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...eu estarei aqui para ti, Lucy. Sempre. 

Acompanhei a declaração do vosso amor ao mundo, como se o mundo estivesse interessado. Foi há três anos. Quase.  Depois houve a coisa de quererem vender o vosso amor ao mundo. E eu, Lucy, sempre lá. Até quando quiseste pôr os cães do Yannick com dono, Lucy, lá estava eu, para te lembrar que quem não respeita os animais não merece respeito de ninguém. Se eu tenho um especial prazer na tua desgraça, Lucy? Se eu embirro particularmente contigo, Lucy? Não, nem por isso. Para a pessoa que está por detrás deste ecrã, cuja única embirração contigo será a mesma que tem por todas as pessoas que precisam muito de mostrar ao mundo que estão apaixonadas e felizes, tanto faz se estás casada, solteira, se és feliz ou não. Regra geral quero que toda a gente seja feliz. Não por generosidade, apenas porque a vida me tem ensinado que as pessoas felizes têm menos tendência para (tentar) fod£r a vida aos outros. Já para o alter ego, Lucy, aquela que as letras aqui escritas reflectem, tu és um  pratinho cheio. Depois da virgem Margarida (que, desde a efeméride não tem dado à costa), tu és a "figurinha pública" preferida do alter. Cada um com as suas manias, vá-se lá perceber... 

Em honra da Lucy, das suas fadinhas e do seu amor que nunca mais ia acabar mas oooops, o final estava já ali, tentei arranjar a música da moda. Não ficou grande coisa, a métrica não é o meu forte, as rimas nem sempre saem bem, mas é uma coisa para a Lucy, caramba, se ela não se preocupa com os nomes das filhas, por que razão me havia eu de preocupar com a métrica?

 

Toda a gente sabe que as fadas são parvas
Deixam magias por fazer
E casamentos mesmo a arder.

São bem piores que larvas, bem piores que larvas.

Toda a gente sabe que as fadas são parvas.

 

Toda a gente sabe que as fadas são burras
Fazem merda, assustam-se e somem
Já vejo as coisas turvas.

E fiquei sem homem, e fiquei sem homem.
Toda a gente sabe que as fadas são burras.

 

Mas as fadinhas das outras não
Porque as fadinhas das outras são
Fruto de outra imaginação
Que não de um cérebro em putrefacção

Mágicas criaturas, com asinhas a bater

Que servem para fazer feitiços noutro casamento qualquer.
E tudo o que fadas não...
Tudo que as fadas não...
Tudo que as fadas não...

As fadinhas das outras são
As fadinhas das outras são.

 

Toda a gente sabe que as fadas são falsas
Escolhem-nos o gajo errado
Acertam mesmo ao lado.

E achava eu que usava calças, que usava calças.
Toda a gente sabe que as fadas são falsas.

 

Toda a gente sabe que as fadas são lendas
Fizeram-me casar com o urso
Não adiantou ganhar o concurso.

E fiquei sem prendas, eu fiquei sem prendas
Toda a gente sabe que as fadas são lendas

 

Mas as fadinhas das outras não
Porque as fadinhas das outras são
Fruto de outra imaginação
Que não de um cérebro em putrefacção

Mágicas criaturas, com asinhas a bater

Que servem para fazer feitiços noutro casamento qualquer.
E tudo o que fadas não...
Tudo que as fadas não...
Tudo que as fadas não...

As fadinhas das outras são
As fadinhas das outras são.

 

FIM

 

Lucy ama Yannick para sempre até à crise dos sete anos até ao dia.

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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