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Por falar em pessoas que me irritam

por Bad Girl, em 30.04.10

Tenho a impressão que esta gaja me anda a apertar as calças todas, só para me chatear.

Ou isso ou estou uma lontra.

Quer dizer, não será bem uma lontra, mas não estou a caminhar para magra.

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Eu embirro com pessoas. Muitas pessoas. Demasiadas vezes. Por coisas que o comum dos mortais não entende. Para explicar isto de uma forma que o comum dos mortais entenda, uso muito a expressão "é uma coisa de pele". E fica tudo por aí. O comum dos mortais não entende à mesma, mas já aceita melhor. A bem da verdade, estou-me pouco nas tintas se os outros entendem ou não, desde que não me amofinem mais com o assunto. Há quem diga, as vozes do contra e o MQT, que eu acabo por ter razão nos meus maus pressentimentos sobre os outros, porque carrego tanta carga negativa para uma possível relação (daquelas que às vezes temos de ter, mesmo com as pessoas de quem não gostamos), que acaba por dar para o torto. Nem sequer vou discutir isso. Exemplo: eu antipatizo com o Papa (com quem não tenho qualquer tipo de relação). Não fui eu quem fez com que ele fosse apanhado a dar tiros nos pés, uns atrás dos outros. Por muito que eu gostasse, uma coisa não corre mal a alguém só porque eu quero. Tantas as vezes que eu pensei “havias de cair!” e o alvo da praga não caiu. Vezes houve em que caiu, mas a coisa é mesmo assim: as pessoas caem. Se nós dissermos muitas vezes e a muita gente que eles merecem cair, mais dia menos dia, acertamos. Agora no dia que a criatura “cair”, não me venham pedir para não ficar contente. Não me venham censurar por eu estar a sorrir. Fico satisfeita quando pessoas das quais não gosto, caem. Mesmo aquelas que nunca me fizeram mal, mas que a minha cútis diz que são mau bicho. Porque normalmente são.

E tanta conversa para quê? Isto tem uma lição? Abre portas para novos mundos? Ajuda-nos a compreender melhor a crise? Vai ajudar-nos a resolver problemas? Ora, tanta conversa para nada, vocês já deviam estar habituados.   

 

  

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Ponto G

por Bad Girl, em 29.04.10

E se este post não me enche de visitas, que vieram cá ter ao engano, então eu entendo zero destas coisas da blogosfera.

Mas a sério, o título não é engodo, eu vou falar do ponto G. Antes de mais devo creditar esta descoberta. Não a do ponto G, essa devo-a a mim, mas da preciosa informação sobre a possibilidade de elevação do ponto G. A descoberta foi da Teresa, que teve a amabilidade de partilhar comigo, talvez por ser demasiado educada para "chafurdar" com o tema, como esta que vos escreve. Voltando ao que importa, o ponto G e a sua elevação: aqui na página da clínica francesa podem saber tudo sobre o assunto. Se não quiserem estar com a maçada, não se aborreçam, eu vou transcrever palavra por palavra:

"O QUE É O PONTO G ?

Essa zona misteriosa, a qual deve o nome graças ao ginecologista Grafenberg, é uma pequena área situada a dois ou três centímetros na parte anterior da vagina. Trata-se de uma zona particularmente sensível a uma pressão prolongada, cuja estimulação é regeneradora de prazer intenso, proporcionando orgasmos."

 

Primeiro "a qual deve o nome graças ao" é a melhor maneira de os senhores explicarem que aqui se vai fod£r, nem que seja a língua portuguesa. Depois, o horror por ter havido um senhor, ginecologista de profissão (faz-me lembrar um filme que eu vi no SexMachinesMuseum, que datava de 1925, e que relatava, a preto e branco e em mudo, a vida atribulada de um "médico de senhoras"), que descobriu a área no interior da vagina que oferece orgasmos múltiplos às senhoras. Vá, leitoras, pousem as réguas. Dois a três centímetros é na falanginha.

 

Continuando,

"PORQUÊ SOBRE ELEVAR ESTA ZONA?

Inúmeras mulheres não sentem o prazer sexual desejado durante o acto, outras querem mais prazer, e outras queixam-se, com o passar do tempo, da diminuição da sua sensibilidade. A sobre elevação do ponto G, fazendo-o salientar na vagina, vai aumentar a sua sensibilidade e proporcionar mais prazer devido à pressão feita durante o coito. O parceiro pode assim mais facilmente localizar o ponto G da sua parceira."

