Enquanto se negociava, em Lisboa, o Orçamento de Estado, o amigo Sócrates pegou na sua gravata azul e no seu amigo ditador e rumou a Norte, na esperança de criar uma bela manobra de diversão. Exactamente na altura em que mete a mão nos bolsos dos portugueses, o "engenheiro" pede ao amigo "índio" que espalhe a notícia: ele quer comprar barcos, computadores e mais de uma mão cheia de produtos produzidos no país governado pelo seu bom amigo Sócrates. Tudo isto, promete o P.M., vai gerar empregos. Tudo isto, promete o P.M., vai gerar receita. Tudo isto, insinua o P.M., graças às boas relações que mantém com o tal ditador. Como não creio em coincidências e acredito que não há almoços grátis, ainda era menina para gostar de saber quais são as contrapartidas.


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