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Ainda o cio

por Bad Girl, em 09.11.06

Tenho duas versões distintas sobre a duração do cio nas coelhas:
1ª) Acontece uma vez por ano e dura 20 dias.
2ª) Acontece uma vez por mês e dura 5 dias.

Mas porque é que ninguém ainda me deu aquela versão de:
3ª) Acontece uma vez na vida e dura 10 minutos?

É que seja lá qual for, eu não aguento a Maria Nicolau com aquele mau feitio!

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Já não bastava ser gaja...

por Bad Girl, em 08.11.06





...e ainda por cima está com o cio, o raio da coelha. Está insuportavel, não come, ataca-me (estou com um pulso todo arranhado) e ainda faz ruídos estranhos, tipo um gato irritado.



Ah, esqueci-me: oferece-se coelha. Amorosa. Ver fotos!
Urso não incluido.

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E depois do Crash no meu blog?

por Bad Girl, em 04.11.06

Quinta-feira foi um daqueles dias em que a manhã correu para chegar, como se me chamasse ansiosamente para aquele dia que me esperava. Pudera, tinha tantas partidas preparadas para mim que não podia esperar que eu me deparasse com elas, para se rir, histérica, enquanto eu tropeçava em algumas atrocidades que o dia me havia reservado.
Saio de casa para dar de caras com um trânsito menos engarrafado do que nos outros dias. Muita gente a fazer ponte, pensei enquanto delirava com a ideia de chegar a horas ao trabalho - coisa que acontece quando Sua Majestade o Rei D. Carlos celebra os seus aniversários. Chegada à Boavista deparo-me com o primeiro tropeço: não havia lugares para estacionar em lado nenhum! De cinco minutos adiantada passo a estar 45 minutos atrasada. Como pessoa bastante concorrida (!), eu tenho dois telemóveis. Um não tinha bateria, outro não tinha crédito (quer dizer, tinha, mas eu deixei passar o prazo de carregamento). Não avisados do meu atraso, os meus colegas começam a stressar. Uma estava de ponte, três numa formação, sobrava o Stussy, cujo trabalho é andar fora do Burgo, eu - quando chegasse - e duas estagiárias! Chegada ao burgo dou por mim a deparar-me com uma pequena partida: terça-feira, antes do feriado, os computadores estiveram off toda a tarde, pelo que o acumular de trabalho não passava de uma evidência. Ar de recém chegada, trabalho por fazer a rodos, e eis que me deparo com o Big Boss (aka Deus), que decidiu fazer uma visita relâmpago ao burgo. Reuniões e mais reuniões, com breves intervalos para algum trabalho efectivo. O almoço? Empadão de atum :P. Não bastava a correria em que se transformou o meu dia, e abro o documento informativo do meu curso, que começou ontem. Mais uma belíssima noticia: afinal, a sigla MBA serve também para "Meu Boyfriend Antigo", já que uma das cadeiras vai ser ministrada por ele. Em total desespero e a escassos milímetros de pôr em prática a ideia de cortar os pulsos (e não na vertical, que isso é só para chamar a atenção, mas na horizontal, à séria), decido ir jantar. Se o repasto do meio-dia foi delicioso, a noite preparava uma nova surpresa: fígado. Não aguentava mais: ou saia dali, ou dava em doida. Chegada a casa e pronta para bater nas teclas do portátil como se a minha vida dependesse disso para vos contar estes episódios, mais uma brincadeirinha do Universo: Blog? Puft. Já tentei encontrar melhores palavras para explicar o que aconteceu, mas Puft é a ideal. Classificado já como o dia mais f*d*d* deste ano que está prestes a terminar, a Maria Nicolau decide fechar a coisa com chave de ouro: depois de praticamente recuperados os posts do meu blogue, e de terem sido dadas como MIA todas as alterações ao template, tcharan (também conhecido como a cereja em cima do bolo): um estouro na cozinha. Senhora Dona Coelha achou por bem saltar para cima da mesa (que tem mais ou menos 20 vezes o tamanho dela), bater na jarra, que entornou a água em cima da minha carteira (para as meninas, uma Mandarina Duck que me custou os olhinhos da cara e só não custou mais olhinhos porque foi comprada em Andorra, onde são mais baratas), e depois caiu no chão, inerte e em pedaços. A destruidora de lares estava muito sossegada, na casa dela, talvez na vã esperança que eu achasse que tudo tinha sido obra do vento! E pronto, foi esta a minha quinta-feira, e a isto se deve também a falta de posts neste intervalo de tempo por cá. É que entre os estragos, as aulas, as reuniões, e o trabalho, sobra-me apenas algum tempo para chorar a minha carteira, morta para o Mundo!