 

Ignorando valentemente a construção frásica da pergunta e partindo para o que interessa, as mulheres nunca estão satisfeitas. Tendo isso em mente, vamos colocar ali uma espécie de cravo, para que o homem, sem grande labor, consiga dar com aquilo de uma vez por todas e pare de ouvir reclamações. Também podíamos pôr néons, mas não tendo a garantia que a senhora está sempre ao pé de uma tomada, para os ligar, não faz grande sentido. 

 

E, finalmente, o cerne da questão:

"COMO SE FAZ?

A intervenção é feita por um médico, com anestesia local. Injecta-se 2 a 3 ml de ácido hialurónico ao nível da zona do ponto G, bombeando este na vagina. 

Tempo de intervenção: 20 a 30 minutos. 

Duração do efeito: 6 a 12 meses."

Ácido hialurónico não é aquilo que preenche as rugas, quase ao nível do botox? Ah, pois é... fica-se com um pipi todo rejuvenescido. Algumas questões que me passam pela cabeça, até porque eu não sou médica e entendo pouco destas coisas: há alguém que encontra o ponto G para este ser "bombeado" posteriormente. Se este senhor for casado, espero que a senhora dele saiba a preciosidade que tem em casa. E a anestesia? É dada onde? Pipi acima? Mesmo no G? Isso dá orgasmos? E a duração do efeito? É contínua? 6 a 12 meses a gritar como uma doida? Isso é coisa para cansar, ou não?

Para terminar,

" TEM EFEITOS SECUNDÁRIOS?

A intervenção não apresenta riscos. Após a intervenção pode manifestar-se uma ligeira dor durante 2 a 3 dias e/ou um ligeiro sangramento. As relações sexuais podem ser retomadas ao fim de uma semana."

 

Resumindo, pagas um dinheirão para um gajo te bombear o ponto G, ficas com aquilo prontíssimo para teres orgasmos atrás de orgasmos, mas ficas 1 semana encostada às boxes, a pensar no sexo que estás a perder por teres ido mexer no que, se tivesses mexido antes, podias ter deixado como estava.  

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Eficiência alemã o c@r@lho!

por Bad Girl, em 28.04.10

Das minhas viagens de trabalho ao estrangeiro, as que mais me custaram foram as que tinham como destino a Alemanha. Aquilo até nem é feio, há cidades catitas, a comida nem sempre é má, mas tem aquela coisa que me aborrece, que são os alemães. Cada vez que fazíamos um briefing, lá vinha aquilo da "eficiência alemã" à baila. Questionávamos os horários, vinha logo um power point a explicar porque é que era suposto acordarmos às seis da manhã. Púnhamos os métodos em causa, lá vinha a porra da "eficiência alemã". A verdade é que, desde uma alemã aos prantos porque se perdeu (meteu os dados errados no GPS) e nos fez perder uma reunião, até à carrinha alugada rasgada de uma ponta à outra graças à "eficiência alemã" a conduzir, vi de tudo. Num hotel (de cinco estrelas) em Colónia deram-me uma chave (chave, mesmo daquelas de fechadura) para uma porta que se abria com... cartão. Por isso não me surpreende nada que tenham tentado envenenar o casal Bush na Alemanha e que nem essa merda aqueles gajos tenham conseguido. Propaganda, é o que é.

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Repetição

por Bad Girl, em 28.04.10

Eu já vos disse que isto está a acontecer outra vez?

E que, como o resultado está muito renhido, estão constantemente a mostrar imagens dos bancos?

Ah pooooiiiiiiiissssss éééééééé.....

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Feitas as contas do IRS

por Bad Girl, em 28.04.10

Percebo que, por estas e por outras, as minhas despesas de saúde do ano de 2009 ascendem aos € 2.500,00. Tendo isto em conta, comunico aos proprietários da Clínica de Saúde Atlântica, aka Clínica do Dragão que, a partir de amanhã, pretendo ter lugar na assembleia de accionistas. Chego por volta das 9 e quero os balancetes à minha espera.

Obrigada e boa noite. 

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Top VIP

por Bad Girl, em 28.04.10

Já a greve dos transportes públicos não afectou em nada o dia da nata da blogosfera. Referências, a ter havido, foram todas na óptica do crítico.

A blogo deste país é uma coisa assim em chique. Gosto.

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Vamos ajudar um cão?

por Bad Girl, em 28.04.10

Ai fod@-se, lá vem a gaja outra vez com a put@ da história de ajudar cães. Não sabe outra. Por ela devíamos morar todos em herdades, para ajudar os cães todos que ela quer que nós ajudemos.

