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Desenganem-se...

por Bad Girl, em 31.12.12

As pessoas que vos mentem não o fazem para vos proteger, fazem para se protegerem a elas. Sempre. Não há excepções.

 

Lição tirada hoje, para acabar 2012 em beleza.

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Desejo para 2013

por Bad Girl, em 31.12.12

Que, em 2013, cada um de nós tenha exactamente aquilo que fez por merecer... em dobro.

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Balanço de 2012 e resoluções para 2013

por Bad Girl, em 31.12.12

2012 foi _____________________________________________ (preencher a gosto).

Em 2013 vou __________________________________________________(preencher a gosto).

 

Breve explicação de, em 2012, não ter levado a cabo nenhuma das resoluções:

 

_______________________________________________________________.

 

E pronto, é isto. 

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Irra lá para o descontinho...

por Bad Girl, em 28.12.12

Se vocês trabalham numa empresa que produza bens ou que preste serviços, é possível que tenham de conviver directa ou indirectamente com gente que compre o fruto do vosso trabalho. Feita que está a introdução, sou a informar que as pessoas que compram (todas, a certo ponto da vida – isto inclui eu própria) me metem nojo (isto não será para todos, certamente não será para mim). As pessoas, genericamente, perderam a vergonha, o discernimento e a noção. As pessoas querem um “precinho”. Não importa a razão, as pessoas querem “o melhor preço”, já não aceitam pagar algo sem um desconto. Porque é a primeira vez. Ou porque já não é a primeira vez. Ou porque é a coisa da crise. O país transformou-se numa Marraquexe imensa, onde as pessoas acham que estão a ser levadas por lorpas. Que as empresas se lambuzam com margens brutais. As pessoas perderam o respeito pelo trabalho dos outros. A crise deixou-os com o barómetro da decência avariado. As pessoas não querem abdicar de coisas. Querem que as empresas lhes permitam pagar menos pelos mesmos produtos ou serviços. Se eu olho para uma coisa e acho que ela não vale aquilo? Olho. Se eu penso que irei esperar pelos saldos para comprar esta ou aquela coisa? Penso. E espero. Mas que me caia já aqui um raio em cima se sou uma pessoa capaz de ir para um restaurante pedir para me oferecerem a entrada, dado é a minha primeira vez ali (já vi), de ir para sites de produtos cosméticos alertar para o facto de que me devem mandar amostras pois eu só comprarei depois de experimentar (também já vi) ou de ir para o balcão de um hotel dizer que viram um preço não sei onde e que, por estarem ali, acham que merecem um desconto (não é que também já vi?). Há toda uma nova cultura de regateio que eu abomino. Pode ser feitio. Pode ser defeito, mas não só não sou cúmplice como abomino a atitude desrespeitosa com que as pessoas decidem tratar a vida e o trabalho dos outros. O desconto tornou-se uma (estranha) forma de vida. As pessoas não sabem viver sem ele. De tal forma que estão dispostas a ser chico-espertas, desavergonhadas e até mal-educadas. As pessoas dedicam-se à pedinchice porque acham que é um direito que lhes assiste. Reivindicam preços mais baixos “porque isto está mau”. Querem pagar menos “porque a crise está aí e os vendedores devem querer ficar com os stocks, com aqueles preços”. Já tínhamos um país com parasitas, que vivem de coisas que o trabalho não lhes traz. Também já havia muitos “mascarados”, a viver além das suas possibilidades, vítimas de um estatuto a que aspiram. Agora a eles juntam-se os pedinchões, os “cravas”, os que acham que o dinheiro de hoje, apesar de menos, terá de servir para pagar as mesmas coisas, e que cabe aos outros resolver-lhes este problema. Estou farta. Farta de dizer “não!” ao descontinho da treta. Farta, farta, farta. A maior crise que este país atravessa, já o disse enésimas vezes, é a de valores. E de decência, permito-me acrescentar.      

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Parece que, sem mais nem porquê, já é giro ver novelas. Pessoas que eu nunca achei que vissem novelas, pessoas que eu sei que nunca viram novelas, agarram-se à Gabriela como se estivessem a beber a última Coca-cola do deserto. O meu irmão, que é só canal 2 e isso, que parece que vai ficar cego se calhar de parar os olhos na TVI por mais de vinte segundos... agora é todo dado à Gabriela. O cérebro já não lhe vai secar por ver uma novela, aparentemente. Eu não vejo a Gabriela. Não vi a Gabriela quando passou a primeira vez, por razões óbvias, e não vejo agora. Mas sou a única da "minha rua" ao que parece. Ainda ontem, num jantar com amigos todos "pipi" (são do lado do MQT, claro), éramos os únicos (para além dos que vivem na diáspora e não têm como) a não ver tamanha obra-prima. Vamos lá ver uma coisa: é uma telenovela. Pode ser a melhor telenovela do mundo, não sei e estou-me nas tintas, mas é uma novela. Passou a ser chique ver novelas, é? É uma coisa para pessoas culturalmente avançadas? Fala-se da Gabriela nas tertúlias? No Parlamento? Gabriela is the new black (sem trocadilhos)? O que é que aconteceu para, de repente, o visionamento da telenovela ser uma coisa da qual as pessoas se orgulham? Ah, que saudades dos tempos do "telenovelismo" envergonhado. Do "novelas? Não vejo isso...".

