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Duas histórias, uma imagem

por Bad Girl, em 27.07.11

História I - quão Xexé é preciso ser-se?

No passado Sábado liguei para a minha amiga "X". Não falava com ela desde Janeiro, tirando uns "likes" e uns comentários no Facebook.

A conversa foi mais ou menos assim:

 - Estou?

 - Olá, X! Quando é que vais parir?

 - Na segunda.

Bla-bla-bla-bla-bla-bla....

 

Desligo o telefone, e digo ao MQT:

 - É verdade, a X. está quase a fazer anos... deixa-me lá ir ao Facebook ver quando é. 

No Facebook, a surpresa: o aniversário da X. era.... no Sábado. Dotada de um jogo de cintura que só eu, volto a ligar para a X.

 - Então, ligo para te dar os parabéns, começamos a falar do puto e eu esqueço-me?

Surpresa 2, a resposta:

 - Não te esqueceste. Deste-me os parabéns logo no início da conversa.

Moral da história I: os meus amigos podem não ser melhores do que os vossos, mas são certamente mais xexés (proporcionalmente a mim, deverá dizer-se).

 

História II - a visita

Hoje fui ver a X. mais o seu pimpolho, mas a criança perdeu todo o interesse quando vi as instruções do telefone da (preparem-se, isto vai ser legen...wait for it... dário*) Celestial Ordem Terceira da Santíssima Trindade (que data de mil nove e noventa e seis, que isto nada mudou no mundo das telecomunicações desde então):

 

 

A imagem não está grande coisa, porque o flash podia incomodar a criança...

 

Portanto, a coisa processa-se assim:

1 - Levantar o auscultador e não desatar a fazer coisas. Esperar pelo sinal de falar. Com calminha, que aquilo pode levar um nanossegundo, e não estamos aqui para aturar a pressa de ninguém.

2 - Marcar o 9 e ouvir tocar. Nada de começar a falar para o boneco, ou para o sinal de chamada. Até porque isso seria um bocadinho estúpido.

3 - Quando a chamada for atendida, converse. Não seja mal-educado. Se já chegou até aqui, completando com sucesso os dois primeiros passos da tarefa, faça o favor de dar à língua.

4 - Quando a conversa acabar, desligue o telefone. Não deixe o auscultador colado à orelha, porque, entre outras coisas, não dá jeito nenhum para dormir. 

 

Moral da história II: os meus amigos podem não ser melhores do que os vossos, mas estão mais bem preparados para comunicar telefonicamente.

 

* Só para quem vê How I met your mother.

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E agora, só para os que têm iPhone...

por Bad Girl, em 10.06.11

Começo este conforme acabo os outros posts que falam dos meus amigos. Eu sei que eles podem não ser melhores do que os vossos mas, neste caso, todos convirão que são muito mais à frente.

 

A aplicação, co-criada pelo meu amigo Hugo chama-se piictu, é grátis, tem o OK da Apple, e vocês vão querer fazer download aqui. Talvez um dia o Hugo faça o favor de adaptar a versão para Android. E talvez um dia o Hugo fique rico e se lembre que eu falei do piictu aqui no blogue e que mereço uma coisa bonita de presente. Aceito jóias. 

 

Por cada iPhone que não tenha piictu, há uma nespereira que morre...

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Mas o que este blogue pode fazer, porque é meu e porque eu faço o que bem entendo com ele, é apresentar-vos o novo negócio dos meus amigos. Obviamente eu não vos apresento todos os negócios dos meus amigos, mas deste vale a pena falar. Primeiros, porque mete carteiras. Segundos, porque é um negócio com preocupações ecológicas. Terceiros, porque envolve aquelas bolhas dos envelopes almofadados, sabem? Posto isto, apresento a minha carteira (que eu paguei, não há cá borlas), que tem um nome (é só ver aqui), mas eu não ligo a essas mariquices. Os meus amigos abraçaram as Big Bubble Bags há pouco tempo e precisam que as pessoas os obriguem a largá-las. Por causa do ROI, ou lá o que é.  Ah, mas é plástico... pois é. Mas é só ver as wishlists das fashionistas, que até têm cócegas no pipi só de pensar nas carteiras de plástico da Furla. Ah, mas só estão à venda nos Armazéns Marques Soares e no Muuda, e eu não sou do Porto... sim, e compras online é uma coisa que vos foge horizonte, querem cá ver? 

