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Fechado para comentários

por Bad Girl, em 31.10.07
Só volto a escrever aqui quando tiver deixado comentários em todos os blogs das pessoas que aqui deixam também comentários. Apesar de visitar, normalmente faço-o com tanta pressa que não deixo lá nenhuma opinião. Hoje vou mudar o ciclo das coisas.

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Quando vi esta notícia, lembrei-me que, há uns tempos atrás, tinha lido algures que Soraia Chaves tinha estado a estudar a arte de representar em Nova Iorque. E fui à procura de informação, para ter a certeza. Encontrei-a neste site, e diz o seguinte:
"Após ter passado cinco meses em Nova Iorque, onde estudou representação, Soraia Chaves regressou em grande a Portugal. A modelo e actriz continua a receber inúmeros convites para passar moda e vai ser protagonista do próximo filme de António Pedro Vasconcelos, Call Girl."
Mas é que nem sequer vou discutir o facto de alguém aprender a representar em cinco meses... eu demorei quase isso a tirar a carta, mas tudo bem... talvez me devesse ter empenhado mais. Agora a coisa que me faz confusão é:
Então ela passa cinco meses em Nova Iorque, a ter aulas em INGLÊS, a estudar em INGLÊS e com professores que leccionavam em INGLÊS, e quando regressa, ainda fresca, o que é que precisa fazer para poder ter um pequeno papel? (Segundo a notícia, "O filme é protagonizado por uma colombiana e para Soraia Chaves ficou reservada uma pequena participação como barmaid."). Simples: "Contratou um professor particular e está a fazer um curso intensivo para aprender, o mais rapidamente possível, a língua de Sua Majestade". Porquê? Porque "“Ela não sabia falar inglês e teve de aprender tudo em cima da hora, mas até está a sair-se bem”, contou uma fonte próxima da produção do filme.".
Porra, para eu ver se entendi bem: alguém vai estudar para NY e, quando regressa à terra natal vê-se forçada a estudar inglês para poder fazer de barmaid?
Muito confuso....

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Crash

por Bad Girl, em 31.10.07
We're always behind this metal and glass. I think we miss that touch so much, that we crash into each other, just so we can feel something.

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Hoje não me apetece escrever

por Bad Girl, em 30.10.07

Mas ainda bem que há pessoas que escrevem coisas assim, para eu poder beber das suas palavras, de quando em vez:

...E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.
- Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exactamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um menino inteiramente igual a cem mil outros meninos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo... Se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me! ...
Antoine de Saint Exupery


Por cada minuto gasto a cativar-te, ganho sessenta segundos.

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Feminista, eu? Vocês devem estar loucos!

por Bad Girl, em 30.10.07

Quando me mandam um mail a acusar-me de feminismo na minha escrita, eu leio, sorrio abanando a cabeça com a indiferença que me caracteriza. Carrego no delete e esqueço aquele mail, até ao dia em que chega outro, com o mesmo teor.

Emancipada, de acordo. Feminina, certamente. Mas feminista? Não deve haver por aí muita gaja tão pouco feminista como eu. Adoro que os homens abram as portas, que paguem as contas, que tomem iniciativas, que levem o carro... Mas acima de tudo, e como acho que já escrevi uma vez, gosto demasiado de lingerie e gasto muito dinheiro na sua compra, para andar agora por aí a queimar soutiens...

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Bad vai à bola...

por Bad Girl, em 29.10.07

... e quebra o enguiço!!!!!!
Apesar dos apelos deste senhor, Bad encheu-se de coragem e foi à bola. Mesmo tendo a estranha crença que tenho poder suficiente para dar azar ao meu FCP sempre que vou ao estádio, não hesitei em aceitar uma borla para ir à bola e, finalmente, quebrei o enguiço. Houve algumas coisas que me deram um empurrãozinho:
- Ser de borla, conforme mencionado acima.
- O FCP jogou com o Leixões. Equipa que tem uma raquete de ténis, um taco de cricket e uma bola de basquete como símbolo não mete medo. Principalmente se é uma equipa que só consegue empatar com o Benfica...
- O FCP estava, antes de começar o jogo, com cinco pontos de avanço do mais próximo "concorrente". Se a minha presença aziaga se manifestasse, não seria nada que não conseguíssemos recuperar lá para a 12ª jornada...
Posto isto, decidi-me a ir dar uma espreitadela in loco ao Derby (isto sim, Sr. João Pinto, é um derby!!!!). E que belo resultado. O mesmo não se poderá dizer do jogo em si, do qual as duas equipas saíram vitoriosas. Uma porque ganhou. A outra, porque só perdeu por três!!!
(Esta última frase é dedicada única e exclusivamente, ao meu amigo RB, que é o único adepto do Leixões que eu conheço...)