E depois da novela, o que farão as pessoas? Deixam de ver novelas porque nothing compares to you, Gabriela? Ou vêem, porque agora já podem, a Gabriela abriu-lhes os olhos para novas possibilidades? E a 2? Podem voltar a ver a 2? Ou a televisão ganha anticorpos e salta esse canal, ofendida com a troca? E a seguir? Já podem ver a TVI? Já assumem começam a ver a Casa dos Segredos? Depois da novela, pode ser tudo, não é?

Não é uma novela, é a Gabriela.

Sim, maninho, claro que sim. E aquilo que eu te fiz no carro não é uma mossa, é a Gertrudes.

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Contando com este...

por Bad Girl, em 27.12.12

... este blog tem 3041 posts.

Pelo menos 2500 devem assegurar-me vida até aos 120 anos.

 

Já avisei MQT querido que não pode nunca mais reclamar da minha fúria ao volante. Afinal só estou a tentar evitar um cancro. 

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... que "fazer um desenho" chega a ser pouco para classificar os seus actos.

Portanto, há um aquário num centro comercial na China, mesmo em frente à zona de cosméticos (cosméticos e China, lembram-se?).

O aquário rebenta (ninguém sabe como) e desagua em cima das pessoas e dos cosméticos - no vídeo, destroços claros das "bancas" da Dior, da Clarins e da Shiseido. Os pobres animais, como sempre nisto, morrem. Há feridos e há estragos. Eu vejo a mensagem "a morte dos animais para fazer cosméticos há-de cair-vos em cima". Mas isso sou eu, que sou uma lírica.

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( a da televisão, não a do Facebook... essa é do Pedro)

Eu cá não sei o que é que o PPC anda a fumar, mas eu quero um bocadinho para me ajudar a passar 2013. Eu juro que, merecesse a pessoa algum crédito, eu tinha já estourado uma pipa de massa por conta do maravilhoso ano que se avizinha.

E já que está tão moderninho e isso, com mensagens no Facebook e tudo, talvez não fosse pior arranjar um blogue e mostrar-nos o que ganharam a Laura e a pimpolha no Natal. Aposto que foi uma coisa cheia de restrições...

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Caro Pai Natal,

por Bad Girl, em 24.12.12

Disseram-me que não existias. Mas também me disseram que 2013 marcaria o princípio do fim da crise, por isso não sei bem o que pensar. Como estou naquela fase em que estou por tudo, o melhor é mandar-te esta missiva e olha, seja o que o Pai Natal quiser.

Sinceramente tenho muita coisa, não estou assim a ver nada material de que precise. Gostava de um buldogue francês e de uma viagem à volta do mundo, mas isso pode esperar.

Também podia armar-me em boazinha e pedir paz no mundo e o fim da crise. Mas isso era eu a ser desinteressada e o papel não me assenta bem.

O que eu gostava mesmo de te pedir, Pai Natal, era a cabeça do Relvas. Não precisa de ser uma cabidela pegada, com a cabeça numa bandeja e o corpo estendido no chão a espernear. Nada disso. Quando digo cabeça do Relvas quero que a cabeça dele role. Repara, Pai Natal, isto que te peço não é um presente egoísta. Não. A par com a coisa da pacificação do mundo, é das coisas mais altruístas que me lembro. A nível de impossibilidade está mais ou menos ombro com ombro com o fim da crise, ou não achasse eu que o Relvas é parecido com um daqueles bonecos do “Zé sempre em pé” que parece que vai cair e… ei-lo outra vez! Talvez, Pai Natal, este meu pedido colida com o pedido que o Relvas te fez no ano passado ou há dois anos. Sim, porque um gajo que tem uns pés tão argilosos aguentar-se estoicamente e ainda por cima com a bênção do seu cavaleiro armado, que calha de ser também Primeiro-ministro, soa-me a milagre. E dos bons. Por isso é que eu acredito que tu existes. E que és capaz de fazer prodígios dos bons, na categoria do milagre. Assim sendo, Pai Natal, era isto. Um milagre que tratava, mais do que de me fazer bem a mim (já visto o 34, não preciso de vomitar de cada vez que o “Zé sempre em pé” me aparece na televisão), ao povo em geral, que não percebe porque é que paga o salário de tão inútil, mentirosa e pouco ética criatura, que nada faz além de tentar vender o país a saldo a amigos a quem tem de pagar favores – alegadamente, claro. Depois era uma mão que davas ao PM e ao resto do Governo. Aparentemente o PM baralha um bocadinho a coisa da amizade com a coisa do trabalho, e tem alguma dificuldade em fazer com o Relvas aquilo que faz connosco: exigir, demandar e mostrar-se inflexível. Posto isto, e já que o homem não larga o tacho e que o PM não larga o homem, caberá a ti, Pai Natal, fazer este milagre.

E era só isto. Deixa lá o buldogue francês e a volta ao mundo para anos melhores.

Feliz Natal.

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É preciso ser-se não só acéfalo como obeso. Como é que uma alma mentecapta se encontra com um corpo tão cheio de banha é coisa que me ultrapassa. Aquilo que está na porta do meu carro requer que tu tenhas um pandeiro do tamanho de uma rulote de farturas. Não foi um toque que fez aquilo. Foi um rabo tão lontro e um cérebro tão desmobilado que, atrevo-me a dizer, acha normal que a porta bata no carro do lado, pelo menos - suponho - umas seis vezes.
Desejo que haja um bando de piolhos que corra na tua direcção e te deixe tão comichoso(a) que as unhas te arranquem parte do couro cabeludo. Isso e uma obstipação que dure aí uns quatro dias. Como é Natal, tempo de perdão e amor, fico-me por aqui. Boas entradas, sim?

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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