Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Feel inside and stuff like that :-)

por Bad Girl, em 29.08.12

Aqui neste blog gosta-se de Flight of the Conchords.

Se vocês não sabem quem são os Flight of the Conchords, não se preocupem - ainda há tempo de serem felizes.

Se vocês sabem quem são os Flight of the Conchords mas não gostam... um grande pft! para vocês.

 

Em suma: Bret and Jermaine (e uns miúdos) para a Cure Kids in New Zealand. Enjoy:

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

O espanhol

por Bad Girl, em 27.08.12

O espanhol é uma pessoa que vê tudo quanto há para ver na televisão dobrado na sua língua natal.

O espanhol é uma pessoa que acredita que o Homer Simpson, o Al Pacino, o Jay Leno e o Brad Pitt têm exactamente a mesma voz e que mexem a boca quando não têm nada para dizer. Os espanhóis não sabem que o Arnold Schwarzenegger tem um sotaque esquisito. Aliás, os espanhóis não sabem que ele se chama Arnold Schwarzenegger, acham que ele é o Arnó Esvázenegué. 

Isso das dobragens é uma coisa que me aborrece, o que não é grave, já que eu sou uma pessoa que, tendencialmente, se aborrece com coisas.

Terei ligado a televisão umas 4 vezes nas férias, se tanto. Vi um Telediario, com uma pivot estupidamente gira e boa para ali estar a fazer aquilo - ou bem que sabe fazer a coisa das notícias ou bem que é quase modelo, as duas coisas não dá, até acho que há uma Lei a proibir situações dessas, "botem" lá os olhinhos na nossa Clara de Sousa ou na nossa Judite, também ela de Sousa. Também há um programa chamado Ola, Ola!, que eu recomendo. São reportagens nas praias espanholas, locais de eleição para as pessoas montarem pérgolas e as transformarem nas suas casas de férias, complementando a decoração das mesmas com mesas, cadeiras, balões (sim, há balões) e transportando em geleiras toda a comida da Mercadona mais próxima (como é que aquela gente come tanto, Deus do Céu, como?). Se desmontam aquilo ao fim do dia para montar no dia seguinte também é uma coisa que me aflige, mas é uma coisa para a qual eu não tenho resposta. Bem, mas a temática deste post não é essa, há que me manter fiel à coisa das temáticas, lá porque estou de férias não quer dizer que tenha de me baldar a isto. Eu já disse que continuo de férias? Isso. 3 semanas. Nojentinha, eu sei. Adiante...

Um destes dias, lá na TV, lá estavam o Barney, o Ted e o Marshall (quer-me parecer que todos com a mesma voz), a contar "Cómo conocí a vuestra madre". Foi bonito. No intervalo, anunciaram o novo episódio de "Una familia moderna" e eu comecei a pensar: se metade da piada da série está no facto de a Glória ser hispânica, ter sotaque e não entender um quinto daquilo que lhe é dito, em inglês, como é que os espanhóis que fazem as traduções para as subsequentes dobragens desembrulham este presente? Reescrevem os diálogos? Inventam novas piadas? E os espectadores? Acham graça à série? Àquela e às outras? A mesma graça que nós, que entendemos as piadas? Obrigada, Portugal, por não alinhares em dobragens. Quer dizer, dobras-te um bocado perante a Troika, e a China, e a Alemanha, e um sem fim de coisas. Mas firme e hirto como uma barra de ferro naquilo que interessa: manter o Al Pacino e o Homer Simpson com vozes diferentes.