 

Façam-me lá a vontade, que eu peço-vos pouca coisa em troca de tudo quanto vos ofereço: primeiros, amigam-se com as BBB no Facebook. É só fazer "Gosto". Segundos, vão ao blogue ver o que podem comprar. O terceiros é fazer uma encomenda, mas pronto, nisso já vos dou alguma liberdade.

 

Eu bem podia ter aproveitado isto para fazer um passatempo...

 

Jonas, vês porque é que algumas empresas não deixam os bloggers darem largas à sua imaginação no que toca a publicidade? Podia sair-lhes alguém como eu...

 

Os meus amigos podem não ser melhores do que os vossos. Mas lá que têm negócios mais giros, lá isso... 

    

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A ver se me faço entender...

por Bad Girl, em 10.05.11

Conheci a minha amiga Ambrósia (nome fictício) quando ela namorava com o meu amigo Bráulio (nome fictício). Nessa altura, o Camilo (nome fictício) estava apaixonado por ela. Nunca trataram de se relacionar biblicamente. Ela não queria nada com ele. Depois a Ambrósia (nome fictício) deixou o Bráulio (nome fictício) e eu fiquei fodida com ela e deixei de lhe falar durante anos. Depois fomos para a neve os três e eu pensei que estava a ser idiota, por estar chateada com ela quando ele (que foi quem sofreu) se dava lindamente com ela. E depois ficamos amigas. E eu apresentei-lhe o meu amigo Dário (nome fictício), e eles ficaram amigos. E depois ela apresentou o Camilo (nome fictício) ao Dário (nome fictício) e eles apaixonaram-se.

 

Os meus amigos podem não ser os melhores do mundo. Podem não ter os melhores nomes fictícios do mundo. Mas enrolam-se entre si como ninguém!...

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Para arrumar com isto de vez

por Bad Girl, em 14.10.10

Os senhores do Facebook têm razão. Eu não me chamo Menina Má. Em breve também descobrirão que eu não me chamo a outra coisa que lá está e voltam a arrumar comigo. Há regras. Certo. Nada contra. Imagino que se o George Michael quiser abrir uma conta no FB só possa fazê-lo usando o nome verdadeiro, que é Georgios Kyriacos Panayiotou. Porque para os senhores do FB há nomes verdadeiros ou falsos. Não há alter egos. Ou nomes artísticos. É tudo uma de duas coisas. Se, por exemplo, eu quisesse abrir uma conta com o nome "Maria Silva", já podia. Maria Silva é um nome. Não é o meu, mas não haveria maneira de aquela gente alguma vez saber isso. Sabendo que, provavelmente, a conta actual está por dias, peço-vos a gentileza de fazerem o seguinte: enviarem-me um email com o vosso endereço do FB. O objectivo da conta sempre foi estar mais próximo de quem gosta de me ler. Nunca foi fazer um grande burburinho, nem sequer ocupar tanto espaço que incomode meia dúzia de gente absolutamente recalcada e com pouco chão para limpar em casa (copiei de um comentário que vi sobre o assunto, adorei). Podem também sugerir nomes giros para eu adoptar, como Kátia Esperança ou Soraya Vanessa. Lá encontrarão apenas as coisas do costume, os posts do blogue para comentar e um ou outro bitaite que vá alegrar a vossa vida. Como disse por ali num comentário na wall da página de fãs que a Vânia criou, sou pouco apegada às coisas. O que estava naquele perfil do FB não se recupera. Mas há mais de onde tudo aquilo saiu: a minha brilhante cabeça. E essa, vem sempre comigo. Se quiserem vir comigo também, num dia que isto volte a dar para o torto, o endereço de email está ali ao lado. Não posso, contudo, deixar de fazer um pequeno reparo às redes sociais e arranjar aqui um paralelo com as relações, até para fugir ao tema de vez. Passei umas horas com o Badoo e ele ficou devastado quando o deixei. Este gajo, ao fim de mais de um ano, muda a fechadura, sem sequer me pôr as malas à porta, e nem água vai. Há redes sociais, tal como há homens, muito imbecis.    

