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Trocando por "miúdos"

por Bad Girl, em 04.01.12

Ida primeira ao veterinário, onde se descobre que Sô Dona Cadela, vá-se lá saber como, "ganhou" uma gastroenterite e se coloca a possibilidade de ser algo mais sério porque, e passo a citar a veterinária: "estava com muito má cor".

Cadela colocada a soro, pata rapada, sangue tirado, picadela com medicação aqui, outra picadela com medicação ali.

A conta:

 

Ida segunda ao veterinário, para mais soro, mais picadelas, resultados de análises, ração de dieta (à base de lagosta, aposto).

Diagnóstico: gastroenterite. Pura e simples.

Total da conta:

 

 

Tive muito gosto, sim? 

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Tirando do contexto...

por Bad Girl, em 29.12.11

De maneiras que foi assim: a J. ligou-me a pedir um "Nenuco" emprestado para levar a uma festa (façam como eu, não perguntem). Eu virei a casa da minha mãe de pernas para o ar e lá desencantei o "Nenuco".Fiquei de o levar amanhã para o trabalho (!) e ela de passar por lá para o ir buscar. Duas horas depois a J. liga-me, informando que a avó do C. morreu e que ia ao velório. Disse-lhe que ia com ela (ao quinto velório de toda a minha vida). Combinamos que ela me dava um toque e eu saía de casa. Aproveitava e levava-lhe o "Nenuco". Deu-me o toque. Eu saí. Carteira debaixo de um braço, "Nenuco" debaixo do outro. Nem sinais dela. Passam carros. E pessoas. A vizinha da frente lá mete conversa:

 - Então, menina, na rua com este frio?

E eu, carteira debaixo de um braço, "Nenuco" debaixo do outro, respondo-lhe o óbvio:

 - Vou a um velório.

 

A J., essa, tinha ficado presa num semáforo. 

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As pessoas não me merecem...

por Bad Girl, em 20.07.11

Lá no emprego novo estou rodeada de benfiquistas. O recrutamento, obviamente, não foi feito por mim. Hoje, a coisa passou-se assim:

A - Até amanhã!

B - Vais ver o glorioso? (Cuspo, cuspo)

A - Vou. Joga com o Toulouse.

Bad - To lose? Nada que não estejam habituados. 

 

UMA. Houve UMA pessoa que se riu. É uma desilusão atrás da outra...

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Depois deste episódio, as ervas (e demais legumes) que se salvaram ficaram sem nome. As etiquetas (as que havia) desapareceram na "caça ao tesouro" de Sô Dona Esgaravatadora. Portanto, para além das óbvias, há uma série de ervas (e legumes) que começam agora a rebentar terra afora que não se parecem com coisa nenhuma. Uma delas intriga-me de sobremaneira, tal é a boniteza de sua ramagem. E a conversa foi assim:

 - Gostava tanto de perceber o que é aquilo...

 - Não sabes o que compraste?

 - Não sei tuuuudddooo o que comprei.

 - Tem ar de funcho.

 - Pois. Se calhar é funcho. Eu acho que comprei funcho.

 - Tu gostas de funcho? - isto ele perguntou com ar de desprezo.

 - Acho que não. Mas gosto do nome: fun-cho. 

 

E mais vos digo: se aquilo for mesmo funcho, para além do nome, tem uma ramagem toda catita. Foi uma bela compra. Isso de se cozinhar tudo o que se planta é sobrevalorizado.

 

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A ver se me faço entender...

por Bad Girl, em 10.05.11

Conheci a minha amiga Ambrósia (nome fictício) quando ela namorava com o meu amigo Bráulio (nome fictício). Nessa altura, o Camilo (nome fictício) estava apaixonado por ela. Nunca trataram de se relacionar biblicamente. Ela não queria nada com ele. Depois a Ambrósia (nome fictício) deixou o Bráulio (nome fictício) e eu fiquei fodida com ela e deixei de lhe falar durante anos. Depois fomos para a neve os três e eu pensei que estava a ser idiota, por estar chateada com ela quando ele (que foi quem sofreu) se dava lindamente com ela. E depois ficamos amigas. E eu apresentei-lhe o meu amigo Dário (nome fictício), e eles ficaram amigos. E depois ela apresentou o Camilo (nome fictício) ao Dário (nome fictício) e eles apaixonaram-se.

 

Os meus amigos podem não ser os melhores do mundo. Podem não ter os melhores nomes fictícios do mundo. Mas enrolam-se entre si como ninguém!...

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Do óbvio

por Bad Girl, em 10.05.11

Sabemos que falhamos REDONDAMENTE na escolha da nova cor de cabelo quando (estando ele fogosamente vermelho), NINGUÉM tece o mais pequeno comentário sobre o assunto. Nem o típico "pintaste o cabelo?"... Se eu precisasse de apaziguar a alma, diria que são umas invejosas. Mas não. E, pelo menos, fico a saber que não são hipócritas!...

