Terça-feira, 5 de Julho de 2011

Urge que alguém mande uma caixa de preservativos ao Alberto.

 

Ainda por cima se há crianças que não se querem com a carinha do pai são estas....



Mais um com a chancela de Bad Girl
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Quinta-feira, 30 de Junho de 2011

Deve ser lixado teres descoberto o blogue, teres guardado o segredo para ti, para usares quando mais conveniente te fosse e agora... o segredo já não te servir de nada. Deixa lá. É só mais um plano frustrado. Na tua vida é somar e seguir, não é?

 

Desculpem-me os leitores habituais, mas este tinha mesmo de ser...


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Terça-feira, 28 de Junho de 2011

 

 

Das cidades que importa conhecer (que são todas), já se sabe, as instruções são básicas:

1 - Se querem ver (apenas e só) coisas bonitas, deixem-se ficar pelo centro.

2 - Os guias têm tudo. O que não está nos guias, está no TripAdvisor.

3 - Falar ou compreender a língua que se fala nesse país é meio caminho andado para nos divertirmos menos.

 

Rudas Baths, 4º dia de viagem. Já nos havia chegado aos ouvidos que ir a Budapeste e não visitar um dos seus SPA termais era como ir a Roma e não ver o Papa, mas em mau. Como nunca calhei de ver o Papa, não quis ficar para trás também nesta coisa de ir a banhos. Não sendo dos mais famosos, o SPA termal Rudas era um dos mais pontuados no TripAdvisor, e foi lá que decidimos ir ultrapassar barreiras. Linguísticas, odoríficas e, atrevo-me a dizer, morais.

 

Chegada: a senhora vende bilhetes e não está para coisas esquisitas, tipo falar inglês.

 - Can we also have a massage?

 - Yes. We have oil massage and soup massage.

 - Soup massage?

 - Yes, with soup.

 - ?

Senhora simpaticamente aponta para écran onde passam imagens de uma relaxante massagem com sabão.

 - Ah, soap!

Espertinha, esta que vos escreve vai logo de dizer que óleos há cá na terra, o que ela quer mesmo é sabão. O MQT ficou-se pelos óleos. Como se isso tivesse sido uma boa ideia... 

 

A senhora dá-nos a pulseira que indicava o que tínhamos incluído, o senhor recebeu-nos à porta dos balneários para dizer:

 - Oh, portuguese. Io parlo un poco portuguese...

Claro que sim.

 

As piscinas interiores estão numa moldura absolutamente espectacular. Vá-se lá saber como, os perdulários dos húngaros conseguiram manter uma cúpula otomana. Uma dica: apreciem a vista. O cheiro a enxofre que se vai sentindo um pouco por todas as piscinas, não sendo intenso, não é propriamente agradável. Mas nada disso nos podia incomodar. Nós tínhamos uma massagem espectacular marcada para dali a nada. À nossa espera no corredor estavam dois senhores que tanto podiam estar ali como no talho a cortar carne. Minto. Podiam mais estar no talho a cortar carne do que estar ali. 

 - Massage?

 - Yes we have a massa....

 - Put watch there.

E pronto, a pulseirinha lá disse que eu devia seguir o senhor gordo de bigode e cujas partes estavam apenas cobertas por uma espécie de lençol e que o MQT devia seguir o outro, que era uma espécie de gémeo deste, mas sem bigode.