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Always look at the bright side of life

por Bad Girl, em 13.10.10

Hoje cancelaram-me a conta no Facebook.

Às vezes é preciso que aconteçam coisas assim. Porque percebi (mais uma vez) que este blogue me trouxe mais coisas boas do que más. A Teresa apressou-se a ajudar-me a lidar com os senhores do FB. O Afectado solidarizou-se via email. A Vânia criou um clube de fãs. A Mariana, a Andreia e Blue 258 (que não consigo linkar) não tardaram em manifestar o seu apoio. Tudo isto em algumas horas. Gentinha recalcada é o que não falta por aí. É como as contas do FB. Mas gente com carácter? Ah, pois é... 

  

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Rancorosa? That's me!

por Bad Girl, em 08.10.10

Às vezes há pessoas que fazem mal aos meus amigos. Eu ganho-lhes um ódio do tamanho de um bisonte. Adulto. Às vezes os meus amigos perdoam as pessoas que lhes fizeram mal, relevando o mal que elas lhes fizeram. Eu continuo a ter-lhes ódio. Por vezes essas pessoas, que fizeram mal aos meus amigos, são namorados e namoradas dos meus amigos. E, eventualmente, até casam com eles. Continuo a nem poder olhar para a cara delas. A racionalidade dos amigos nem sempre é a melhor. E, quando se mistura o amor nisto tudo, a coisa fica pior. Não adianta dizerem que quem ficou magoado foram vocês. Que, se vocês perdoaram, eu não tenho o direito de continuar com o ódio. Vocês foram magoados. Certo. E a dor de ver um amigo sofrer? E a vontade de espancar violentamente a pessoa que vos fez mal? E os choros? E as horas de ombros emprestados? Se querem que vos diga, só perdoo os meus amigos por perdoarem quem lhes fez mal porque são meus amigos. E por eles faço tudo. Até relevar a estupidez. E eternizar ódios.

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Mulheres que se amam de menos

por Bad Girl, em 14.09.10

 

No Brasil há, já há muitos anos, um grupo de apoio chamado MADA. MADA significa mulheres que amam demais anónimas. O conceito pode ser alvo de algumas piadas. As malucas. As que tentam matar-se porque não recebem uma chamada. As que perdem a cabeça porque ele não atendeu ao terceiro toque. As que cheiram a roupa do marido quando ele chega a casa. As que controlam o telemóvel, seguem, perseguem, ameaçam. As que acabam por morrer ou matar. Essas. As loucas. Conheço uma dessas loucas. A existir Deus, ele saberá tão bem quanto eu o quão urgente é tratá-la. Parece que mais ninguém vê. Chamam-lhe ciúmes. Um exagero de ciúmes. Mas pronto, cada um é como é e nós não nos metemos na vida de ninguém. O problema da V. não é o M., namorado com quem vive agora. Tal como não foi ex-marido, que acabou por traí-la como ela tantas vezes acusou, nem o M., o primeiro namorado que eu a vi perseguir. O problema da V. é a V.. E somos nós: os amigos e a família, que nunca tivemos a coragem de a mandar tratar-se. Que sim, afinal eles acabam todos por deixá-la, algumas vezes enganam-na, tal como ela suspeitava, por isso ela tem razão. Coitada, tem azar. Coitados, têm azar (digo eu). Ninguém nunca deixa a V. Ninguém tem essa coragem. A V. ameaça matar-se, a V. ameaça matar. A V. diz que faz a vida negra, a V. faz cenas, escândalos. Já ninguém liga, fica cega com os ciúmes, coitada, não é boa da cabeça. Mas tem sempre razão, mete-se sempre com escroques... O que acontece não é isso. Uma vez, há alguns anos atrás, numa conversa séria, expliquei à V. que aquilo não é um comportamento normal. Que não aceito que haja pessoas que são íman do que quer que seja nesta vida. Que acredito, isso sim, que eles fiquem numa situação de “perdidos por cem, perdidos por mil”, “se tiro a fama, tiro o proveito”. A V. foi ao psiquiatra. Depressão, foi a sentença. Andou feita zombie durante o tempo que durou o tratamento. Durante esse tempo não quis matar ninguém. Agora, que está há quase seis anos numa relação estável com um indivíduo cultural, física e intelectualmente inferior a ela (às vezes a “segurança” paga-se cara), a V. voltou a passar-se. E eu já vi o suficiente para deixar de achar graça, já apanhei demasiados cacos para achar normal, já gastei tudo quanto é latim que tinha à disposição da V. Porque se ela ama demais os outros ou se se ama de menos a ela eu já não sei. Mas não dá para ajudar quem recusa ajuda. Já não dou ombros, passei essa fase. Dou abanões, se ela estiver disposta a ouvi-los. Levo ao médico, se ela estiver disposta a tratar-se. Estupidamente acreditei que pudesse ter acabado. Como se os vícios se largassem assim, da noite para o dia.   

