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As pessoas não me merecem...

por Bad Girl, em 20.07.11

Lá no emprego novo estou rodeada de benfiquistas. O recrutamento, obviamente, não foi feito por mim. Hoje, a coisa passou-se assim:

A - Até amanhã!

B - Vais ver o glorioso? (Cuspo, cuspo)

A - Vou. Joga com o Toulouse.

Bad - To lose? Nada que não estejam habituados. 

 

UMA. Houve UMA pessoa que se riu. É uma desilusão atrás da outra...

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Claro que foi. Então não foi?

 

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Facebook, essa rede social aberta a todos

por Bad Girl, em 20.07.11

Apresento-vos o KJHGFGHJKLÇ.

 

O KJHGFGHJKLÇ não tem papas na língua. Tem uma ligação à internet e montes de palavras que não sabe escrever para desabafar ou opiniar sobre temas vários.

 

O KJHGFGHJKLÇ gosta de Licor Beirão. Porquê? Ora...

 

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O meu novo emprego dá-me sono

por Bad Girl, em 20.07.11

Estou velha. O pior é que estou uma velha daquelas velhas que não têm paciência para nada, que chegam a casa e só querem dormir, não é uma velha tipo Lili Caneças, que anda sempre de festa em festa. Ultimamente, se eu conseguir estar acordada às onze da noite, podem ir a correr pôr os cotovelos no parapeito da janela para ver a estrela, que da última vez que ocorreu um milagre deste género só os 3 reis Magos é que deram por ela.

Se trabalho muito, lá no novo emprego? Trabalho mais. Se me desgasto mais? Sim, porque ainda estou com aquela fé inicial de quem vai dar o murro na mesa e pôr aquilo tudo a mexer. Mas nada disso explica esta soneira, esta competência que adquiri com o meu novo emprego, que é a de conseguir adormecer em qualquer canto da casa. Não é que a coisa me saiba mal. A bem da verdade, ando satisfeita com as horas de sono profundo com que tenho sido premiada, mas gostava de, oportunamente, voltar a ter uma vida.   

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Já há muito que não passeava os olhos pelo pasquim do costume. E tenho pena, porque coisa alguma é capaz de me deixar mais baralhada do que a qualidade dos artigos que por lá se encontram. E como se farão esses artigos? É simples: primeiro, pega-se numa "não notícia". Depois, relega-se para segundo plano tudo quanto é facto ou informação pertinente. Finalmente, arranja-se uma imagem e juntam-se 5 frases à mesma. Se a frase emitir uma opinião pessoal do "jornalista", tanto melhor. É das primeiras coisas que se aprende no curso de Jornalismo.

 

Portanto, para este caso, pegou-se em Katie Holmes, criaturinha mais insonsa do que uma sopa de hospital (eu posso, não sou jornalista), anuncia-se uma fotografia da barriga pós-parto da mesma (apesar de o diabrete que é a filha da criatura ter 5 anos. Se há coisa que toda a gente sabe é que "pós" é posterior. E cinco anos é depois, ou não é?). Não satisfeita, a pessoínha que escreveu as 5 linhas que compõe a "notícia" ainda acrescenta que a barriga colada às costas da moça está mesmo a precisar de uma pequena cirurgia. Está, está. E o Cristiano Ronaldo está mesmo a precisar de um aumento de salário. Já o Correio da Manhã não está nada a precisar de assunto. 

 

 

 

 

  

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Do grau de exigência das pessoas

por Bad Girl, em 19.07.11

Hoje, ao chegarmos a casa, demos de caras com um cano que decidiu (voltar a) cuspir água. Da primeira vez que ele cuspiu água, chamou-se "o senhor" que veio instalá-lo. Ele arranjou-o. Sendo que o verbo arranjar é aqui utilizado em total liberdade criativa de minha parte. O cano começou, pouco tempo depois, a pingar água, e nós arranjamos uma daquelas soluções fantásticas, que envolve um pano e algumas orações. Hoje ele achou que não estava a fazer-se ouvir quanto baste, e começou (voltou a) cuspir água. Diálogo de loucos que se seguiu:

Bad - Temos de fazer alguma coisa.

MQT - A única solução é passar-lhe uma daquelas fitas isoladoras.

Bad - Não há outra?

MQT - Eu disse a única. Se eu disse que era a única, não há outra.

Eu amuei.

Dez minutos depois, MQT remexe uns papéis:

Bad - O que procuras?

MQT - O número de telefone do "senhor".

Bad - Para...

MQT - Então... para vir cá arranjar o cano.

Bad - Pensei que a única solução era a fita isoladora.

Ele amuou.

 

Moral da história: nem sempre "a única coisa a fazer" é a única coisa a fazer.

Está bem que "o senhor" pode cá chegar e limitar-se a pôr fita isoladora. E aí sim, talvez essa seja mesmo a única solução. 