Lá fui eu atrás do senhor, que arranjava pacientemente o lençol, para uma sala com três marquesas, duas delas devidamente ocupadas por homens que estavam já a ser massajados por outros dois senhores, atenção focada apenas no motard de dois metros de altura que massajava o senhor na marquesa ao lado. O meu viking dos tempos modernos aponta para a marquesa e eu, misto de medo e curiosidade, lá fui. Velinhas? Mariquices? Ah, e tal, vamos dar-lhe tempo para relaxar enquanto ouve os Pan Pipes em fundo... Nada disso: baldada de água quente por mim acima, sabão a passar por toda a pele disponível para vista, aperta, aperta, bate, bate, pressiona, pressiona, massacra, massacra, cheirinho a sabão Clarim, toca-me no ombro, manda-me virar de costas para cima, desaperta a parte de cima do biquíni, repete o processo, bate ainda mais, mais cheiro a sabão Clarim, duas palmadas no rabo (mesmo!!) e porta da rua é a serventia da casa. Meus amigos, aquilo está ao nível das melhores massagens que experimentei. Desapareceram-me os quilómetros acumulados nas pernas, as dores nos pés. Está bem que também desapareceu metade da minha dignidade, mas porra, valeu a pena. 



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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010

Antes de avançarmos preciso de esclarecer uma coisa: eu simpatizo com o Nuno Markl. Por isso, tudo o que eu vou aqui contar sobre o serão de ontem será imputado, inevitavelmente, a uma entidade suprema que será chamada, a partir de agora, de “Organização”.

Ontem foi o lançamento do livro “Caderneta de Cromos” aqui no Porto. Por motivos que me são quase alheios, dou por mim na Discoteca Twin’s da Foz às 21:30 (também conhecida como “a hora marcada”), para assistir ao evento. Exactamente uma hora e quinze minutos depois, o evento começa (só para não haver dúvidas: às 22:45). Os pés já me doíam (não me sentei no chão como 50% das pessoas que lá estavam) e o joelho começava a doer. Para evento que se esperava  ser “de humor”, a coisa estava a ter pouca piada. Não sei quem foi o culpado disto, mas imagino que tenha sido a “Organização”. Uma hora e um quarto são setenta e cinco minutos. É quase um jogo de futebol. Fazem-se filhos em menos tempo. Matam-se pessoas em menos tempo. Talvez seja possível escrever livros do tamanho do livro que foi apresentado num período de tempo equivalente. E não, eu não fui embora. Porque não podia e é tudo o que posso dizer. Vinte minutos depois de ter começado a apresentação, esta acaba (novamente para não haver dúvidas, às 23:05). Tanto mau preliminar para uma “queca” apenas razoável. Farta daquilo e com o dever cumprido, apresso-me para a caixa para pagar. Na fila, a coisa roçava o mercado do peixe: um senhor, que tinha recebido um convite para o evento (acho que o ganhou num passatempo da Rádio Comercial) reclamava com: a menina da caixa, alguém que não consegui identificar e um segurança. Estávamos todos parados numa fila a assistir à reclamação do senhor e NINGUÉM fazia nada para o puxar para o lado e resolver duas coisas: minorar a sensação de escândalo e dar andamento à fila. Pois logo ali eu fiquei a saber que as pessoas que tinham um convite se viram obrigadas a pagar € 10,00 para assistir a vinte minutos de puro humor. Se foram avisados? Cito a senhora da organização que foi chamada a resolver a situação: “Eu não estou aqui para enganar ninguém. Diz aqui no convite: “Consumo obrigatório com direito a uma bebida”.”. Uma editora (de livros) faz convites e o melhor que consegue é dizer às pessoas que elas são obrigadas a consumir, mas que têm direito a uma bebida. Têm, portanto, direito à bebida que foram obrigadas a consumir. Ainda assim, têm que pagar € 10,00 pela “entrada”. Resumindo, mais quinze minutos na fila para assistir a uma péssima demonstração de gestão de reclamações, que (aposto) foi apenas a primeira da noite. De salientar o cérebro iluminado da senhora da tal “Organização” que, cereja no topo do bolo, vai de dizer ao senhor que reclamava furiosamente: “Eu até tenho aqui umas senhas para dar aos meus amigos”. Ah, bom... algo me diz que isso não ajuda em nada o teu caso. Mas isso sou eu. 

 

convite

s. m.

