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Vamos lá a isto!

por Bad Girl, em 31.12.13


(Não se preocupem comigo, este post foi agendado...)

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(Meu) 2013 em apenas uma imagem

por Bad Girl, em 31.12.13


(Garanto que levei o cão, a bicicleta e nadei. Porque os obstáculos, depois da surpresa inicial, é que dão graça à coisa)

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... Excepto a esperança. E essa ninguém nos tira.

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Andei ali pelo Custo Justo...

por Bad Girl, em 29.12.13
... E vi coisas muito boas.

Temos o hushy:


A pariagem:


Sapatos de festa ou réveillon, não queiram cá andar com eles noutras alturas:


Ou o suporte para o tejadinho:

É um admirável mundo novo.

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Claro que não valeu a pena, mas...

por Bad Girl, em 29.12.13
Parece que é altura de balanço. Para quem lê este blogue não será surpresa que 2013 foi um ano de merda para mim. Isso genericamente, mas eu sou pouco dada a generalidades, como saberão. Vamos lá por partes: 2013 foi o melhor ano profissional que eu tive. E eu trabalho qualquer coisa como 50 a 55 horas por semana (se contarmos as viagens e o tempo passado ao computador em casa). Ora se considerarmos que há 52 semanas no ano e que 4 serão de férias, estamos a falar de cerca de 26% do meu ano. Não é mau. 26% do meu ano foi de qualidade superior. Dormir também nunca terá sido problema, tirando uma ou outra excepção. Falamos de 25% do tempo, vá. 51% do meu ano foi bom, portanto. Os outros 49% são o que se sabe. Um destes dias falava com uma amiga e comentava que, obviamente, nada disto valeu a pena. Não sou magnânima o suficiente para achar que valeu a pena ter tido a minha mãe um trimestre inteiro internada, metade do tempo sem sabermos bem porquê ou para quê. Não sou generosa o suficiente para achar que valeu a pena perder o meu tio logo a seguir. Também não sou louca que chegue para achar que valeu a pena ter cancro. Não valeu a pena. Mas serviu para tanto que só poderá perceber quem passou por elas. As coisas acontecem. Connosco, à nossa volta, à nossa frente. Elas acontecem e não há nada que possamos fazer para as parar. Mas o que fazemos com aquilo que nos acontece é connosco. E podemos ficar agarrados à ideia do que poderia ter sido, caso as coisas não tivessem acontecido, ou podemos lutar. Temos direito de fazer aquilo que bem entendermos, é cá connosco. Até podemos fazer as duas coisas no mesmo dia, na mesma hora, em minutos diferentes. Mas, se me perguntarem a mim, não valerá muito a pena estar agarrado ao que poderia ter sido. Cansa muito. E ou temos energias para a luta ou para lamentos. A energia não dá para tudo, garanto. Dar graças. Este ano, pela primeira vez na vida, achei que devia dar graças. Patética, não? A vida dá-te um cancro e tu queres dar graças. Não. A vida deu-me um cancro mas também me deu uma nova clareza de espírito. Mentia se dissesse que já não me chateio com pequenas coisas. Que já não me zango no trânsito, que já não me aborreço com coisas do trabalho. Chateio-me na mesma, mas com frescura. Aconteceu, aborreceu, passou. Mas quis dar graças, quero dar graças, tenho uma boa vida. Sou feliz. Tenho amigos, tantos amigos. Amigos que me ligam, amigos que me visitam, amigos que me escrevem, amigos que me lêem. Tenho família, uma família pequena e unida, uma família cheia de energia positiva para me dar, uma família que me rodeia e não me desampara nunca. Tenho um homem como haverá poucos por aí, que me trata como uma princesa e que me enche de amor todos os dias. Tenho a sorte de ter uma careca perfeitinha, ainda que não a desfile muito por causa do frio. Tenho a sorte de reagir bem aos tratamentos, na maior parte das vezes. Tenho a sorte de ter um emprego, de poder continuar a trabalhar, numa empresa que me respeita, que aceita a minha condição às vezes menos disponível. A doença não me define. Não define o meu ano. A doença é uma coisa que eu tenho e que, se tudo correr bem, hei-de vencer tão breve quanto possível. Não é o que eu sou. Eu sou muito mais do que a doença. 2013 não foi o meu ano. Não foi um ano bom. Foi um ano cheio de coisas que não valeram a pena. Mas, ainda assim (ou por isso mesmo) é um ano pelo qual quero dar graças.