 

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Um amigo meu (que sabe perfeitamente da existência deste blogue mas recusa a sua leitura porque - imagine-se! - não tem paciência) foi de férias lá para o outro lado do Mundo. Onde conheceu (biblicamente, ao que parece) uma americana do Kentucky. Não estando de modas e com o pezinho a fugir para o chinelo, lá fui eu avançando a piada:

 - Olha, é contra o McDonald's, mas lá que foi ao Kentucky Fried Chicken...

 

Pronto, era só isto. Podem avançar.

 

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Dos amigos

por Bad Girl, em 08.09.10

Às vezes estou num cruzamento, parada atrás de alguém. E, enquanto o condutor que está à minha frente decide esperar o momento certo, eu rogo-lhe pragas. Juro - mas juro mesmo! - que teria passado (pelo menos) três vezes enquanto o pateta não arranca. Por isso não entendo quando, por vezes, há um idiota atrás de mim que buzina ou dá sinais de luzes. A mim! Logo a mim, que espero o momento exacto para avançar. Nem um carro antes, nem um carro depois. Acontece o mesmo quando entro em rotundas. E piscas? Eu cá fico doida com aqueles que dão pisca quando a faixa obriga a ir naquela direcção. TODOS sabemos que é para ali que ele vai. Em todas as outras circunstâncias, é ver-me ligar o pisca. Está bem que estou enfiada numa fila na faixa da direita enquanto o transito flui nas outras faixas. Mas não é garantido que eu queira mesmo sair ali. E aqueles totós que fazem 25 manobras para fazer uma mísera inversão de marcha? Eu? Eu faço o número perfeito de manobras para conseguir fazer inversão de marcha. Está bem que há quem consiga fazer aquilo de uma vez só, mas isso é porque têm carros mais pequenos.

Ora eu não vim para aqui falar de condução (deixei o estacionamento de fora por razões que agora não interessam). Este post, parecendo que não, é sobre a amizade. Porque me custou ter tido de conviver com o P. um destes dias. Imaginar que a L. o perdoou tira-me do sério. Imaginar que a L. o perdoou E voltou a aceitá-lo na vida dela chega a revoltar-me o estômago. Pensar que ia ter de estar com o P. dilacerou-me as entranhas. Eu havia de lhe dizer das boas... ai havia! Depois parei para pensar: talvez a L. prefira entrar na rotunda sem ver o trânsito que vem. Fazer a inversão de marcha de uma só vez. Por muito que me custe engolir, ela escolheu-o. Outra vez. Ela sabe o que ele lhe fez. Ela sentiu o que ele lhe fez. Eu emprestei o ombro. Mas não sofri por ela. Porque as pessoas, por muito que queiram, não partilham a dor com os amigos. Emprestam-lhes os ombros. Sentem outra dor. A dor de ver um amigo sofrer. Mas aquela dor não é nossa. Nosso é o ombro que, sabemos quase certamente, iremos ter que emprestar outra vez.     

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Mais sobre mim

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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