1. Pedido de assistência ou concorrência de alguém a determinado acto!ato.

2. Banquete, festim.

3. Fig. Brinde (em paga de algum serviço).

4. Dádiva, favor, obséquio.

 

in Priberam


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Terça-feira, 24 de Novembro de 2009

... a história da amiga que se afastou quase trezentos quilómetros de um divórcio que a deixou de rastos e que nunca entendeu. Para vos falar disso tenho de falar-vos da vontade que ela tinha de afastar a confusão da sua vida. E da inconsolabilidade do seu estado de alma. Mas depois, para vos contar mesmo, vou ter de vos falar do seu envolvimento com um homem casado (descobriu depois, claro, só se descobre depois que eles são casados). E da descoberta da relação ilegítima por parte da legítima. E não vos vou contar de choros, de cenas tristes, de escândalos, de ameaças. Para vos contar tudo, tenho de vos contar a proposta. A proposta que a legítima fez à minha amiga, de serem felizes os três. E talvez ainda vos conte da fuga assustada da minha amiga, após a proposta. E tenho de, não pode faltar esta parte, contar-vos que ela foi parar outra vez aos braços do ex. Para fugir de toda a confusão em trono da sua vida, claro. Mas hoje não me apetece contar-vos nada disto. Porque há coisas que só vistas, contadas ninguém acredita. E preciso de, antes de vos contar tudo isto, preparar uma versão mais trabalhada dos acontecimentos. A realidade tem destas merdas, chega a parecer ficção no seu estado mais absurdo.

 

(Esta é a história da minha amiga, ou de como algumas pessoas têm propensão para vidas complicadas)



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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

... de resposta a um mail que me enviaram aí em Julho, ou Agosto, ou isso, não estranhem. Estou a pôr o mail em dia e ele estava muito mais atrasado do que eu pensava.

Shame on me, I'm so lazy busy.


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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Roupas? Tem tudo. Brinquedos? Tem tudo. Conta no banco, libras de ouro, you name it, he has it. Muito do que o dinheiro pode comprar e do que os pais querem dar, ele tem. Mas o que é que ele não tem tinha? Pelas razões óbivas, uma bateria. Bateria de instrumento musical, não bateria de telemóvel, ou isso. E as razões óbvias são: os pais podem comprar uma bateria para o puto, mas obviamente a ideia nunca lhes causou outro sentimento que não medo. E então pronto. Apesar de atrasada lá chegou a madrinha, com o embrulho que iria mudar a vida da criança. Foi vê-lo de baquetas nas mãos a dar por terminados todos os diálogos que estavam a decorrer. E ainda o hei-de ver, quase a entrar para a Universidade, a dizer-me:

 - Oh madrinha, eu tenho aqui guardada uma memória que envolve o meu segundo aniversário e uma bateria. Lembro-me que adorei, e que me diverti imenso. Mas depois daquele dia nunca mais a vi. Ela existiu mesmo?



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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

 

Quase vencida pelo sono, decido verificar o meu mail pessoal, aqui no meio do open space. Portrait of me, sempre a viver no lado perigoso e proibido da vida. Radicaaaaaaaaaaaaaal. Menos, Bad, menos. Isso.

Ora estava eu a verificar o mail e decidi aceitar um daqueles convites do Facebook (a partir de agora designado por coisinho). 

Primeiramente, escrevo o meu nome: Bad Girl.

Ah, e tal, o sistema do coisinho não vai aceitar esta merda de nome.

Porra, pá! Que querem que eu faça?BG.

Ah, e tal, verifica o nome (burra!) que o coisinho diz que está mal.

Menina Má (tenho sono, que querem?)

Yes, very well, o coisinho aceita, abre lá um profile e não digas que vais daqui.  