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Comunicado

por Bad Girl, em 04.05.11

Gostaria de informar todas as pessoas que estão convencidas que é melhor adoptar cães adultos, porque estes não estragam coisas, que tenho ali cerca de 10 variedades de ervas aromáticas que podem provar o contrário.  

Oh, coitadinho do canídeo, não tem entendimento.

Pois. E o tomilho tem, querem ver? Estava ali sossegado da vida, a fazer olhos ao cebolinho enquanto catrapiscava a hortelã (todos com um cheiro fantástico, donos de um ar viçoso de fazer inveja à salsa) e dá-se-lhes a todos um ataque a quatro patas que as criaturas nem viram o que raio lhes aconteceu. 

Bater na puta cadela não é permitido, o MQT não deixa. Por isso, se calhar, era melhor ninguém passar perto de mim nos próximos 3 dias. 

 

Sabem aquela coisa que as pessoas costumam dizer: "gostava de ter uma casa com jardim, para ter um cão"? Think again. Ou jardim ou cão. Não dá para ter as duas coisas. 

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Dos Quim Costas da vida

por Bad Girl, em 09.03.11

Se há uma coisa que ainda me deixa com a pulga atrás da orelha é a incapacidade que as pessoas têm de ligar o filtro.

Em Dezembro de 2006 (há mais de 4 anos), passei-me pela primeira vez com o Blogspot e tive um caso (foi mais um fogacho) com o Wordpress. Depressa voltei para o primeiro marido (o Sr. Blogspot), do qual me divorciei mais tarde a fim de viver com o Sr. Sapo, com quem sou feliz até à data.

 

Estupidamente ainda não percebi porque é que eu não cesso de me surpreender com o facto de, 4 anos depois, ainda receber comentários no dito blogue. Desta vez foram três de seguida, do Quim Costa, personagem com um problema para resolver com as mulheres. Vamos a isto: no dia 12 de Dezembro de dois mil e seis, dizia eu "Entre quinta-feira da semana passada e quarta-feira desta semana, já me ofereceram:
Um cruzeiro no Queen Mary II. Quatro (sim, quatro!) bilhetes para o teatro. Um free pass para um Spa. Eu sei que estamos quase no Natal. Mas se o espírito natalício já está assim ainda o mês esta a começar, é melhor dizer aos meus pais para só deixarem a árvore de Natal da sala, e tirarem todos os móveis, para ver se arranjamos espaço!". Primeiro, deixem-me só fechar os olhos e recordar esta época. Hummm, bom. Agora ouçamos (?) o que o Quim tem para dizer sobre isto: "Quem é o parvinho que ainda oferece presentes a mulheres? Talvez ainda haja um parvo ou outro que ofereça um ramo de flores, depois e leve a jantar fora, para depois se por de joelhos e  oferecer um anel  ao meio do jantar e dizer aquelas palavras que por vezes se diz apenas por dizer,(meu docinho, meu amor da minha vida, meu coração, casa comigo), e elas pensando para elas (já tenho um otário para casar).". Quim, deixa-me que te diga que, para além de um problema com as mulheres tens um problema com a pontuação. Para a pergunta: "Quem é o parvinho que ainda oferece presentes a mulheres?" eu não tenho resposta. Mas para a pergunta: "Quem é o parvinho que deixa comentários num blogue que está morto há mais de quatro anos?" a resposta parece-me óbvia. E essa coisa de o parvinho se pôr de joelhos a meio do jantar soa-me a recalcamento. Há gente que trata disso, Quim. Mas o Quim pára por aqui? Não. O Quim avança de asneira em asneira até à asneira final. E a isto: "Cada vez mais sou bombardeada por amigos sobre a não existência de mulheres fáceis. A princípio devo admitir que fiquei curiosa. Afinal, com a liberdade sexual que se vive hoje em dia, está bem que as mulheres não são fáceis, mas o acesso a elas é-lhes muito mais facilitado. Mas não, esta filosofia vai mais além. Não há, segundo eles, mulheres fáceis de aturar. E porquê? Muito simples. Porque eles querem o melhor de dois mundos, como se as mulheres fossem utensílios que se ligam e desligam com um simples interruptor. Por muito que não gostem dele, a filosofia que seguem é a do Marco Paulo, quando diz que quer uma Lady na mesa e uma louca na cama. Os homens querem namorar com mulheres selvagens, loucas, desinibidas. Que façam uma festa, que fazem furor sempre que aparecem. Que as amigas gostassem de ser e que os amigos desejem. Que cheguem a casa e façam um striptease, que aproveitem o melhor dos dias e das noites. Mas essas são as namoradas, com o interruptor para cima. Quando casam, já a coisa é diferente. É a mulher DELES (que conceito tão medieval!). E a mulher deles não é desejada pelos outros, porque ele não pode arriscar-se a ser enganado. Não pode ser louca, nem desinibida. A mulher deles (quase de burka), tem de fazer jus à imagem que criaram daquilo que deve ser uma esposa. Para isso, buscam a referência preferida, a mãe (Dos meninos da mamã também havemos de falar). Os homens casam com uma mulher sexy, e tentam transformá-la na mãe. Depois, mais à frente na vida, queixam-se de que a mulher já não é sexy, já não se cuida, já não os excita… Será que são as mulheres que não são fáceis?", o Quim comenta com isto: "Porque será que uma mulher se tinta e se veste toda sexi para ir para o trabalho e quando chega a casa, tira as suas pinturas, tira sua roupa toda sexi e veste um pijama e uns chinelos para estár com o marido? Hummmmmm....". Ora o Quim tem dois problemas, a somar aos já identificados anteriormente: à pontuação junta-se a gramática, ao recalcamento junta-se o meio ambiente. O Quim, afinal, conhece é as mulheres erradas. São mulheres que se tintam, seja isso o que for, e que tiram as pinturas (não é maquilhagem, por isso imagino o Quim a viver numa tribo). O "Hummmmmmmm" final diz-me tudo sobre o tipo de mulheres que o Quim escolheu para o acompanhar nesta vida. Mas como nem no fundo do túnel o Quim decide ver a luz, lá vai ele de comentar isto "Só há dois tipos de mulheres que, depois de experimentarem, dizem que não gostam de sexo: as frígidas, e as mentirosas.", com isto: "As mulheres são um bando de putas, sejem elas de qualquer idade. Para os maridos nunca gostam de sexo, nem o fazem de qualquer maneira, mas quando arranjam um amante fazem tudo e mais alguma coisa e só pensam em sexo.". Juro, não sei o que pensar. Quim, vá lá, senta aí e conta à Bad: tu tens um par de cornos que atravessa a Península Ibérica, não tens? A tua mulher tem um buço que só lhe cresce quando ela passa a porta de casa e olha, não te quer fod£r. E eu, não conhecendo a tua mulher, até compreendo que não seja fácil uma pessoa querer fod£r alguém como tu. É uma batalha perdida. Tu já nasceste fodido. Folgo, contudo, em saber que achas que todas as mulheres são put@as. Porque se são todas, a senhora tua mãe está no lote. E assim sempre posso dizer: Rai's partam este filho da puta deste analfabeto que encontrou um cabrão de um blogue morto onde acha que pode exorcizar as suas frustrações. Agora o que eu não sei, juro que não, é como é que já há símios com computadores ligados à net que deixam comentários em blogues. 

