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O ar que respiras...

por Bad Girl, em 30.04.08
Foto daqui

Se há pessoas que não valem o ar que respiram não sei. Mas tenho a certeza que há pessoas que não valem sequer o ar que que eu expiro.

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Rita Hayworth

por Bad Girl, em 29.04.08

É como ela que eu me sinto de cada vez que apresento o meu ego (considerando que a Bad Girl é o meu alter ego) a pessoas que só me conhecem do Blog. É raro, não acontece com muita gente, nem sequer muitas vezes. Mesmo assim, de cada vez que acontece, é esta sensação que eu tenho:

"They go to bed with Gilda, they wake up with me."

Os assuntos de alcova são aplicados no sentido figurado.

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Eu devo mesmo ter a mania...

por Bad Girl, em 29.04.08
Adoro! E não entendo como é que há gente que acha que a água é toda igual...

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Gosto de ti, tipo adoro-te... percebes?

por Bad Girl, em 27.04.08
Isto de se ser uma rapariga má, que vai a todas e só aleija os outros nem sempre tem tanta graça como parece.
Isto de se ter de ter boa cara quando a vida anda uma merda, só porque se é mais forte que as adversidades nem sempre tem piada.
Isto de nos rirmos desalmadamente das coisas que nos acontecem, encontrando nelas alguma ironia quase cinematográfica não é tão divertido como à primeira vista pode parecer.
Esta coisa de não nos mandarmos de cabeça à gata paraquedista quando encontramos uma janela pela qual queremos mesmo mesmo mesmo saltar... é uma put@ de uma forma de cobardia inenarrável.
Sim, é verdade, eu vou a todas, eu rio-me das minhas desgraças, eu chuto para canto quem não interessa, e de preferência com um sapato bicudo bem espetado numa das nádegas do sujeito ou da sujeita, e até me mando de cabeça e sem pára-quedas por aquelas janelas que me interessam mais ou menos.
E quando me aparece uma janela fantástica? Aquela que pode ser a janela pela qual esperamos saltar toda a vida? Aquela que, se não houver nada para amparar a queda lá em baixo, what a fuck, não há-de ser assim tão complicado lamber as feridas e seguir... E quando essa janela é uma daquelas janelas que está entreaberta e anda para trás e para a frente, com o vento, e nós não sabemos se vamos conseguir saltar ou se vamos espetar os vidros da janela na nossa bela cara, tão pouco habituada a levar com janelas violentamente lançadas na sua direcção? E se, mesmo assim, tivermos a certeza que aquele é o salto que queremos dar? Que o que está para além daquela janela é um destino que imaginamos tão fantástico e cheio de coisas tão boas, que mesmo que uma perna venha a ficar partida, não há qualquer problema? E o que é que esta gata faz, perante esse cenário? Fica ao pé da janela, a apreciá-la, a ameaçar que "agora é que é, vai ser mesmo desta que eu vou saltar... espera... não... salto daqui a um bocado..." e a sentir a suave brisa que vem do lado de fora, que vai fazendo a janela ora abrir-se agora, ora fechar-se depois. Fica sentada a olhar lá para fora, a sentir o suave toque do cortinado a roçar-lhe nos bigodes, a pensar "que bom que é, se eu ao menos conseguisse chegar lá fora...". E depois, quando nada o fazia prever, a janela abre um bocadinho mais. Ainda não suficiente para a gata passar toda por lá, mas o bastante para ela poder esticar uma pata e fazer o resto do serviço. E o que é que ela faz? Eriça o pelo, sai em sua defesa, sem que tenha havido um ataque. Fala de outras janelas, de outras cortinas e de outras brisas que já conheceu, ou que existem naquela casa. Lembra-se de outras quedas, mais ou menos marcantes. Desconversa. Faz piadas. Não deixa que levem a sério aquele desejo de saltar por aquela janela.

Diz "gosto de ti" mil vezes mas não enfatiza. Não diz que é um "gosto de ti" de "adoro-te, e queria saltar pela tua janela". Nãããã... muito arriscado... Muito arriscado. E pensa duas vezes antes de acusar o excesso de trabalho como único culpado de ter escrito este post? Pensa. Porque assumir que tem sentimentos está mal...

