.08.07
JB telefona ontem às 11 da madrugada para Bad. Bad estava a dormir, e atende com "voz de cama". JB fica todo maluco. Acha que a voz de Bad ao telefone é perfeita. Bad tem sono, não tem paciência para charminhos matinais. JB diz que passou uma semana. Bad faz contas de cabeça, e percebe que é Domingo. Porra, que tenho de ir almoçar aos meus pais. E não pus o despertador. Ainda bem que este ligou!!! Demasiado rápido para os neurónios ainda sonolentos de Bad, JB já está a combinar jantar para dia seguinte (hoje). Bad acorda para a vida e responde: "Para jantar só estou livre na quarta-feira. Ou no Sábado". JB pára de respirar do outro lado da linha antes de dizer "Fogo, és uma mulher ocupada!!". JB volta a respirar. Já devia estar roxo. Bad sorri pelo irónico da situação, e responde que sim, num tom de take it or leave it! JB está disposto a tudo, e convida para almoço. Bad aceita. Desde que seja depois das 13:00. Fica marcado para as 13:30.
***
Bad chega mais cedo à esplanada (12:45). Foi directa de um outro compromisso. Levou livro para prevenir. Capa prateada, letras vermelhas. "Os corações também se gastam". Está sol, está-se bem. Empregado pergunta o que toma. Ice Tea Green. Não temos, só Frutea. Pedras limão com chá verde. Não temos, só Frize. Bad respira fundo, à terceira é de vez. Talvez. Quero uma cola, tem? Ele acena que sim com a cabeça. Já trago. Afasta-se. Traz-lhe a cola. Mais alguma coisa? Não, obrigada.
***
São 13:40 e JB ainda não chegou. Bad chama o empregado para pagar e ir-se embora. Não aceita atrasos, a menos que lhe liguem a avisar. Empregado e JB chegam na mesma altura.
Desculpa, não encontrava sítio para estacionar...
Mais dois minutos e podias ficar com o meu lugar. Já ia embora.
Fogo, és mesmo difícil...
--JB faz cara de assustado. Bad sorri. Encolhe os ombros. Quer mudar de assunto. Pede a lista ao empregado.
O que estás a ler?
--Bad mostra-lhe o livro.
Pedro Paixão.
--JB comete o primeiro erro da tarde:
Nunca ouvi falar.
--Bad engole em seco. Uma coisa é não ter lido, outra é não gostar. Bad aceitaria as duas. Nunca ouvi falar... humm...
É o meu preferido. E tu, o que gostas de ler?
--Bad pensa que ele vai dizer "o livro em cima da minha cabeceira" ou Paulo Coelho, a saída airosa. Jura que qualquer uma das duas dá direito a final de almoço antes de ter pedido o que quer que seja seja.
Agora estou a ler "O Processo" de Kafka.
--Bad fica em estado catatónico. Um JB a ler Kafka? Parece-lhe suspeito...
E em que parte vais?
Naquela em que Joseph K. vai ****...
--Ele sabia mesmo. Ela ficou parva.
E esse foi o último momento de paz para Bad e JB. Não dá para compreender a facilidade com que as pessoas abordam uma pessoa que está acompanhada e a almoçar, umas atrás das outras, a pedir autógrafos e fotografias. Olhavam para Bad e ficaram seguros que não estavam a incomodar nada: os seus óculos de sol não ostentavam grandes letras nas hastes. O cabelo não era loiro nem comprido, as calças de ganga não tinham brilhantes nem flores bordadas. O top não tinha a marca escrita em letras garrafais, e as sandálias não gritavam "Versace" por todos os lados. Ainda para mais tinha um livro pousado ao lado dela. Não, eles não estavam a incomodar nada. Aquela podia ser uma jornalista, uma amiga, até uma vizinha. Mais não podia, não seria lógico. E lá continuaram. Ao quinto pedido de desculpas ela disse que não valia a pena ele pedir-lhe desculpa. Ele disse que sabe o sítio ideal para tomarem café. Ela olha com cara de desconfiada. Ele tem dois segundos para se redimir pela culpa de ser quem é. E sim, ele sabia o local perfeito para tomar café. E não se enganem. Parque da Cidade. Perfeito. Hoje ela não quis matar nenhum pato... e aquelas duas horas foram muito boas. Para repetir um destes dias, sem marcação ainda.
Neste segundo episódio percebemos como Bad já domina o futebolês e é capaz de contar uma história inteira na terceira pessoa; percebemos também que ela gosta pouco quando não é o centro das atenções e disfarça essa frustração com o facto de não ter almoçado em paz. Vemos que o rapaz tem algum poder de encaixe e muitos argumentos, e podemos perceber que o ponto de viragem na trama foi a ida ao Parque da Cidade.
Para as cenas dos próximos episódios contamos apenas que a agenda de Bad já só está livre no Sábado.

