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Já este aqui...

por Bad Girl, em 28.11.14

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Um actor, um carro e um telemóvel. É isto.

E basta.

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Deixemo-nos de filmes e falemos de cinema

por Bad Girl, em 28.11.14

Boyhood não é - não vai ser - o filme da minha vida. É simples, ambicioso (fingindo não ser), e percebo perfeitamente o buliço à volta dele. O caminho, que nós também testemunhamos, é o que vale mais a pena. A história não é especial, mas as vidas de uns e de outros (e a nossa) não têm de o ser. O filme não vai além disso, do retrato da vida comum que, na maior parte vezes não tem lugar no cinema. O amor, o carinho e a dedicação são evidentes e é aí que este filme se distancia dos outros. É uma obra de persistência, mas não é mais do que um projecto original. Uma história "queridinha". É imperativo ver. Mas não vai mudar vidas.

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Pelas 37 mulheres que nos deixaram este ano, às mãos dos monstros que as deviam amar

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A única pessoa que conheço que foi presa (detida, whatever), foi-o no local de trabalho, a meio do dia, no meio dos colegas. Não corria risco de fuga, aparentemente nem sabia que estava a ser investigada, a polícia sabia onde vivia e os seus hábitos. Não houve flagrante delito, e o crime (apesar de hediondo) não foi de sangue. Nesse dia a notícia foi servida nos telejornais (foi assim que eu soube) e no dia seguinte fazia capa de jornal. Nesse dia, e durante semanas ou meses, pormenores do caso foram expostos, discutidos, revelados. O modus operandi pode não ser o correcto, mas quem está a tentar fazer de Sócrates um mártir ou quem vê por trás da 'humilhante' detenção uma cabala devia mudar o argumentário. Sócrates só não teve tratamento especial. Porque, convenhamos, é um cidadão como outro qualquer. Por outro lado, apraz-me perceber que ninguém (de entre as viúvas e os órfãos do senhor) põe em causa o conteúdo, apenas a forma. Diz-me muito, isso.

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A sério, Facebook, a sério???

por Bad Girl, em 18.11.14

Deves estar com os algoritmos aos saltos, ou o camandro!

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Por aqui vamos assim...

por Bad Girl, em 18.11.14

Não raras vezes e pelas razões mais descabidas do mundo (trabalhar ao fim‑de‑semana, atender chamadas fora de horas, passar uns dias fora de casa), no último mês e pico tenho andado a dizer a MQT "tu é que me obrigaste a aceitar este emprego!". Ele, obviamente, já não me liga nenhuma nestas coisas. Não é uma inverdade, mas ele 'obrigou-me' porque eu precisava muito daquele empurrão. Por uma razão que me ultrapassa (vai-se a ver e é PDI), desenvolvi nos últimos anos uma enorme resistência à mudança. Tanto que, quando me convidaram para fazer parte de um outro projecto, subida hierárquica, mais dinheiro, melhores condições, eu... hesitei. Hesitei mas de um hesitar tão irracional que, quando liguei para o meu actual chefe a informar que aceitava a proposta, suava em bica. Eu não transpiro. No Brasil, no Verão, na sauna. Não transpiro. Quase nunca. Ainda bem que ele me 'obrigou'. Ele, bicho carpinteiro sempre ávido de novos projectos, não conseguia perceber o porquê da hesitação. Não entendia qual era a dúvida. A dúvida, explico-lhe eu, era um enorme buraco negro, cheio de incertezas. A dúvida era o desconhecido. Hoje, um mês e pico depois, agradeço que ele me tenha 'obrigado' a aceitar um desafio que eu, lá num fundinho do meu ser, achei não ser capaz de vencer. E, não fosse ele, talvez eu tivesse transpirado menos, ao dizer 'não'. Hoje quase não me lembro do que deixei para trás há tão pouco tempo. Sou assim, hesito em mudar e depois nem chego a sentir falta. Às vezes tenho saudades de pequenas coisas. Afinal, o meu emprego anterior não me fazia infeliz. Gostava da equipa, de quem me custou separar. Gostava do trabalho, que executei bem. Gostava dos colegas. O salário não era mau. Não pagava o meu trabalho, isso nunca paga, mas não era mau. Contudo, quem se pôs a jeito para receber convites fui eu. Subconscientemente? Inconscientemente? Não sei. Sei que li algures que 85% das pessoas não deixam as empresas, deixam os chefes. E isso há-de ser verdade.

