
... não quebra. Só isso pode explicar a energia com que eu ando hoje, como se nada se tivesse passado. Sim, dói-me um pouco o abdomen, e ainda estou meio enjoada, mas nada, e digo NADA me deita abaixo. Nem mesmo uma porcaria de uma bactéria com um nome de tia de Cascais, como é a salmonela.
Nesta altura sei de uma pessoa que está a tirar imensas ilações destas minhas poucas frases. Sim, porque diz o meu amigo SL que tudo o que eu escrevo aqui dá para descortinar alguns traços da minha personalidade, ir ao mais intimo e profundo do meu cérebro. Para ele, a blogosfera não é mais do que um enorme centro de psiquiatria, onde nos deleitamos a dizer tudo o que nos vai na alma, como se num divã estivessemos deitados... Apesar de a ideia não me parecer mal e de isto até ser terapeutico, confesso, permito-me discordar nos mais variadissimos aspectos desta teoria que PODE até ter algum fundo de verdade:
1 - Se isto fosse assim tão terapeutico e revigorante como uma ida bem sucedida até ao psiquiatra, eu não escreveria só entre 1 e 3
posts por dia. Passava o dia nisso.
2 - Os psiquiatras já não têm divãs.
3 - As mulheres são matreiras: mostram o que querem mostrar. Na vida ou nos blogues.
4 - Metade do que eu escrevo aqui é inventado. Ou então é só esta frase que é inventada... quem sabe?
Como podem verificar pela ausência de interesse deste
post, eu sou bem capaz de escrever muita coisa sem dizer absolutamente nada (Fidel, querido, cuida-te), nem mesmo de incluir uma única mensagem subliminar... ou será que tem?