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por Bad Girl, em 19.10.12
Tendo em conta que está cada vez mais longe o dia em que me farei transportar em avião privado, não me resta outra alternativa que não aceitar, resignadamente, a evidência: não posso escolher as pessoas que partilham o avião comigo. Infelizmente para mim, os aviões andam cada vez mais cheios e longe vai o tempo em que a única coisa que me chateava a bordo eram os berreiros infantis. Claro que esses continuam a chatear-me. Se os bebés não têm culpa das dores de ouvidos e da maçada que é a viagem para eles, os maiorzinhos também não têm culpa que os pais lhes permitam as corridas e gritarias corredor fora. Ilibadas não ficam as pessoas que 'galinham' o tempo todo, tal é a excitação da viagem, as que gritam de um banco para o outro, partilhando todo o tipo de ideias e piadas, nem as que riem desmesuradamente de tudo, durante todo o tempo. Sim, sou um bocadinho esquisita. Ou sei comportar-me em locais públicos e partilhados. É como preferirem. Adiante, as excursões em autopullman foram trocadas por viagens de avião. E eu, que tudo o que quero é dormir, que me lixe. Ou não. Que bela ideia, estúpida de tão atrasada que chegou, tive eu na minha última viagem: tampões para os ouvidos. Já tinha tentado o iPod, mas com música não durmo. E acabava por ser apenas a banda sonora para a barulheira. Agora não. Na Terça, considerando que o voo foi às seis da manhã, não apreciei da melhor forma este meu acessório. Mas hoje... Foi lindo. Era como ver um filme mau em mute. Maravilhoso. Meia dúzia de euro e um problema resolvido. Bad feliz, agora totalmente dedicada à causa de pensar como poderá contornar a coisa de levar algumas joelhadas nas costas das pessoas com bichinhos carpinteiros que viajam atrás dela. A coisa do virar para trás e pedir educadamente para terem cuidado com os joelhos chateia-me. É que sempre me respondem que não, não deram com os joelhos na cadeira da frente. Estranhamente, a pancada fantasma pára nesse momento. Viver em comunidade é tão difícil...

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Mensagem para os parvos dos noruegueses*

por Bad Girl, em 12.10.12
Malala Yousafzai, agora com 14 anos, luta pela vida por ter sido baleada pelos taliban. O motivo? Malala quis continuar a ir à escola. Aos 11 anos, Malala decidiu ir à escola, apesar da lei que proibia as meninas de ir à escola. http://www.publico.pt/Mundo/malala-yousafzai-a-menina-que-lutou-contra-taliban-luta-agora-contra-a-morte-1567128

Eis um boa ideia para o Nobel da Paz. Uma menina de 14 anos que pode pagar com a vida a "ousadia" de querer estudar. Mas a Academia prefere o 'incentivo' a uma 'união' desigual, desequilibrada e aparente. Paz? Claro. Das podres.

* O Nobel da Paz é decidido e entregue pelo comité norueguês, cujos membros são nomeados pelo Parlamento Norueguês. Academia sueca é para os outros.

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Filha, o moço só é rico, não é santo milagreiro.

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Passos Coelho acusou Jerónimo de Sousa de usar linguagem imprópria e de ser mal educado. O mesmo Passos Coelho que riu, às vezes à gargalhada, enquanto os oponentes falavam. O mesmo Passos Coelho que disse 'que se lixem as eleições' e 'porcaria na ventoinha'. Qual 'Eternal sunshine of the spotless mind', qual quê. Quem quer memória curta que vá para o governo.

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Desde que não seja eu a pagá-lo.

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Odeio a crise!

por Bad Girl, em 12.10.12

Administração do jornal Público decidiu acabar com o suplemento «Inimigo Público».

Isto é uma má notícia. Das reles, mesmo.

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Por acaso não quero. Só quero estranhar que um perfume que cheira àquilo ainda dure.
Provavelmente aquela frase ali de cima é um crime de moda. Ao nível da heresia. Temos pena.

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Ui, ela vai falar de futebol

por Bad Girl, em 10.10.12

Vai sim, senhora. Haverá os que concordam comigo. E haverá os que discordam. Haverá, ainda, os que se estão perfeitamente nas tintas porque futebol é uma coisa do povo e eles não são nada disso. Quero lá saber! Eu quero é falar de bola. Ou mais ou menos isso.

Desde sempre (ou terá começado há coisa de uns dois ou três anos, sei lá) que me parece que a pior coisa que pode acontecer a um jogador da bola é ter o pai como agente. Bem vistas as coisas, também acho que o mesmo se aplica aos cantores e actores e a gente que precisa de agentes em geral. Os pais não são bons agentes. Da mesma forma que não são os melhores amigos dos filhos. São pais e têm demasiados afectos para poderem ter a isenção necessária nestas coisas. Os pais têm de ser pais, não têm de ser outras coisas. E quando são outras coisas parece-me que a coisa dá para o torto. Ainda que achem sempre que eles é que sabem o que é melhor para os filhos. Por isso é que às vezes não lhes gostam das namoradas ou querem que eles sejam isto ou aquilo na vida.

