Quarta-feira, 6 de Maio de 2009
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.. e não conseguir subir para o sofá. Ou para a cama. Não conseguir fazer actividades radicais como ir buscar um copo de água sem estar acompanhada. Que bom que é. Ainda assim, melhor do que estar no hospital. Acham que não me aconteceu nenhuma daquelas de "só a mim"? Try again.
Sala de rocobro. Acordo. Um olho, depois outro, uma tontura, uma fisgada, uma dor insuportável.
"Ai, ai, ai quem me acode que eu não aguento as dores...?" (ou só: dói-me muito) e lá vem a senhora enfermeira, injecção em riste. Baixa-me a super sexy cueca de papel que me tinham ofertado algumas horas antes, sobe a bata (feita com o mesmo material de luxo) e exclama:
- Que tatuagem tão gira. Posso mostrar às minhas colegas?
...
(Se a injecção me parar as dores, até pode invadir o bloco para chamar os médicos, couldn't care less!)
Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

A minha amiga A., que desde o início se mostrou céptica:
- Está bem gira!
O meu amigo T.:
- Esse carneiro está mal desenhado!
Acompanhado por um:
- Humm, pensei que ia ser mais... assim... percebes?
Para finalmente se tentar salvar com um:
- Está extremamente sensual.
A minha rica avó:
- Tivesse eu a tua idade e também fazia uma!
A Bad sobrinha, depois de se ter desatado a rir ao olhar para ela:
- Oh tia, mostra a flor que tens nas costas à minha mãe.
Eu mostrei:
- A tia é maluca, não é?
E, por último, o J.B.:
- Gostei da amostra. E quando vais fazer o resto?
Grrrrrrrrrr.....
Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007
... the tatoo!
Mas antes, a história (tem sempre de haver uma, não é?) por detrás das fotos. Até para perceberem o porquê da pouca qualidade das mesmas.
Este senhor e eu não podemos dizer que tenhamos sorte, de cada vez que queremos sair. A coisa já não começa bem porque ele deixa a digníssima esposa a dormir em casa e vem ter comigo. Mas tudo bem, pelos vistos ela até lê este blog...
A ideia, ontem, era tão somente ir ao cinema. Fácil? Tangas! Para começar, chegamos ao GaiaShopping vinte minutos depois de tudo ter começado. E esbarramos com o Nelson Évora. Saímos rumo ao ArrabidaShopping, e a sorte foi ainda mais pequena: já tudo tinha também começado. Mas, parece que não éramos os únicos "famintos" por uma sessão de cinema: lá estava o Nelson Évora. É alto, o gajo... e esta foi a única estrela que vimos na pretensa noite de cinema. Então, fomos tomar um café. E foi quando eu li, no Menu de chás do "Storia del Cafe" que o chá verde da China deve ser tomado SÓ a qualquer hora do dia, que decidimos ir embora... rumo à sessão fotográfica da tatuagem. Como a única coisa mais parecida com uma máquina fotográfica que tínhamos era o telemóvel, a coisa não ficou famosa, mas acho que dá para ver. Assim que existirem fotografias com mais qualidade, apresentá-las-ei por estes lados. Até lá, isto é o que temos...
Isto é uma má fotografia das minhas costas, para melhor se perceber a localização.
A orquídea e as três estrelas. Vê-se mal, e ainda está vermelho.
Contudo, já dá para ter uma ideia.
(Os índios lá ao fundo são um quadro cá de casa)