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Carrie Mathison é a rainha da Morrinhanha. Vamos na quarta série de Homeland e o meu bocejo não podia ser maior. Lembro-me de me ter sentido assim uma única vez na vida, quando abandonei "Evita" a menos de meio, enfastiada com tanta coisa má a acontecer em simultâneo. Adiante, para a quarta série os guionistas despacharam Brody. Faz sentido. Na primeira série, Carrie, uma espertíssima e focada (mas já marada dos cornos) agente da CIA, andava ceguinha de obsessão com o recentemente aclamado herói Brody. E fez ela bem, que o gajo não era de fiar. Era um brilharete pegado, não tivesse ela dado um tiro no pé e não estivesse já de asa caída para cima do terrorista. Vai daí, passamos a segunda série a amparar as quedas do terrorista, que afinal era um fofo e estava, vá-se lá saber como, "curado" de tendências terroristas. Na terceira série o ruivo levou pancada de criar bicho e andou de país em país, como é habitual quando se é só a pessoa mais procurada do mundo. Da obsessão de apanhar o terrorista em falso passa à obsessão de provar que ele, afinal, não é terrorista e progride para a obsessão de encontrar o terrorista, que acumula funções com o amor da vida da psicopata, e chega ao fim da terceira série com uma nova obsessão: a de limpar o nome do ex terrorista, ex herói, ex fugitivo e actual pai da criança. Inevitavelmente Brody fecha a terceira série a espernear um último fio de vida, enforcado em praça pública. Foi-se Brody e, com ele, a única pessoa não doida da série. Mas, esperem lá... Ei-lo de volta, já ao episódio sete, a bailar numa alucinação da gaja mais chanfrada dos cornos que podiam encontrar e que, obviamente, está só à frente de uma delegação da CIA num sítio onde precisam de uma gaja alucinada a tomar decisões, tipo Paquistão. Claire Danes passeia-se nesta série com olhos esbugalhados e cara de psicopata. É tudo o que faz. E já enjoa. A mim, pelo menos. E o Quinn, meu Deus, como é que ele ficou tão maricas? * Terra inventada

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Querido Facebook,

por Bad Girl, em 14.11.14

Que sugiras que eu fique amiga da atrasada mental que me tentou queimar aqui há uns tempos porque queria o meu lugar para ela chateia-me mas não me intriga, afinal temos uma catrefada de amigos em comum. E da ex-mulher de MQT? Chateia-me menos mas também não me intriga. Afinal, somos muito modernos e também temos uma batelada de amigos em comum. Sossegai, MQT não é um deles. Já nem vou falar-te da inconveniência que é sugerires-me ex-namorados, como se eu quisesse muito que eles vissem as minhas fotos na praia. Quer dizer, eu bem podia ser amiga daquele que me augurou um "tu hás-de morrer sozinha!", só para ele ver as fotografias de casal e perceber que não serve para vidente. Também, é só mais uma coisa para a qual não serve. Não chato mas intrigante q.b. é tu me sugerires David Carreira como uma pessoa que eu talvez conheça. Claro que sim, Facebook, porque é que não hei-de conhecer? Amigos em comum não temos, mas o Facebook não se deixa enganar por essas coisas. Ele acha que não pode ser, uma moça tão jeitosa tem mesmo de conhecer rapazes garbosos e com os cereais todos em dia. Eu diria que é um pouco jovem para mim, mas há-de haver um algoritmo lá pelo Facebook que acha que sim, que eu talvez conheça David Carreira. Olha, Facebook, a poder ser, eu preferia que tu achasses que eu talvez conheça o outro irmão. Cá por coisas.

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...

por Bad Girl, em 07.11.14

Como esta coisa dos workshops está na moda, estava aqui a pensar e, da próxima vez que estiver em Londres, vou aproveitar para dar uma 'perninha' nesse segmento. O meu workshop será destinado a frequentadores do metro, mas algo me diz que se aplicará a outras pessoas. Então, o título será "O civismo não provoca impotência. É seguro praticá-lo.", e terá os seguintes módulos: 1 - Filas: introdução. Conceitos básicos. Aula prática. 2 - A carruagem não é o meu caixote do lixo. Neste módulo vai trabalhar-se a ideia de que o lixo que se faz na carruagem não explode nas mãos de quem o faz, se for levado para fora e colocado num caixote do lixo (PowerPoint com imagens de caixotes do lixo). 3 - Desmistificação da existência de magia a 'bordo': as grávidas/ velhinhos(as)/ pessoas com crianças não desaparecem se fizermos de conta que estamos a ler ou a mandar mensagens, ainda que estejamos nos assentos prioritários para eles (PowerPoint com fotografias de velhinhos, grávidas e crianças de colo em geral). 4 - Porque é que as outras pessoas têm fones, se a minha música dá para todos? Aula pratica que consiste em colocar os praticantes desta modalidade numa cabine fechada com a música do Miguel Araújo a tocar em loop. 5 - O de baixo não é meu: reaprender a olhar por onde se anda, essa actividade tão exigente. 6 - Desmistificação da existência de magia a 'bordo' II: o metro não anda mais depressa só porque eu estou a bloquear a saída. Noções básicas de física. E, para já, para curso básico, parece-me que chega. Dependendo do sucesso deste workshop, poderei trabalhar num outro mais avançado mas, para já, estou certa de que Londres não está preparada. Nem um mindinho.

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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