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La vendetta

por Bad Girl, em 25.04.08
Diz quem me conhece que eu não sou uma pessoa fácil de assoar. Estes termos populares que teimam em usar para me descrever, tirando as conotações menos higiénicas que possam ter, não me preocupam muito. Até porque, exageros à parte, eu sei que é verdade. Se pessoalmente eu sou apenas exigente, já na vida profissional a coisa piora, e consigo chegar ao cúmulo da intransigência. Dou tudo por tudo pelo meu trabalho, levo tudo até ao limite das minhas forças, mas não tolero falhas. Por falhas não se entendam erros nem coisas que correm menos bem. Isso existe em todo o lado. É a capacidade que temos de transformar eventuais erros em oportunidades que me dá "pica". Chegam a mim pessoas com projectos de muitas centenas de milhares de euros. Correr alguma coisa mal é algo que não pode sequer ser posto em cima da mesa. Conheço muitas pessoas a nível profissional. De variados géneros, feitios e formas de trabalhar. Até há as inexplicavelmente inseguras. E essas dividem-se em dois tipos muito específicos: as que assumem que estão inseguras, que não conseguem controlar as coisas, e pedem apoio. E as que se tornam arrogantes e que, em vez de serem facilitadores num processo, se tornam um peso não só pela sua inutilidade, mas por quererem ter controle sobre uma coisa que tem de rolar sozinha. No início da semana escrevi um post que falava do individuo com quem ia estar a trabalhar até hoje. Nessa altura eu já tinha percebido que ele era um conas, só não sabia de que género. É do género de ser tão inseguro que ao fim de dois dias já ninguém na equipa o podia, sequer, ver à frente. Numa troca de palavras mais acesa, depois de ele me ter ligado para o telemóvel na terça-feira à noite a disparatar sobre uma alarvidade qualquer e de eu me ter visto obrigada a dizer coisas que nunca tinha dito a nenhum parceiro de negócios, as coisas gelaram entre nós. A minha atitude profissional (que havia sido posta em causa nesse telefonema) não me permitiu tramar a vida ao cabrão no resto dos dias... mas hoje provei o doce sabor da vingança, quando dávamos por terminada a nossa parceria. Quando toda a gente se derretia e louvava incansavelmente todo o trabalho da minha equipa, ele assistia, em silêncio. Quando se retiraram todos, eu disse-lhe, num tom de voz ligeiramente arrogante mas extremamente baixo:
- Sabe, "conas", em circunstância normais, é nesta altura que eu partilho os elogios que nós aqui recebemos com as pessoas que estão na sua posição...
Ele ficou verde. Ou branco. Interessa-me pouco. Sei que mudou de cor. Olhou para mim, e disse naquele tonzinho de voz aconado que ele tem:
- A Bad ficou mesmo chateada com a conversa que tivemos ao telefone...
Eu olhei-o, sorri-lhe, e respondi:
- Não, está enganado. Primeiro, porque aquilo não foi uma conversa. Foi você, histérico, a achar que estava a gritar comigo ao telefone. E segundo, porque eu não posso estar chateada. As palavras dizem mais sobre quem as usa do que sobre quem é alvo delas. O que você disse de mim, tendo em conta que não me conhece, não me afectou nem um pouco. Não diz nada sobre mim. Agora sobre si... disse-me tudo aquilo que eu precisava saber. Não posso dizer que tenha sido um prazer trabalhar consigo, mas correu bem. Como sempre corre connosco. E isso é apenas o que me importa.
Eu juro - mas juro! - que quando virei as costas ele foi a correr para a casa de banho. Pode ser incontinência. Pode ter-lhe dado uma volta à barriga. Mas eu acho que ele foi chorar.

E foi isto que fez valer a pena eu ter ido trabalhar num feriado...

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Pensamento do dia 2

por Bad Girl, em 24.04.08

Se algumas pessoas que conheço tivessem pelo menos metade da importância que julgam ter, a minha vida era uma festa do jet set.

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Daí até ser uma sereia...

por Bad Girl, em 24.04.08
Quem acompanha este blog sabe que eu não vou muito à bola com ele. Na verdade, nem me aquece nem me arrefece, mas há algumas coisas que me preocupam, e apenas por coincidência são do foro emocional (?) da criatura.
Que ele namore seja lá com quem for não me diz respeito, apesar de ser constantemente bombardeada com notícias sobre o caso.
Que ninguém, mas absolutamente ninguém tenha a obrigação de ser perfeito é um dado que eu dou por adquirido.
Agora que uma rapariga se preste a umas fotografias deste género sem:
1 - fazer uma lipoaspiração antes
2 - exigir o uso de photoshop depois
é que me aborrece. E aborrece-me porquê? Porque quando ele namorava com a Merche, a imprensa inglesa explorou arduamente todos os milímetros do corpo dela em busca de celulite. Agora não só ostenta a casca de laranja desta moça, como ainda diz que ela é uma sereia (a bem da verdade, as sereias têm uma cauda ou lá o que é no lugar das pernas...). Por comparação, parece-me que a ex até ganha nesse aspecto...

As pernas desta segunda foto, como é óbvio, são as da Merche...

E neste caso eu nem estou a ser má. Eu acho que ela tem direito a ter celulite e tem direito a aparecer nas revistas e nos jornais que acharem que a notícia tem interesse. E que ele não deve só namorar com mulheres-helicóptero. Agora, convenhamos: nem uma merda de um photoshop estes gajos podiam ter usado?
As fotos todas do tal ensaio aqui.

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Pensamento do dia

por Bad Girl, em 24.04.08
A sedução é mais forte do que a posse.

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Era um bilhetinho para Cuba!

por Bad Girl, em 24.04.08
Lá no burgo ouvem-se coisas estonteantemente inteligentes.
Hoje, por exemplo, fui brindada com um comentário genial que me fez dar por mal empregues os anos que passei a estudar geografia:
- Estão a sair de Santarém autocarros cheios de gente que vai para Cuba.
Vão, sim senhora, para Cuba de autocarro. Mas ainda têm de parar em Toll Free para abastecer.

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Já não me apeteces!

por Bad Girl, em 22.04.08
E é tudo o que me apetece dizer sobre este assunto.

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Mais sobre mim

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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