Autoria e outros dados (tags, etc)

From my mobile, with love...

por Bad Girl, em 27.08.12

 

 

 

  

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

So you think you can dream?

por Bad Girl, em 23.08.12
Esta noite, aquando da minha estada na' dreamland', dei por mim a participar num animado programa do género 'So you think you can dance?'. O meu parceiro? Já lá vamos. O júri tinha quatro caramelos, um era o Abrunhosa outra a Margarida Pinto Correia. Os restantes jurados não me diziam nada, Marco de Camillis, fizeste-me falta. O apresentador, por mais que dê voltas à cabeça, não sei identificar, mas sei que já o vi por aí. E eu, voltas e piruetas de grande calibre, nada mau para uma moça com dois pés esquerdos. Claro que muito tenho de agradecer ao meu parceiro de dança, Cristiano (sim, esse), obrigada por tudo, o meu Cha-cha-cha não teria sido o mesmo se não estivesses lá tu, de camisa branca de seda para me mostrar o caminho. Eu cá não me reconheci, de tão bem que saiam os passos, uns atrás dos outros. No final, obviamente, passamos à fase seguinte, que suponho que esteja marcada para um sonho da próxima semana. Quem não estava lá eram os meus pais, o que se compreende, já que sempre me informaram que se eu decidisse participar num programa de televisão que me (os) envergonhasse, eles ficavam em casa. A ver outro programa. Já a ausência da D. Dolores e das Kardashian 'wannabe' é que se estranha, mas talvez tivessem ficado no Funchal para lhançar os fogues.
Quem estiver já de teoria Freud na mão, pronta a disparar que eu tenho um desejo secreto de aprender danças de salão e de conhecer o Cristiano, acho que deve pensar outra vez, já que na segunda parte do sonho eu fui atacada por um siamês amarelo e gordo numa passagem de ano no Rio de Janeiro, em casa de uns tios que eu não tenho.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Aqui neste lado do mundo...

por Bad Girl, em 19.08.12
Aqui onde me encontro, que afinal é só Espanha (Ah, pobreza, não foste de férias para as Caraíbas, sua maltrapilha) há aquele fenómeno que tem tanto de incompreensível como de parvo, que é as rádios passarem quinhentas musicas espanholas e uma música estrangeira. Sendo que, de música estrangeira, já tive o prazer de 'reencontrar' Shania Twain, essa diva, e Bon Jovi. Em loop. É só a rádio mais ouvida de Espanha, por isso tem de estar à altura do desafio que é arrancar das editoras tudo quanto há de novo. "Thank you for loving me" e "We will rock you" são duas novidades que em breve vocês, pessoas que não visitam Espanha amiúde, terão o prazer de conhecer. Michel Teló também por cá anda, para que saibam. Mas não é sobre isto que eu quero escrever. O que eu pretendo celebrar com este post é Pablo Alborán. Vómito. Pablo Alborán, o tipo que me dá vontade de abrir uma veia com uma Bic laranja (não sempre, só quando canta), passa na rádio espanhola assim, sem exagero, dezasseis mil vezes por dia. Valha-nos a Nossa Senhora dos Aflitos (que é o meu estado de cada vez que ouço aquela bezerrice), não vem em dueto (Carminho, na boa, nada contra. Nem a favor. Zero, portanto). Vem sozinho, não partilha a vergonha com ninguém, chorando cataratas por ter tido saudades. E por aí tudo bem, todos já tivemos saudades, é uma coisa digna e de quem tem sentimentos. Mas atentem, que eu não sou pessoa de não partilhar as coisas más da vida:
Te he echado de menos
Todo este tiempo
He pensado en tu sonrisa
Y en tu forma de caminar

Coisa catita, não é? Ter saudades do sorriso e... Da forma de caminhar. O que é uma coisa bonita, porque ou invés de andar ao lado, como se faz no amor, ele via-a andar e tem saudades disso. Para além do claro convite para ela se pôr a mexer para ele a ver caminhar, há aqui algo que eu não deixo de ler como: tive saudades de te dar um andar novo. E isso, Pablo, até pode ser verdade, Deus me livre de me meter no meio da tua vida sexual, antes apanhar um escaldão no couro cabeludo, mas não é bonito de se dizer. Seja põe-te a andar ou anda cá que já vais para casa com um andar novo, isto os espanhóis deviam era fazer tábuas de enchidos e paellas e deixar as coisas românticas para o Tony Carreira.