Passada esta fase deveras complicada, tento mudar o dito nome para Bad Girl. Mas não. O coisinho diz que aquilo não é nome que se apresente, que o mais certo é que eu ainda vá presa por usar um nick e sei lá mais bem o quê, que os senhores doutores gerentes do coisinho não gostam nada de gente a usar nomes que não sejam verdadeiros. Mas pensas que isto é o Hi5? Aqui as pessoas têm dentes!... Aconselharam-me a manter o tal nome verdadeiro (Menina Má) e apresentaram-me, no passo seguinte (que eu deveria ter isolado num novo parágrafo começado com "Segundamente") uma panóplia de pessoas que me tinham mandado convites ao longo dos tempos. Aceitei todos, que eu sou Má, mas uma menina...

Terceiramente dou de caras com as minhas novidades, sendo elas:

"Menina e **** agora são amigos". Lindo. Dava para um disco pimba, fosse eu gaja para poder andar em cima de sapatos brancos de verniz com plataformas.

Isto tudo para dizer que estou no Facebook, coisinho que eu não entendo, usando um nick, coisa de dar cadeia. Se eu deixar de escrever durante muito tempo, passem ali por Custóias e levem-me Toblerones. E Louboutins, pronto... 



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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

 

Sossegadinha na minha bicicleta que se recusa a ir a qualquer lugar, dou de caras com um inédito episódio: um JB novo nas lides das fisioterapias aparece lá de namorada a tiracolo. Isso não é tão estranho. Desocupadas como elas só, as WAG dos ditos lá vão aparecendo com os seus decotes e as suas fartas cabeleiras loiras. Mas esta não "apareceu". Esta chegou, colou-se à cabeceira da cama como se estivesse a velá-lo, e ia controlando os exercícios pelo rabo do olho direito, enquanto o olho esquerdo sonhava com promessas de um futuro cor-de-rosa ao ver uma dessas revistas do social. Fazia-lhe uma ou outra festa no braço de cada vez que uma fisioterapeuta se aproximava. Mas isso não teve graça. O que teve graça foi a breve ausência dela para ir à entrada, de onde surgiu com: o pai, a mãe, uma avó, um puto que podia ser irmão mais novo, e um adolescente que podia ser primo ou irmão do meio. Sim, irromperam por uma clínica de fisioterapia adentro seis pessoas que não estavam lesionadas (o cérebro não conta). Ora depois de sei lá bem quantas anestesias gerais, e há quase dois meses de baixa, já dou por mim a dizer coisas que só devia estar a pensar... mal vejo a entourage deste JB, lá me sai um:

 - Chiça, mal o apanhou preso a uma cama foi logo buscar a família. Ainda aparece por aí o padre...

 

Pronto, não foi bonito. Mas com aquele ar, duvido que ela tivesse entendido à primeira.

 

Ups, agora que penso nisso, acho que também disse isto em voz alta na altura...

 



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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

 

Na bicicleta, eu.

Numa marquesa, um JB que joga na terra do Drácula.

 

Bla, bla, bla, que eu até estou muito bem, já ele está lá há seis meses e ainda vai ter muito para andar, e a vida na terra de Ceau§escu, bla, bla, bla... e toca-lhe o telefone.

 

Ele atende e fala numa língua estranha. Desliga e eu tenho uma coisa anormalmente simpática para lhe dizer:

 - Pelo menos adaptou-se bem à língua.

Ele olhou para mim. Primeiro com ar inquisidor. Depois com estranheza. Responde:

 - Agora? Eu estava a falar inglês...

 

Lição do dia: não sabes ser simpática, não vale a pena  tentares... 



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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Fisioterapia, canadianas, não conduzir, não correr, não andar de saltos altos, não f*d*r, as dores (oh, céus, as dores!), as injecções na barriga, a falta de posição, o gelo.... faltava mais alguma coisa?

Pois faltava.

Era não poder ir à praia.

REFORMULO:

Não poder apanhar sol.

Mas eu cubro as cicatrizes. Com NÍVEA, com um pano, com o que quiserem...

Nops. Não podes apanhar calorzinho.

 

Sabem o que também podiam fazer? Era espetar-me com alfinetes de uma ponta à outra. Ainda assim era capaz de me custar menos.

