Já aqui falei nela. A princesa das virgens portuguesas, certamente cansada de esperar que o seu príncipe apareça do nada e queira deflorá-la à maneira antiga, decidiu mostrar atributos, talvez na esperança de acrescentar candidatos à aparentemente inerte lista de espera que se forma para tentar agarrar a sua virtude. Se esta campanha de Natal não funcionar, quando chegar a Janeiro faz promoções.
Nos tempos do liceu eu tinha uma colega, catequista e activista religiosa, que também jurou a pés juntos que havia de casar virgem. E casou. Porque, ao que parece, sodomia não é sexo.

