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Back in Oscars 1992

por Bad Girl, em 26.02.12

O Brad Pitt tinha entrado no seu primeiro filme:

 

Tinha esta carinha:

 

 

Namorava com esta moça:

 

 

Que tinha sido nomeada para o Oscar de melhor actriz secundária pela participação neste filme:

 

 

Eu não dava grande coisa por ele.

 

Hoje Brad Pitt tem a sua própria nomeação, como actor principal, faz parte de um dos casamentos mais badalados do mundo, e a moça tem o papel principal em uma série de TV.

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De Asa Butterfield já se esperava o brilhantismo. Depois de o ver em "O rapaz do pijama às riscas" era óbvio que estávamos perante um daqueles miúdos que mergulharam num poço de talento e, qual Obélix, regressaram à tona com uma força extraordinária. Miúdos que, muito possivelmente, vivem numa disciplina e rigor impróprios para a idade. Que dispensam grande parte da infância para se dedicar a um mundo que os devora com a mesma facilidade com que poderá cuspi-los quando perderem a graça e para competirem num mundo de adolescentes e jovens adultos de corpos esculturais, sorrisos alinhados e maçãs do rosto salientes. E é aí que toda a graça infantil que os distinguiu no meio da multidão deixa de lhes servir, acabando até por ser contraproducente. Ontem vi "Extremely loud and incredibly close". O filme, quanto a mim, não é nada de especial. Tem um argumento razoável, actores de talento constante e confiável (até a Max Von Sydow se ousou "roubar" a voz) e uma brilhante excepção: Thomas Horn. Claro que haverá um director de casting neste mundo (bem haja!) que olhou para este miúdo e achou que um filme inteiro podia respirar do seu talento, desconhecido até agora. Que actores consagrados, oscarizados e celebrados podiam respirar ao ritmo dele. E é assim que se consegue um filme que nos suspende a respiração de quando em vez, que nos enche de vontade de dar um par de açoites ao miúdo ao mesmo tempo que nos apercebemos que o que queremos é dar-lhe colo, a apreensão num sopro de talento atrás do outro. Compreendo que a Academia não possa nomear Thomas Horn ou Asa Butterfield. São apenas miúdos, não estão preparados para serem assoberbados pela competição nem têm créditos firmados. E nestes dois casos os estúdios não podem fazer o "truque" do costume: arranjar forma de fazer a criança passar para papel secundário (Hailee Steinfield, True Grit, ano passado) para lhes aumentar as possibilidades numa competição de "segunda linha". Estes dois filmes vivem de dois miúdos, e não há volta possível. A história não ajuda Hollywood, mas ajuda-os a suportar esta estratégia. Não tem sido brilhante a vida dos meninos prodígio de Hollywood. É como diz uma dessas crianças, agora com 29 anos: "Anyone who hits the top as a child star has no place to go but down" (Linda Blair, nomeada para o Oscar em 1973). Mas lá que qualquer um deles merecia, pelo menos, a nomeação, lá isso merecia. 

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Update

por Bad Girl, em 25.02.12

Então vamos lá a isto: faltam cerca de 24 horas e...

 

Albert Nobbs 

Extremely Loud and Incredibly Close

The Artist

The Descendants
Hugo

Midnight in Paris
Moneyball

My Week With Marilyn 

Tinker Tailor Soldier Spy

The Girl With The Dragon Tattoo

The Iron Lady
The Help
The Tree of Life
War Horse

 

No time. Oh, the pressure!...

 

Agora vou ali ver "A voz de Portugal" e torcer por este menino (ainda que ache que não me vai adiantar grande coisa):

 

 

Já cá volto para falar de "Extremely Loud and Incredibly Close". Com uma pequena lágrima no canto do olho.

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Por falar em Moneyball...

por Bad Girl, em 23.02.12

Este começa com uma citação de Mickey Mantle. Mickey Mantle foi um jogador de beisebol americano que morreu em 1995 mas que, ainda assim, teve tempo de fazer futurismo sobre Vítor Pereira, treinador (???) do FCP:

 

"It's unbelievable how much you don't know about the game you've been playing all your life."

 

Sim, concordo, este "all your life" é um bocadinho exagerado. Toda a gente sabe que o senhor chegou de Marte e aterrou - sabe-se lá como - no banco do Porto.