Aqui o link da música. Aproveitem e acendam uma vela, para aumentar o nível de cliché. http://www.youtube.com/watch?v=S1Q_YbSN_8o&feature=youtube_gdata_player

Autoria e outros dados (tags, etc)

Supondo que estão. Claro que estão, que disparate.... Então perguntam vocês, pessoas consternadas, por onde ando eu, que não dou notícias há mais de uma semana. Antes de mais, quero que saibam que estive onde Judas perdeu as botas.

Ah, sim, isso é uma bela figura de estilo, mas onde estiveste mesmo?

Gente mais incrédula...

Onde

Judas

Perdeu

As

Botas

!!!!!

 

Literalmente, como poderão comprovar pelas imagens abaixo.

 

 

 (vai na volta e esta porcaria é uma instalação, coisas em nome da arte, e isso, e eu feita parva a tirar fotos à personificação" da expressão popular) 

 

 

As férias bem, muito obrigada, sol, praia, papo para o ar todo o dia, as decisões mais difíceis passam inevitavelmente por saber se vou à agua já ou espero cinco minutos, se o sol estará de feição ou não, o que será o almoço. O único problema é a ressaca. Não, não ando agarrada a Mojitos como se a minha vida dependesse disso, o que me tem feito falta é a net. Judas perdeu as botas e, cabrão como era, não pensou em fazê-lo num sítio onde houvesse wifi. Posto isto estou uma semana atrasada, não sei se a crise já acabou, se o governo caiu ou se - e isto é que importa mesmo - o Vítor Pereira já foi despedido. Assim sendo continuo de férias, as temperaturas continuam deliciosas mas já mudei para um sítio com rede. Para vosso bem, claro.

 

Não garanto é que Judas não tenha passado por aqui também, mas desta vez decidiu deixar para trás toda uma variedade de insectos que têm tanto de persistentes como de feios.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Querida mãe, querido pai, então que tal?

por Bad Girl, em 08.08.12

Lembram-se quando me explicaram como funcionavam os jornais?

Querida mãe, querido pai, vocês mentiram-me.

Lembro-me perfeitamente, como se fosse hoje, que me disseram que apareciam nas capas dos jornais coisas importantes.

Mentira.

Que era necessário uma notícia sê-lo (notícia), para ocupar espaço nas páginas de um jornal.

Logro!

Tiveram a ousadia, que eu bem me lembro, de me fazerem crer que os destaques estavam reservados para coisas importantes.

Sabem que mais? Peta!

 

Prova A:

 

 

Querida mãe e querido pai, nem sequer vou falar da frase "Irina racha lenha em casa da avó", cujo interesse que desperta em mim (não sendo eu homossexual) é zero, mas que imagino como notícia criadora de pensamentos libidinosos em muita oficina.

 

Mas, querida mãe, querido pai... "Passos Coelho sofre queda acentuada de cabelo"?

Uma vida inteira a ludibriar-me?

Uma vida inteira a fazer-me crer que pelas capas dos jornais eu podia saber o que de importante se passa no país e no mundo? Eu acreditei em vocês e achei que havia aqui uma analogia. Uma mensagem subliminar, que associava a queda de cabelo da figura primeira do Governo português ao estado das coisas em Portugal.

 

E fui ao link da notícia. E o que soube eu? Que fonte próxima do PM (O CM achou que ir falar com uma fonte próxima do PM sobre a queda do cabelo era uma cena assim para o importante) se chibou toda e revelou que "A queda acentuou-se "desde Abril até agora". Toma. Não é a queda. É a queda. Fonte próxima viu que o PM está a meio caminho de ser careca. Há fotografias diárias do PM desde Abril até agora? Suponho que sim. Conseguimos ver que ele está a ficar careca através das fotos? Não. Isso é para as quedas. As quedas têm de ser certificadas por fontes próximas. 