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É gaja!

por Bad Girl, em 12.10.06



Pois é, já estava a prever. Mas ontem tive a certeza: o Nicolau não é um coelho. Contra todas as minhas expectativas, ele é uma ela.


Agora que eu sei disto, ela que se livre de mexer nas minhas coisas!

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Nicolau, ou Nicole?

por Bad Girl, em 06.10.06


Ontem procurava alguma informação sobre coelhos anões na internet, quando fui tomada por uma dúvida terrível: pelas caracteristicas de comportamento, pelo e tamanho, o meu Nicolau deveria ser uma Nicole. Completamente inglória foi a minha busca por provas fisicas na anatomia do pobre animal. Nada me iria fazer chegar a uma conclusão. Hoje, mais atenta, cheguei a conclusões muito importantes:
O Nicolau é avesso a que peguem nele, que o tratem.
O Nicolau só vem ter comigo quando eu não lhe ligo nenhuma.
O Nicolau não quer saber dos meus mimos, até eu o começar a ignorar.
O Nicolau só quer saber de comer, e deixa tudo desarrumado.
Por muito que eu lhe chame a atenção, o Nicolau volta sempre a repetir os mesmos erros.
Está resolvido o mistério: é macho, não há dúvidas!

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Exótico????

por Bad Girl, em 14.09.06

Uma das coisas mais giras que já me aconteceu desde que tenho o meu Nicolau, passou-se hoje à tarde. Fui ao veterinário, e passo a citar a conversa:
- Boa tarde, eu tenho um coelho anão, e gostava de marcar uma consulta para lhe cortar as unhas.
- Ah, mas nós aqui só tratamos cães e gatos. Não tratamos de animais exóticos.
Exóticos? Mas desde quando é que um coelho é exótico?
Enfim...

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O Nicolau tentou suicidar-se

por Bad Girl, em 20.07.06

Oh, pá, não entendo os machos. Nós tratamos bem deles, damos-lhes carinho, comidinha, água, trocamos a areia frequentemente, e como é que eles agradecem? Penduram-se no parapeito da varanda (ainda não percebo como é que uma coisinha que nem 20 cm tem consegue saltar para cima de um muro que tem 6 vezes o seu tamanho!!!), prestes a dizer adeus à vida!
Posto isto, fui obrigada a tomar uma decisão drástica: o Nicolau volta para a marquise, eu volto a ter a varanda só para mim (estou em vias de investir numa espreguiçadeira), e se ele realmente se quiser suicidar, sugiro-lhe a leitura (mais visionamento, para ser exacta), do livro "Bunny Suicides", de Andy Riley. Pode ser que fique com algumas ideias novas. Se não quiser, vai continuar a ter de conviver comigo diariamente. É a chamada 'morte lenta'.

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Os mimos dos ‘avós’

por Bad Girl, em 28.06.06

Depois de um fim de semana fora, fui buscar o meu Nicolau a casa dos meus pais. E, como prova que os avós são sempre os que estragam os ‘pequenos’ com mimos, cá estão as imagens de um belo fim de semana de coelho… Aproveitam e ficam a conhecer o famoso Nicolau que, apesar de feio (como diz a minha mãe), é o coelho mais lindo do (meu) Mundo.