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Bah!

por Bad Girl, em 23.02.12

 

 

Todos os anos a Academia nomeia um filme americano sobre um herói (ou mais) americano, que chamem a si o tão celebrado orgulho americano. Este ano foi Moneyball. No ano passado, The fighter. Há dois anos The hurt locker. Há três? Milk. A história real ou a mistura de imensas histórias reais num filme que faz os americanos manterem a fé no sonho que tanto apregoam: o tipo que não tem dinheiro para comprar jogadores e que constrói uma equipa de renegados que ganha à equipa mais cara do campeonato; o tipo que viveu à sombra do sucesso do irmão e que o ajuda a sair de uma vida de dependência contando com o apoio dele para vencer lutas; os tipos que vão para a guerra para defender a segurança da pátria em particular e do mundo em geral; o activista corajoso que morre na defesa dos ideais. Tivesse a América uma história como a nossa e não haveria lugar para um único filme estrangeiro na festa dos Oscars, tal a capacidade para criar heróis e roer o tutano de histórias quotidianas.

 

Moneyball não passa disso. Criativo nos diálogos, com interpretações boas mas não excepcionais, é um filme que se vê, mas que eu não via nos Oscars

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Coisa mai' linda!

por Bad Girl, em 21.02.12

 

 

Faltam cinco dias e tenho tanto filme para ver ainda...

 

Albert Nobbs 

Extremely Loud and Incredibly Close

The Artist - não vai acontecer

The Descendants
Hugo

Midnight in Paris
Moneyball - próximo

My Week With Marilyn 

Tinker Tailor Soldier Spy

The Girl With The Dragon Tattoo

The Iron Lady
The Help
The Tree of Life
War Horse

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Não sou insubstituível. Nunca fui. Sou dedicada, boa no que faço, chego a atingir picos de excelência e estou, certamente, acima da média em relação às pessoas que me rodeiam. Não sou insubstituível e não vale a pena dizerem que não há pessoas insubstituíveis (isto só por si dá um outro post), pois isso de espetarem com alguém com competências técnicas equivalentes às competências técnicas de quem estava antes e darem a pessoa por substituída tem muito que se lhe diga. Não é disso que quero falar. Profissionalmente, para além das chamadas hard skills (desculpem, não me ocorre um termo em português) orgulho-me de ter muitas soft skills de deixar algumas pessoas que me rodeiam cheias de inveja. Sempre me pautei por uma postura honesta e frontal, o que leva a que muitas pessoas com quem estabeleci relações profissionais me sigam para onde eu for, confiando num nível que sabem que eu lhes posso oferecer. E não, não sou modesta no que ao meu trabalho diz respeito. Tenho muita coisa para aprender mas orgulho-me de deixar, genericamente (ninguém agrada a toda a gente) uma excelente impressão. Ora eu sei isso, tenho boa noção de todas as minhas competências e, será isso também uma competência, tenho ainda muita noção das minhas limitações. Que não escondo por baixo do tapete, mas assumo, tornando-as num objectivo a curto-médio-longo prazo. Agora que já fiz a minha auto-avaliação, partamos para o assunto que me trouxe a este post, a magnificência da estupidez humana. Sendo eu tudo aquilo que descrevo lá acima, no dia em que me despedi do meu ex emprego, ao qual me dediquei durante oito anos de corpo e alma e onde deixei muitos alertas de que talvez merecesse mais oportunidades do que as que me estavam a ser "oferecidas", sentei-me à frente de quem manda e, olhos nos olhos, lá lhe disse o que não tinha que dizer: para onde ia (concorrência directa) e o que ia fazer (que são aí uns dois degraus acima do que fazia). Estranhamente, quem manda no meu ex local de trabalho pediu-me que ficasse. Um mês. E eu acedi, até porque a lei me dizia para o fazer. Sei eu, não é preciso que mais ninguém saiba, que não disse a ninguém que ia embora, até ao meu último dia de trabalho. Não trouxe comigo um único contacto a não ser os que faziam parte do meu LinkedIn. Trabalhei o tempo que me pediram, formei o melhor que soube a pessoa que me substituiu, pedi para me escusarem de determinados temas, que não fazia sentido estarem a ser decididos e tratados por alguém que ia estar do outro lado da barricada, não tardava nada. Sei hoje, com estupefacção, que sou persona non grata aos olhos do tal senhor que manda, por ter ido trabalhar para outro sítio e ter levado clientes comigo.

Portanto, passo a explicar uma coisa que até a mim custa a entender: há um director de uma empresa neste país, senhor de certa idade e já com filhos adultos, que não quer ouvir sequer a menção do meu nome porque eu fui fazer (bem feito) o trabalho para o qual fui contratada em outro sítio. Bizarro, não é? Eu também acho.    