Para falar sobre esta temática, de interesse nacional, o CM contactou uma dermatologista e, não bastando, "O Correio da Manhã tentou contactar Pedro Passos Coelho, através do seu assessor, Rui Baptista, mas este mostrou-se incontactável até ao fecho desta edição.". Não percebo porque é que esta gente não fala sobre as problemáticas que assolam a alma dos portugueses. É lá porque estão de férias? E o estado do país? Não é importante? Declara-se calamidade pública ou não, por causa da queda? Não aguento a ansiedade. 

 

Aproveito a oportunidade para partilhar convosco que a minha cadela anda a perder pêlo. A queda acentuada deste no chão de toda a casa leva-me a estados de quase loucura. Consultei uma veterinária que me disse que era normal, agora no Verão, isto acontecer. Recomendou óleo de fígado de bacalhau, ração de salmão e uma escova FurMinator. Tentei contactar o MQT, para falar sobre o tema da aspiração do pêlo do chão da casa, através de um assessor imaginário, mas este mostrou-se incontactável. Talvez por ser imaginário. Tal como o interesse da notícia. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entretanto, no FB da Tininha...

por Bad Girl, em 08.08.12

O drama...

 

A tragédia...

 

O horror!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Este país não é para bichos

por Bad Girl, em 07.08.12

Nos idos de Março de 2009, aquando do convite para viver em pecado com MQT, Bad apresentou as suas condições:

 - Alguma coisa relacionada com espaço de arrumação de roupas/ sapatos e carteiras

 - Alguma coisa relacionada com arrumação da casa.

 - Algumas outras coisas relacionadas com outras coisas.

 - O cão. Era preciso adoptar um cão. Temente do tipo de cão que fosse coabitar com ele (eu gosto daqueles cães amarelos com pêlo palha de aço e relativamente feios, caso houvesse algum cão feio), MQT espeta-me com um pintas em casa. Como eu tenho uma coisa pelos underdogs, ele trouxe o cão mais subnutrido e mais miserável do canil. O bicho era um monte de ossos com uma pele branca com pintas pretas por cima. Com 2 anos, segundo o canil, pelo menos 4 anos, de acordo com a primeira veterinária e seguramente 6 anos, segundo a outra veterinária (é difícil ver a idade de um cão, quando a dentadura deste está completamente desfeita), o dálmata pesava 12 quilos. A expressão "magro como um cão" foi inventada quando olharam para ele. Não se sentava, magoado pelos ossos. Escondia-se quando ouvia barulhos. Vítima de maus tratos, odiava outros cães, pois a eles associava a luta pela sobrevivência. Adorava sacos de plástico, pois era esse o barulho que lhe garantia comida, quando vasculhava no lixo. Devido à sua excessiva magreza, a veterinária sugeriu-nos que o engordássemos antes de fazermos vacinação e chip.

Absolutamente psicotico, Sr. Pintas entrava em pânico ao som de foguetes ou de trovoada. A solução era fugir, quanto mais rápido e para mais longe, melhor. Estava nesta casa há menos de dois meses quando MQT partiu em viagem de trabalho e D. Cão furou por entre as grades para fugir. Corri a cidade, mandei e-mails de alerta, desesperei. No dia seguinte, a chamada do canil. D. Cão lá estava, a fazer amigos. Feliz (e um bocadinho zangada, é verdade), lá fui eu buscar o dito. Sem apelo nem agravo, o veterinário do canil não foi de modas: só dali saía de chip e vacina, fosse magro ou não. Paga a vacina, o chip e a noite de alojamento, lá me foram adiantando que havia de receber uma carta da Direcção Geral de Veterinária, shame on me, pessoa negligente, com notificação de processo de multa. A tal da missiva não se fez esperar muito, dois meses depois lá estava ela, a comunicar-me que eu, infractora, incorria numa possibilidade de coima entre os € 50,00 e os € 3.740,00.