 

Os erros ortográficos acima transcritos são da inteira responsabilidade do símio Quim. A pessoa ao leme deste blogue repudia não só a forma como as palavras foram escritas, mas também a forma como foram conjugadas. 

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Caro Universo

por Bad Girl, em 16.02.11

Essa merda de andares a mandar mensagens tão iluminadas como um navio fantasma teve graça, até certo ponto. Vejamos: ontem estava eu na sala de cinema, a chamar "grande lunática" à Natalie Portman (sim, confundo os artistas com personagens, so what?) e a pensar "está bem que as bailarinas são assim todas rijas, e cheias de graciosidade, mas fod@-se, têm uns pés feios e cheios de maleitas. O universo lá encontra maneira de se equilibrar...". E qual foi a primeira coisa que tu achaste por bem fazer esta manhã? Nada de especial. Apenas aproveitaste aquele momento em que eu corria, descalça (acontece uma vez de dez em dez anos) escada acima (acontece um vez em mil) para me fazeres espetar com o pobre do dedo do pé no cabrão do degrau. E agora, nem rija, nem graciosa e - graças a ti, meu escaravelho anão - com pés feios. Que rica maneira que tu encontraste para te equilibrar. Deves estar bêbado.

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Das visões do mundo

por Bad Girl, em 25.01.11

Hoje ligou-me a A., colega de curso com quem já não falava há quase dois anos.

Era só porque já não tinha o meu número, muita pressa, muita pressa, ainda bem que trabalhas no mesmo sítio, temos que combinar um jantar, eu às vezes vou dar aulas a Barcelos e dou um pulo ao Porto, já que estou tão perto (?!?), muita pressa, muita pressa, então e como estão todos? A tua mãe, o teu pai, o teu irmão,...?

Tudo bem, e os teus pais?

Tudo mais ou menos, a minha mãe não está muito bem, está com gripe há duas semanas, o meu pai anda aflito dos rins e eu estou aqui com uma tendinite, é assim, as coisas não estão nada bem, muita pressa, muita pressa, então para a semana ligo-te, agora vou com o meu pai a um enterro, a vida é assim, quando as coisas começam a correr mal, é tudo de seguida, beijos, até para a semana.

 

Fod@-se, e eu que lhe disse que estava tudo bem. Caramba, com tanto que tinha para a troca... as pessoas em geral têm um especial carinho pelo calimerismo, não têm?

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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(de borla, pelo menos...)

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