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Eu não conheço o Vítor Norte, nem a Sara Norte, nem a mulher do Vítor Norte, nem ninguém que se relacione com eles. Conheço-os da televisão e tenho uma opinião sobre eles, que nunca me dei ao trabalho de formar em consciência, mas que foi surgindo com a informação que me vai chegando. Posto isto, e não sabendo nada sobre a Sara Norte, acho que é uma miúda parva que cometeu um erro estúpido e que se vai lixar por causa disso. Se cometeu um crime deve ser castigada, por muito que eu me lembre daquela gaiata simpática que aparecia numa série cujo nome não me apetece googlar agora sempre que a vejo.

Se Vítor Norte vai vê-la a Espanha ou não, não é coisa que me diga respeito, tenho a minha opinião sobre o papel que os pais devem ter na vida dos filhos, mas não estou em casa deles, não faço parte das suas vidas, não vi as suas discussões, os seus dramas, os seus apegos ou desapegos, as suas crises, os seus alertas. Sei apenas a minha opinião sobre o papel que os pais devem ter na vida dos filhos e também tenho a minha opinião sobre a altura em que esse papel pode tomar outra forma.

Acho que a vida de cada um é a vida de cada um, mas quando a vida de cada um é exposta em praça pública, sinto-me confortável para opinar sobre ela. E por isso vou falar de uma senhora de quem nunca ouvi falar se não agora, que não conheço e que - ao que parece - tem uma aparente dificuldade em definir prioridades: a mulher de Vítor Norte escreveu no Facebook "Se todas as pessoas soubessem que estou numa cadeira de rodas com um trauma no joelho já sabiam o porquê de o Vítor ainda estar em casa comigo. Neste momento, também eu preciso dele para quase tudo. A Sara pode esperar, pois cometeu, mais uma vez, um erro grave.". Ora para além da evidente falta de percepção da realidade, a Vânia tem problemas em estabelecer prioridades: ruptura no joelho? Ai, valha-me Deus e a Nossa Senhora que a minha mulher precisa que eu a ponha a fazer xixi e lhe dê banho. Filha presa noutro país? É coisa que pode esperar. Não sei se o que lhe rompeu o joelho teve origem num erro grave, mas o que fez a senhora escrever estas alarvidades no Facebook (e, antes de tudo, pensá-las) tem origem em autênticas crateras de carácter. Isto sim, é uma madrasta. Que leva muito a sério o seu papel. Ainda que isso faça dela uma pessoa um bocadinho sociopata.

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Dar o nome aos bois...

por Bad Girl, em 16.02.12

Numa rápida revista de imprensa confirmo aquilo que já sabia, que a justiça em Portugal merece apenas isto, uma escrita em letra pequena. Nada de novo.

O que me soa a novo é esta coisa do Correio da Manhã, que agora lhe deu para pudores e decidiu ocultar a identidade desta grande besta e tratá-lo apenas por "arguido" e "psiquiatra". Não é mentira, mas há coisas que convém não deixar cair. Como João Villas Boas, psiquiatra, que é também arguido, anda por aí à cara podre e ainda exerce a profissão, eu precisei de fazer outro post para não me esquecer: não marcar consultas com o Dr. João Villas Boas, psiquiatra de formação e violador ilibado pelo Tribunal da Relação do Porto da parte criminal da acusação, por não ter sido violento q.b. com a senhora grávida que violou e que agora foi condenado, pelo Supremo Tribunal de Justiça, a compensar a queixosa com € 100.000,00, no processo cível. Em resumo, diz a "justicinha" deste país que podes violar pessoas à vontade, desde que tenhas dinheiro para pagar-lhes. Nada de estranho, num país em que se julga que a dignidade tem um preço.

João Villas Boas. Psiquiatra. Violador. Tipo com menos € 100.000,00 no bolso e com mais liberdade do que a que merece. A Justiça é cega? Pois é. E parva.

 

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Planear....tarde.

por Bad Girl, em 10.02.12

Hoje informou-me senhora minha mãe que chegou um postal do Centro de Saúde. Este postal, enviado para a morada dos meus pais, comunicava que eu tinha uma consulta, que nunca solicitei, de planeamento familiar. P-l-a-n-e-a-m-e-n-t-o f-a-m-i-l-i-a-r. Isso, planeamento familiar. Durante anos e anos a fio eu vivi naquela casa. Talvez nessa altura eu precisasse de uma consulta de planeamento familiar. E depois, já com 25 anos, fui viver sozinha. Sabe Deus como é que eu sobrevivi sem uma consulta de planeamento familiar. E depois, já nos trintas, vim viver com o MQT. E safei-me sem uma consulta de planeamento familiar. Mas não. Os senhores acham que, chegada aos 34 anos, é altura de me falarem de pílulas, preservativos, bebés e doenças. Já que não evitaram uma gravidez precoce ou uma DST, resta-lhes partir do princípio que, se eu já vou nos 34 e ainda não pari, alguma coisa devo estar a fazer mal.

 

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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