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Meias lecas, não!!!!

por Bad Girl, em 28.10.07

Há uma coisa que me faz muita confusão nas relações. Aceito todas as diferenças que possam imaginar: interraciais, fossos generacionais, diferenças sociais, homossexuais... you name it, eu aceito com uma aparente (ou não) indiferença. Mas a coisa torna-se complicada quando vejo um casal cuja mulher é mais alta que o homem. Não me perguntem porquê. Não sei explicar. Sei que tenho uma "ligeira" aversão a homens pequenos. Daqueles mesmo fdp que eu descrevi outrora aqui. E adoro saltos altos. Uma mulher impossibilitada de usar saltos altos por amor é injusto. As mulheres não deviam ser obrigadas a cortar relações com família ou amigos, trocar os seus clubes, ou deixar de usar saltos altos em qualquer situação. Nem mesmo por amor. Mas parece que agora já não há respeito, e toca de aceitar o homem que o destino lhes pôs à frente, e não se põe com meias medidas para os levarem para casa... nem que seja debaixo do braço. Digam o que quiserem. Não sei se é aquele sentimento de protecção, do braço do homem por cima da mulher (não deve ser, isso seria demasiado tradicional para mim). Ou o facto de terem de baixar ligeiramente a cabeça para nos beijarem o pescoço, curvando-a com mais ou menos velocidade, a acompanhar o arrepiar da pele. Ou nos darem um abraço, apertando-nos à altura do peito. Pode ser isso tudo, ou nada disso. O que eu sei é que nada me incomoda mais do que um casal cujo elemento masculino (caso o haja ou caso seja apenas um) é mais baixo que o elemento feminino.
É uma mania. Há-de por aí haver gente com manias mais estranhas, certamente...

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... quando o regozijo que sentimos pela mudança da hora tem a ver com o tempo extra que podemos dormir e não com aquilo que poderíamos fazer de divertido com esses sessenta minutos...

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Missionário é assim:

por Bad Girl, em 28.10.07

A discussão ao jantar andou quase sempre à volta de sexo, o que já não é novidade nos nossos jantares de amigos. O acender da discussão aconteceu quando, uma facção (eu) insistia que a posição de missionário era aquela que vemos acima, e a outra facção (os dois homens da mesa) diziam que era de lado. As restantes mulheres ficaram como o tolo no meio da ponte. Eu sei que todos devemos fazer coisas que não sabemos como chamar-lhe, e que isso dê alguma confusão não me deixa surpreendida. Mas a insistência de ambos foi tão grande em afirmar que "de lado" não era sequer uma variação, mas sim o original, que eu tive mesmo de vir à net certificar-me que não ando enganada há uma data de anos, a trocar o nome aos "bois". Assim, meus queridos P.s (têm os dois o mesmo nome), conforme prometido, eis o que se encontra por todo o lado na net, mas que eu tirei daqui, porque gostei da denominação "Museu do Sexo":
"A mulher deita-se de costas, na cama ou num tapete, por exemplo, e abre um pouco as coxas. O homem deita-se por cima da mulher, de frente e apoia os braços onde estão deitados. O homem encaixa os quadris nos quadris da mulher e procede à penetração com movimentos de vai e vem. Esta posição é conhecida por “missionário”, assim denominada pelos orientais quando os ocidentais chegaram na China, Índia e Japão para a colonização e expansão do cristianismo."

É que tenho de ser eu a ensinar-vos tudo, caramba!

Apenas um post scriptum para informar algo de muito curioso sobre a pintura que aparece em cima, que data de 1527. Quem a fez foi um tal de Giulio Pipi, o que não deixa de ser curioso, considerando o tema...

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Terapia do Robalo

por Bad Girl, em 26.10.07
Uma pessoa especial, uma hora de almoço esticada, uma esplanada e um robalo grelhado.

De repente, a vida volta a ganhar cor.

Obrigada, T. Sei que não fui boa companhia, mas tu foste, como sempre arrebatador!

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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