Hoje vai ser um dia cheio de missivas, em havendo tempo e em a Zon não arranjando a avaria técnica tão cedo (algo me diz que posso ficar descansada quanto a esta última).
Missiva 1, cá vamos nós:
Mark, Mark, Mark... nem sei por onde começar... primeiramente dir-te-ei que és um bocadinho parvo, que é coisa que não me surpreende muito. Dir-te-ei também que o parvo eu aceito, mas que o estúpido é coisa para me deixar um bocadinho triste. Logo eu, que tantas esperanças depositei em ti durante a minha juventude. Eu, que achava que tu ias longe quando, à boleia da fama do teu irmão, tiravas fotografias em cuecas e sacavas umas primeiras partes de concertos. E chegaste longe, como se vê. Razão ninguém ma tira, claro está. E agora? Chegaste longe e fazes o quê com isso? Olho para as tuas declarações (espero francamente que continues a andar à boleia, mas agora só entendo que seja de alucinogénicos) e a estupefacção não me abandona. Isso de fazer filmes está a dar-te uma náusea mental, não está? Falando do 11 de Setembro, diz o bom do Mark:
Detenho-me no mais importante, o sangue teria apenas atingido a primeira classe. Até porque o Mark não é gajo para ir atrás de terroristas para os matar, eles que venham ter com ele à primeira classe que ele dá-lhes cabo do canastro. As outras pessoas que iam nos aviões (RIP), dividem-se entre o azarado e o atadinho. Azarados porque não tiveram o Mark (ou deverei dizer o Incrível Mark?) no avião com elas. Atadas porque não foram capazes de dar conta dos terroristas, como o Mark teria feito, sem nunca sair do 3B e, permito-me imaginar, sem nunca entornar o copo de whisky.
Eu gosto muito da coisa da liberdade de expressão e acho que sim, é bom a pessoa cuspir o que lhe vai na alma. Já quando vejo pessoas a vomitar anormalidades é que fico com saudades da outra senhora, que queria deixar a democracia em standby durante uns tempos. Eu faria o mesmo mas com a liberdade de expressão e só para algumas pessoas.


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