 

Vá, parem lá de ser antipáticos que para isso estou cá eu e nenhum de vocês me ganha. Desta vez é muito fácil. E não custa nada. Talvez desgaste um pouco a ponta do dedo, mas isso também pode acontecer a plantar cenas no Farmville, e não vos vejo a queixarem-se. Adiante, a Pedigree está a oferecer aos cães de rua uma refeição por cada novo fã na sua página do Facebook. Entram na página, clicam ao pé do nariz do cão, e está feito. Se quiserem, assim num rasgo de generosidade extrema, fazer o equivalente a ordenhar duas vacas no FV, partilham a página no vosso perfil. The more, the merrier,já dizia o Hugh Hefner quando chegava à cama.

 

http://apps.facebook.com/ajudeumcao/

 

Bad, saving the world, one dog at a time.

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Este também sabe ser...

por Bad Girl, em 27.04.10

... um blogue "muito fashion". (Private joke)

 

Se há coisa que eu aprecio é aqueles moços que vivem com uma gravata pendurada no pescoço e que, quando precisam de um ar mais blasée (imagine-se que saem directamente do trabalho para um jantar de amigos), tiram a gravata e desapertam um único botão da camisa, aquele ali do colarinho. De repente deixam de ser o rapaz sério do fato e gravata e passam a ser o Marco Horácio, sem pescocinho nenhum para mostrar à humanidade. Será preguiça, falta de espelhos, ou uma falta de noção absoluta? E quando o fato é escuro e a camisa branca? Perde-se um amigo para jantar, mas o restaurante ganha um empregado de mesa. Dois botões. Dois. Dará muito trabalho abrir mais um botão e transformar-se num ser com pescoço? A sério, em vendo assim as coisas parece-me que é só vantagens. Mas são dois botões. Não três, nem quatro. A menos que estejam devidamente acompanhados com o cordão de ouro, o cabelinho à fod@-se e o cartão de militante do CDS/PP.

A sério, se querem ser informais e não têm tempo de ir mudar de roupa a casa sim, tirem a gravata. Mas desapertem dois botões da camisa. Nem Marco Horácio, nem Nuno Melo, por favor. Ah, e tirar a gravata e o blaser e vestir um pullover por cima? Uau... temos party man! Not! Fica ali empatado taco a taco com o primeiro botão aberto.

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O pior pesadelo da namorada de um MQT

por Bad Girl, em 26.04.10

A pior coisa que um MQT traz para uma relação, desenganem-se, não é a mãe (conhecida por nós como sogra), os possíveis filhos (aka putos irritantes) ou as ex (carinhosamente rebaptizadas como emplastros). Não. Isso é tudo demasiado leve quando comparado com o pesadelo com o qual nós temos de conviver ao conhecer... a empregada doméstica! Nós, que na nossa casa temos uma santa de uma senhora que chega quando estamos a trabalhar e sai, deixando tudo brilhante e a cheirar a limpo, mesmo antes do nosso regresso, agora temos de conviver com uma criatura que não pode ver um homem sozinho aos seus cuidados para se achar quase mãe, que manda e desmanda na organização da casa, ficando a achar-se quase sua mulher, e é chata, carente e birrenta, parecendo quase, quase uma cria. Ora a pior coisa que um homem solteiro pode fazer à sua empregada doméstica é meter a cabra da namorada lá em casa. Isso, a gaja que gosta das camisas por ordem, dos fatos alinhados e dos vestidos todos do mesmo lado do armário. A gaja (essa put@!) que se mudou lá para casa e parece uma centopeia, tal é a quantidade de sapatos que tem. E tudo em caixas. E quer que a pobre da empregada adivinhe que aqueles cartões duros são para colocar dentro das botas. Estava tudo tão bem entre a empregada doméstica e o seu patrão, ela a achar que os brindes do Happy Meal são objectos de decoração que têm de ter destaque na casa, ele a deixar andar, para não se chatear, e vem a cabra da namorada estragar esta harmonia. A gaja - a vaca da namorada - insiste em trazer, imagine-se: plantas. Plantas essas que precisam de ser regadas. E como? Com uma abundância absolutamente necessária de água. Regamos hoje com água que dê até à próxima semana, que eles compram as coisas mas quem trata é a pobre da empregada, e para a semana pomos ainda mais água (assim só podendo ser comparado a um banho de imersão), não vá a pobre da criatura ter uma dor de costas e ficar em casa e a planta morrer de sede.

 

Tenho uma planta podre de tão regada que está. Estou com a put@ da neura. Só para que saibam.

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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