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A culpa não é do coelho

por Bad Girl, em 21.06.06

Pois é. Isto de morar sozinha é muito complicado. É que, quando acontece alguma coisa, não tenho ninguém para culpar. Afinal, só me sobra mesmo a minha estupidez. Se não, vejam: tinha eu uns quadros para colocar na minha parede, quando decidi que não queria fazer furos. Por isso, arranjei uma cola teoricamente super potente, que prende tudo e mais alguma coisa. E lá vou eu, que não percebo nada das leis da física e ainda acredito no Pai Natal, colar os meus quadros na parede. Mas não pensem que eu sou assim tão crédula. Antes de me atrever a deixar os quadros sozinhos ali, postos contra a parede, ainda tive o discernimento (será?) de os mexer bastante e, já convencida de que aquilo sobreviveria a um terramoto, fui deitar o Nicolau e fiz o mesmo comigo. Estava eu já a sonhar, quando oiço um estrondo. Nesta parte da história convém dizer que, para além de eu não ter audição periférica, quando estou a dormir, fico um tanto ou quanto acéfala (para os leigos, burra como uma porta!). Acordei, subitamente e, qual terá sido a primeira coisa que me passou pela cabeça?
C*b*ão do coelho mandou qualquer coisa ao chão.
Neste momento eu não sabia sequer onde estava, por isso:
1 - Lembrar-me que tinha colado os quadros?
2 - Lembrar-me que o coelho tem menos de 300 gramas e quase nem tem força para arrastar a tigela da comida?
Nããã.
Só depois de me levantar e ir ver o óbvio: que o bicho estava sossegado da vida dele, com tudo o que o rodeava no seu devido lugar, é que me ocorreu que TALVEZ o barulho tivesse vindo da sala. E pronto, lá estava, o meu pobre quadro caído no chão.
Qualquer pessoa com dois dedinhos de testa (ou acordada q.b.) saberia que a atitude mais inteligente naquele momento seria retirar o quadro que resistia firme e hirto na parede, antes que se repetisse o acontecimento.
E eu, fiz isso? Não, demasiado fácil.
Imaginem o que aconteceu por volta das cinco da manhã...
E de quem é a culpa? Do coelho. Afinal, ele devia ser capaz de destruir coisas, só para eu poder comprovar as minhas teorias...

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Torre dos Clérigos, obra de Nicolau Nasoni


Ainda não estava lá em casa sequer há 24 horas, e já eu era obrigada a fazer cedências por causa do Nicolau.
Pouco passava das 10 da manhã de Domingo, quando o despertador tocou (reparem, eu usei manhã, Domingo e despertador na mesma frase). Arrastei-me para o chuveiro a tentar mentalizar-me que depois do duche e do prato de cereais, teria mesmo de ir ao hipermercado do elefante para comprar areia para o coelho. O parque de estacionamento não denunciava o que por lá dentro havia: um verdadeiro freak show ou, se preferirem, o circo das aberrações:
- Senhoras e senhores, meninos e meninas, venham ver a mulher peluda, o homem da meia branca por debaixo da sandália, o fato de treino lilás, e as maiores variações da bandeira portuguesa: em top, em saia, em peúga, em fita do cabelo, em cobertor de bébé... Tirem-me daqui, eu já não aguento!
Em abono da verdade, admito que a secção de rações para animais estava bem mais calma que a secção dos congelados, dos brinquedos ou das roupas. Aliás, eramos só dois. Perfeitas anormalidades no epicentro de um tornado de mau gosto: eu de calças brancas de corrida, sapatilhas e T-shirt cor camel. Ele de calças de ganga e T-shirt branca (olhos verdes, moreno, alto e giro). Foi no momento em que desliguei o telefone, que serviu para desabafar parte da minha fúria por estar ali naquele dia e àquela hora, que ele me disse:
- Pois é, parece que andamos os dois perdidos.
Ao lado dele, um carro com dois sacos gigantes de comida para cão. Aos meus pés, um cesto com 2,5Kg de areia para coelho.
- Desculpe?
- Não pude deixar de ouvir a conversa. Também me esqueci de comprar comida para o cão. Fui obrigado a vir para cá hoje.
- Eu não posso dizer o mesmo. É o primeiro dia do coelho lá em casa. Ainda estou a fazer um check list.
- Como se chama o teu coelho?
- Nicolau.
- De Breyner?
- Não, se tiver de ser de alguma coisa, é de Nasoni.
***Conversa, conversa, conversa***
Carissimos (mas principalmente carrissimas), já diz o ditado que quando se fecha uma porta, eis que se abre uma janela, e nem sempre podemos falhar. Então não é que o meu congénere de compras afinal é arquitecto (como o Nicolau Nasoni himself)? Achou imensa piada, e eu dei-lhe o meu número de telefone. Vamos tomar café amanhã. Afinal, já diz o povo, que nada é melhor para uma ressaca de whisky que um escocês puro???

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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