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Romeu e Julieta, tuga Style

por Bad Girl, em 26.08.07

Pois é, as revistas cor-de-rosa não mentem... Temos amor proibido no jetset português. Primeiro, a notícia fez-me rir. Falar-se de jetset português é como falar de bruxas. Que las hay, hay... Depois fiquei com o coração apertado. Então os pais do Francisco Montechio, desculpem, Spínola, não deixam o rapaz namorar com a Pimpinha Capuleto, ups, Jardim? Está mal... Até porque eu cá fico com a impressão de uma coisa: se eles não querem que ele namore com ela pela exposição mediática, talvez não fosse má ideia dizerem às "fontes próximas" para não contarem isso aos jornais. É que fico com a ideia que isso vai aumentar o interesse da imprensa pelo caso. Isso é uma teoria minha... poderão haver outras.

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Uma grande mulher

por Bad Girl, em 25.08.07

Já aqui disse, e repeti que sou agnóstica. Teísta, mas agnóstica. Os meus pais são católicos, mas nunca me obrigaram a nada. Respeitam-me, às vezes a algum custo pelas minhas intensas manifestações de revolta contra jogos, esquemas e interesses que rodeiam o político e o financeiro que caracterizam a religião. Apesar de todas as críticas que não hesito em debitar sobre as várias religiões, nomeadamente a católica, há uma pessoa que eu sempre admirei. Porque os seus actos falavam por si, porque ela era assim, independentemente da fé católica. Ela era grande, generosa e plena de carácter. A sua postura era assim porque ela quis ser assim. A sua vida foi assim, porque ela quis que assim fosse. Apesar de tudo isto, não deixou de ser com alguma admiração que ouvi na CNN que ela foi durante muito tempo atormentada por crises de fé. E isso não me chocou. Não me desapontou. Pelo contrário. Só alguém com um coração do tamanho do Mundo consegue ser capaz de fazer tudo o que ela fez, mesmo duvidando a existência do seu Deus, da alma, ou de um lugarzinho no céu com vista para a nuvem 9. Só alguém que acredita veemente naquilo que faz está em posição de colocar tudo em causa. Madre Teresa de Calcutá merece o tal lugar no céu.
E pronto, depois deste belo parêntesis no blog, ele voltará às suas lides maldosas e malvadas no decorrer da emissão.

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Eu não vou falar de futebol hoje...

por Bad Girl, em 25.08.07

... por muito que me apeteça, para me rir um bocadinho, mas prefiro guardar-me para amanhã, por volta desta mesma hora. Ou não.
Mas tenho de pôr-vos ao corrente da Blogonovela (expressão indecentemente plagiada daqui) que dá pelo nome "Bad e o Jogador da Bola".
SMS - muitos, com uma taxa de sucesso (ou seja, respostas minhas) de cerca de 70%. A média chega a rondar as 5 por dia, sendo que têm vindo a acontecer em crescendo, tendo sido de 1 no primeiro dia e tendo chegado às 6 hoje (mas o gajo não devia estar a concentrar-se?).
Erros ortográficos e palavras abreviadas tipo "k" "kk" "mm" - zero. Usa o dicionário automático e o cérebro, e não tem de se preocupar minimamente com o dinheiro que custa mandar um texto mais longo...
Chamadas - zero. Cumpre as suas promessas.
E pronto. Amanhã lá haverá mais comentários sobre este assunto. Se sobre o JB e futebol em si, ou se sobre o JB per si, tudo depende do próprio e dos seus pares...
Agora vou sair. Ando a levar vida de vampira. E gosto!

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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