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Compreendo, mas não aceito

por Bad Girl, em 28.12.13
Os Bombeiros Sapadores de Setúbal, moços de físico bem trabalhado, decidiram fazer um calendário "erótico". Não sei se o título foi dado pela imprensa ou pelos próprios, a verdade é que (pelo que vejo nas fotos - http://www.tvi24.iol.pt/fotos/1/341999) não passam de fotografias de homens em tronco nu, agarrados ao material. Não é a esse, é a mangueiras e machados e isso. A ideia não é nova, na América é mato, mas não deixa de ser boa. Os senhores, que não só arriscam a vida para salvar os outros (haverá coisa mais cristã do que essa?) decidiram fazer um pouco mais, com o objectivo de doar o dinheiro à Cáritas. Esta, por seu turno, recusou. Deve estar com excedente de donativos. Eu compreendo, indo ao site da Cáritas que a coisa do "erótico", ainda que light, possa causar alguma confusão. São, claramente, uma instituição que se associa à Igreja. E todos sabemos que erótico e igreja não combinam. Às claras, pelo menos. Isso na missão. Já os valores são cristãos. Eu acho sempre que escolher de onde vem a ajuda, quando somos pobrezinhos, é parvo, mas quando só,os responsáveis por pôr comida na mesa de quem precisa roça o negligente. Até porque a Cáritas faz peditórios na rua. Eles escolhem quem mete a moeda na ranhura? E o IRS? Se eu quiser consignar o meu IRS à Cáritas? Eles quererão saber como é que eu ganhei o dinheiro que consta nessa declaração? E, melhor, se os bombeiros vendessem os calendários e, muito caladinhos, transferissem o dinheiro? O NIB da Cáritas é público.
Eu percebo tudo. Na minha vida também sou fiel a certos princípios, dos quais não abdico. Mas isso é na minha vida. No meu trabalho cedo em algumas coisas, pois alguns dos meus princípios não se aplicam ali. E do meu trabalho não depende a comida na mesa de pessoas. Já aqui disse uma vez ( http://girls-go.blogs.sapo.pt/773899.html) e volto a dizer que não aceito que quem gere instituições de caridade não esteja acima de determinados preconceitos, olhando para o bem final. Mas devo ser eu.

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Os homens e o Natal II

por Bad Girl, em 23.12.13
Bad - Estou mesmo orgulhosa de mim. Contas feitas, fiz as compras de Natal gastando cerca de 30% do meu subsídio.
MQT - Não estás a contar as coisas que compraste para TI, pois não?
Bad:

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A outra

por Bad Girl, em 23.12.13
Imaginem que se chamam Maria Silva. E que têm um email que é maria.silva@aquele-mail-do-google-que-toda-a-gente-tem.com. Começam a receber emails que não parecem ser spam, de uma escola no Brasil, com trabalhos e planos curriculares. Ora vocês, não sendo professores nem brasileiros, estranham. Pelo menos ao quinto email, ou isso. E vão verificar o endereço. Que diz mariasilva@aquele-mail-do-google-que-toda-a-gente-tem.com. Ah, falta um ponto, é isso. Mas o dono do mail-do-google-que-toda-a-gente-tem garante-me que sim, que aquela sou eu. Para que se saiba, sou professora em Fragulhos ou coisa que o valha. Entretanto o tempo vai passando e sou convocada para reuniões de condomínio, reuniões de professores, jantares de amigos... Num email desses jantares de amigos eu tive a amabilidade de enviar um email de resposta a todos a explicar que esse email da Maria Silva estava errado, alguém que a avisasse. E coloquei em spam. Junto com os emails da escola e outros que ia identificando como sendo destinados ao meu outro eu. No Verão a vida começou a correr mal à minha homónima de terras de Vera Cruz: o banco começou a enviar-lhe "convites" para negociar uma dívida. Até me passou pela cabeça avisar o banco da falta de sucesso que iriam ter, mas banco que não se digna a mandar uma carta registada com uma ameaça a sério não merece a minha consideração. Se a mensagem que eu enviei via amigos à outra Maria Silva lhe chegou ou não, não sei. Pelo menos uma vez por mês tenho uma informação do Google a dizer que foi criado um email alternativo associado ao email que é meu (é burra, a criatura, apre!) e que precisa da minha validação. E eu faço um manguito. Anular o email da outra não é possível até porque, ao que parece, ele não existe mesmo, o mail-do-google-que-toda-a-gente-tem.com assume o "não ponto" por isso mesmo. A senhora é que acha que sim. E inscreve-se em sites de compras online. E o banco, agora já com advogado, continua a mandar ameaças. Também deixou de pagar o condomínio. Comprou esta semana um bilhete de camioneta para ir para o Rio de Janeiro e inscreveu-se num site de sexo online. Se aquilo é o meu outro eu, estou um bocado desapontada comigo outra.

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Óculos para galos. Ando há uma vida inteira à procura disto. É bom, porque os galos não "garreiam". Também não galam. O que, sendo galo, me parece aborrecido para o bicho.

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Caro Pai Natal,

por Bad Girl, em 22.12.13
Eu não devia falar-te, que tu és gajo para não me ligar nenhuma, mas como eu sou persistente vou pedir-te um presentinho. Nada que te custe muito, creio. Talvez até te dê algum gozo.
Então, caro Pai Natal, gostaria que fosses a Loures entregar um telemóvel que seja bastante completo ao mentecapto que quer trocar um de dois cockers bebés por um desses. Fazias o favor de pegar no telemóvel, completo, e espetavas com ele na cremalheira do indivíduo, está bem? Muito grata. Ah, e traz o cão. Algo me diz que ele não está muito bem instalado.

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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