Vamos a isto: eu gosto do Bruno Alves. Lamentavelmente, o Bruno Alves não quis ter um pai e um agente, preferiu ter um pai que é agente. A agravar a situação, o pai do Bruno Alves foi jogador da bola e algo me diz que foi aí que aprendeu a gerir carreiras. Claro que o Sr. Washington nunca passou do Varzim, mas isso agora - como diz a outra - não interessa nada. Sei coisa nenhuma sobre a vida do Bruno Alves. Partilhei com ele um momento de dor, estava eu à espera de ser chamada para a minha ressonância e ele chegou com o mesmo objectivo, tendo continuado eu à espera e ele lá se despachou, a tiracolo do pai, enquanto o Diabo esfregou um olho. Gosto do Bruno Alves como jogador e acho que a única razão que leva um gajo a fazer malas para ir jogar à bola na Rússia é o dinheiro (nada contra, atenção. Bad loves money tal qual a next person). A carreira morre lá, a vida tal como se conhece também se fina. Nada me tira da ideia que foi a grande boca do agente e a má gestão de carreira que levou o Bruno para São Petersburgo e não para Londres ou Manchester, onde eu acho que o Bruno Alves deveria estar. E agora que se coloca a possibilidade de ele regressar ao FCP, vem o pai agente dizer que tudo é possível, mas que há que ver a coisa do dinheirinho. E ainda junta esta pérola ao fluente discurso: "(...) porque os jogadores têm um tempo limitado de vida.". Desculpe? Isso são as efémeras, meu caro. As efémeras e as bombas-relógio. Os jogadores assim em geral não me parece. O que eu acho é que as pessoas deviam ter a gerir-lhes as carreiras (e as vidas) outras pessoas que sejam menos limitadas (ou mais espertas) do que eles.

Desculpem. Eu sei que este post não tem grande interesse, mas é um desabafo que eu precisava muito de fazer. Se querem tirar alguma coisa dele, podem sempre ficar com a ideia que eu acho que os pais são pais e é esse o papel que devem assumir. A tempo inteiro e em exclusivo (pronto, está bem, podem ir trabalhar). 

 

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Dos traumas de cada um...

por Bad Girl, em 08.10.12
Cá em casa acabou de se dizer:
- Daqui a pouco vai dar "Segurança Social".




(Era Nacional...)

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Depois de quase duas semanas fora de casa, sem colocar as vistinhas numa televisão ligada, aproveito a ausência do MQT do lar, doce lar (sim, somos pessoas muito viajadas que raramente viajam juntas...) para pôr a ressaca a léguas. Há aquelas pessoas que têm acesso à Casa dos Segredos 24 horas por dia. Uma semana a mim chegou, logo no início. Os cinco minutos que vi um destes dias para retomar o fio à meada, provocaram-me náuseas. Estarei grávida? Nem por isso, tenho apenas um limite para o número de rabos que consigo ver colados à câmara e, para mal dos meus pecados, naquele fatídico dia foram 3. Adiante, deliciada com as novas capacidades da minha fibra, que passam por poder ver tudo quanto quero que passou na semana passada e com a ausência do senhor que torce o nariz a tudo que meta sangue, vísceras, assassinos e operações policiais, lá me alapo com real categoria no sofá, manta e tudo, e toca de pôr a carnificina em dia: Mentes Criminosas acho que foram três. CSI foram em duas cidades diferentes. Já que ali estava, não custava matar saudades de Lost. E Sangue Fresco? Ao tempo que não espreitava... Ora chegada que foi a hora de ir dormir, lá me deixei viajar nos meus calmos sonhos até a cadela ladrar como se o mundo não passasse de hoje e houvesse, pelo menos, um ladrão, um assassino em série e um psicopata de género não identificado a invadir-me a casa.
Tranquei a porta? Da rua, não do quarto. Talvez seja melhor trancar a porta do quarto. Mas está tão quentinho na cama (sim, sou uma preguiçosa). Espera, isto foi um barulho? Não, é o vento. Mas não estava vento. O melhor é trancar a porta. Espera, são passos? Não, é só a cadela. Isto já são estas horas? Se calhar não vou dormir se não trancar a porta. Se entrasse aqui alguém, o que é que eu faria?
Em suma, duas horas depois, ainda com o coração aos pulos, já a cadela, essa cabra que me acordou (porque é que eu não vi antes o Encantador de cães, caramba?) dormia refastelada e eu continuava a imaginar cenários sangrentos e a conspirar sozinha sobre qual a melhor forma de deixar a vida facilitada aos forenses que cá viessem. Levantei-me. Tranquei a porta. Ninguém entrou. Eu perdi umas três horas de sono. Mas vi tanto programa maléfico... Quase valeu a pena.

Lição do dia: se quereis dormir em paz, trancai a porta. Se quereis dormir em paz e de porta aberta, não vejais programas com sangue. Se quereis dormir em paz e de porta aberta após terdes visto programas com sangue e fordes capaz, cuidado com as pragas. Minhas. Estão a caminho.

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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