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Violador, não. Só putanheiro.

por Bad Girl, em 18.07.11

Sim, eu também não gosto da palavra, mas DSK não merece mais. Desde o início desta história que eu acho que DSK foi tramado. E que foi tramado porque se pôs a jeito. E contra isso nada, se não violou é deixá-lo ir à vida dele, o facto de ser um velho tarado não deve ser levado a julgamento. O facto de ele ter 62 anos e ter, alegadamente, feito sexo ininterruptamente com 3 mulheres também não me causa estupefacção. Sou pouco dada a espantos. Excepto quando a notícia se compõe com frases assim: "Esta notícia (...) poderá explicar por que razão Anne Sinclair ficou a seu lado desde o primeiro minuto.". Claro que pode. Então não pode? Até já estou a imaginar a conversa entre o Dominique e a Anne...

 - Seu grandessíssimo criminoso! Seu violador! És um porco, um porco. Nunca mais te quero ver!

 - Anne, filha, tem lá calma contigo. Eu não fiz nada daquilo que eles dizem. A gaja é uma mentirosa!

 - Mentirosa? Mentiroso és tu. Seu tarado!

 - Sou, filha. Mas não violei ninguém. Até porque estava a comer três gajas à hora que isso aconteceu.

 - Juras?

 - Juro, querida. Até tenho um vídeo.

 - Desculpa ter duvidado de ti.

 - Humpft!

 - A sério, Dominique, desculpa. Eu devia saber que tu não eras capaz de me fazer uma coisa daquelas.

 - Pois não, minha querida. Amo-te muito, tu sabes.

 - Eu sei, meu amor. Eu sei.

 

Não há casamentos perfeitos. Suponho que não. Mas há coisas que não lembram nem à alminha mais perturbada.

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Gosto do Porto. Futebóis à parte, gosto da cidade que a UNESCO elegeu como Património da Humanidade. Parte-se-me o coração que se faça nada pela cidade. Que, por exemplo, se tenha penhorado o futuro do turismo dela para nela fazer um parque de estacionamento de low costs. Mas não é de políticas municipais que quero falar, ou teríamos assunto para outra vida inteira.

Fui à minha cidade de ténis e mochila às costas, fazer turismo.

 

Quer dizer, cumpre-me fazer uma brevíssima e acessória declaração, já que a viagem começou por ser uma ida à Marc Jacobs, mas entre vender um rim e comprar uma saia e sair da loja de mãos a abanar, optei pela última.

 

A cidade, que se oferece a preços de saldo a turistas, tem prédios devolutos paredes meias com o recém inaugurado Intercontinental Palácio das Cardosas. A cidade partilha a zona que se assume como centro fervilhante de artes com ruas de paredes grafitadas e um cheiro a mijo (não é a xixi. Eu também odeio a palavra, mas cheira mesmo a mijo) que não se aguenta. Não é caricato. Não é popular. É pobre. É triste. A certa altura quis estar a ver com outros olhos. Tivesse eu sentido de orientação e ter-me-ia encontrado em ruas pitorescas e castiças, com comércio ao rubro e senhoras curiosas com os cotovelos pousados na janela. Mas acabei por me perder uma e outra vez nas ruas da cidade. Cruzei-me com alguns turistas, mapas na mão e coração cheio de vontade. Olhos perdidos, à procura de ícones que o mapa assinalava e que a realidade não respeitava. Lembrei-me de mim, há pouco tempo atrás, a julgar Budapeste por ser feia nas "ruas do lado". Eu sei para mais. Eu não preciso de ver esta cidade. Posso ir aos Clérigos, descer, passar os Aliados e rumar à rua de Santa Catarina. De caminho, pisco o olho à estação de São Bento e só páro no Majestic. Posso perder-me na belíssima "Vida portuguesa" e tomar aquilo como exemplo do comércio local. Posso entrar na Marc Jacobs e chamar trendy à cidade. Posso ir ao CCB e achar a cidade alternativa. Posso fazer tudo. Em outro dia. Hoje não. Hoje escrevo com uma mágoa que não tenho muitas vezes. Hoje escrevo penas minhas. E poucas coisas me dão mais pena do que ver uma cidade com tanto potencial ser desprezada como um leproso na Idade Média.

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Da Maria já sabemos. Ela queria a ONU, fez por isso, conseguiu.

 

Agora vamos ao Sargento Scott Moore, Marine destacado no Afeganistão. O que ele queria era simples: levar Mila Kunis ao baile dos Marines, no dia 18 de Novembro. Porra, eu não sou homem, não estou lá no outro lado do mundo e também eu acho que a Mila Kunis é de se levar a sítios. Mas a Mila Kunis, apesar de ter tido uma relação de 8 anos com Macaulay Culkin (o que não diz grande coisa do seu gosto para homens), é uma gaja que pode sair com qualquer homem do mundo (ou quase). Seria de esperar que ele tirasse o cavalinho da chuva. Não fosse Justin Timberlake "meter uma cunha". E o Sargento Moore vai, graças a Justin Timberlake, levar Mila Kunis ao baile. Se isto não é uma história da Cinderela dos tempos modernos, não sei o que será.

 

Como alguém dizia: se não apontares para as estrelas, não chegas ao céu.

 

 

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A Maria, o sonho e a perseverança

por Bad Girl, em 11.07.11

Dream and give yourself permission to envision a You that you choose to be. - Joy Page 

 

Ela quis. Ela conseguiu.

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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