Vamos fazer um pequeno resumo dos acontecimentos:

1 - Pessoa adopta cão subnutrido e arranca-o do corredor da morte

2 - Pessoa respeita indicação de veterinária e decide compor a fisionomia do cão antes de o martirizar com picadelas várias

3 - Pessoa entra em pânico porque vê que o cão fugiu, vira a cidade ao contrário e, com sucesso, recupera-o

4 - Pessoa leva cão para casa pagando tudo quanto lhe cobram, acede a deixar que o cão seja picado, ainda que magro demais para isso, só para garantir que nada daquilo voltaria a acontecer

5 - Pessoa recebe carta a informar que fez tudo mal e, por isso, tem de pagar uma multa.

Este país deixa pessoas abandonarem animais na estrada, aceita que as pessoas se recusem a ir buscar animais, após leitura de chip, não tem moldura penal para quem maltrata animais. Eu, porém, podia vir a ser multada.

Em Junho lá fiz chegar à DGV a minha defesa, devidamente suportada por documentos da veterinária e da associação de animais que nos levou a conhecer D. Cão.

2009 chegou ao fim. 2010 apareceu. E acabou. Logo veio 2011, que também passou. Mudou o governo. Da DGV nada. Chegou 2012. Hoje, 3 anos e mais ou menos dois meses após eu ter apresentado a minha defesa aos senhores da DGV, a resposta. 6 páginas de uma missiva cheia de palavras rebuscadas, acentuação errada, pontuação mal aplicada, decretos de lei que não acabam, o veredicto...

Fui ADMOESTADA. Assim, em maiúsculas. A DGV mandou-me uma carta, enorme, com uma ADMOESTAÇÃO. O cão, esse, infelizmente morreu no Verão de 2010. Com um peso razoável, sem medo de barulhos estranhos, e após destruir várias portas e armários em noites de trovoada, D. Cão não resistiu a uma torção gástrica. Era um tonto que vivia feliz, jogava à bola e brincava com tudo o que caía ao chão. Custa-me ter uma carta que, três anos depois,  me ADMOESTE e que dite uma acção negligente da minha parte. Custa-me, também, que haja por aí tanto bicho a ser abandonado, maltratado e negligenciado e que recaia sobre mim um processo, agora arquivado, que leva alguém a escrever uma ADMOESTAÇÃO (assim, em maiúsculas) de 6 páginas, no âmbito do mesmo.

Em tendo tempo, digitalizarei o documento, vão ver que é um prazer ler tal obra literária. Até lá, fica a minha indignação.  

Autoria e outros dados (tags, etc)

Apanhado!!!!!

por Bad Girl, em 03.08.12

Depois há estes:

 

Primeiro vemos no perfil da Marta Leite Castro.

 

Depois vamos ao perfil da Fátima Lopes e achamos que já vimos isto em qualquer lado...

 

Entramos no perfil do Tiago, e vamos espreitar os likes.

 

 

Ele é a Luciana Abreu

 

A Diana Gomes da Silva 

 

A Dália Madruga,

 

 

 A sua irmã Núria

 

A Jéssica Augusto

 

A Mafalda Pinto

 

...

 

e tive de parar por aqui, que a pessoa tem de ir dormir e o não me parece que o Tiago vá dizer nada de novo a ninguém durante esse período de tempo.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pág. 1/2



Mais sobre mim

foto do autor


Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

Algo a dizer? BAD MAIL

badgirlsgoeverywhere (arroba) gmail.com

Bad face

Bad Girls go Everywhere - Blog

Promote your Page too

Importa lembrar, sempre


www.freetibet.org


(nem sempre consigo creditá-las. Serão retiradas se alguém se sentir lesado)

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2012
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2011
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2010
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2009
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2008
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2007
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2006
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D

(de borla, pelo menos...)

From Geek in Pink




Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.