 

Dolce fare niente o c@r@lhinho.

 



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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Se o funcionário da loja diz: "Vou ali buscar estas calças ao armazém.", o melhor é:

1 - Arranjar um sítio confortável para sentar.

2 - Pegar num livro. Pode ser o "Guerra e Paz".

3 - Avisar que vamos chegar tarde para jantar. No dia seguinte.

4 - Pousar o livro por causa da vista cansada.

5 - Ir ao cabeleireiro. Fazer algo como uma coloração ou uma permanente.

6 - Voltar à loja.

7 - Prepararmo-nos para o pior. O funcionário regressa, mas já com barba de 3 dias, desnutrido e com sinais evidentes de luta. Quase não dá para reconhecê-lo.

Descobri hoje que o "Vou ali buscar estas calças ao armazém" é o novo "Vou comprar tabaco e já volto".



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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Eu até posso ir. Mas algo me diz que é capaz de não ser suficiente.

 


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Sábado, 7 de Março de 2009

(A quantidade de gente que cá vai chegar enganada pelas buscas de "vídeos caseiros"...)

 

Para fechar o tema neve e abrir um outro que se resume numa expressão popular ("Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és"), cá está o vídeo mais bem conseguido das férias. O rapaz que vêem segurar-se como se a própria vida dependesse disso ao "saca-rabos" era um estreante em matérias de ski. A menina que está a gravar o vídeo e que diz todas aquelas pérolas é uma semi-pro com muita capacidade didáctica (não discuto os métodos, claro...). O resultado, esse, chega a ser hilariante.

Para ouvir em local discreto. Vídeo aqui.

 



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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Hoje celebrei o meu segundo dia de férias. Enquanto preparo as pernas para as dores musculares que se avizinham, nada melhor do que passar os dias de férias a fazer disparate atrás de disparate. Tomar o pequeno-almoço ao pé da praia, ou pôr o cinema em dia é razoável. Sabe bem acordar sem despertador, não ter horas para nada, fazer as coisas ao nosso ritmo. Isso sabe bem. Então porque raio decidi eu mudar o rumo positivo que as coisas estavam a ter e ir ao cabeleireiro? A um cabeleireiro qualquer, que eu sou uma gaja que vive nos limites do risco, quero cá saber quem me mexe numa das partes mais importantes da minha fisionomia!...

Como sou dada a poucas conversas e a poucas idas ao cabeleireiro, respondi estupidamente que sim a tudo. A única variação ao "Sim" foi no primeiro contacto, com a frase (imbecil): "Pode fazer o que quiser.".

Resultado: três horas (que ele me garantiu que ia ser uma) alapada numa cadeira, a ser atacada por tesouras, navalhas, tintas, papéis de prata, pentes grandes, pequenos, médios, cera, gel, laca e qual o resultado? Saí do cabeleireiro com um gato siamês na cabeça e com menos uma pequena fortuna na conta.

Não contente com isto decidi guardar o segundo dia das férias para uma coisa também muito prazenteira: ir ao dentista. A cadeira do dentista não é nada que me assuste de sobremaneira, mas com a péssima qualidade das minhas gengivas (ninguém é perfeito...) sei que uma limpeza nunca é apenas uma limpeza, e estou sempre sujeita a pequenas cirurgias que acabam por me transformar numa semi-imberbe dependente de batidos e líquidos. Ora se uma das botas de ski ficou paga com o cabeleireiro, o par ficou completo com a conta do dentista.

Estava a pensar que não tenho nada de extremamente desagradável e estupidamente caro para fazer amanhã. Se calhar ligo para a ginecologista para ver se ela me atende. É que tendo em conta o que aconteceu da última vez que lá fui, parece-me que é coisa para estar à altura dos dois acontecimentos anteriores...



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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

 

A vida tem destas coisas: consegue estragar a ironia do "quê" com a superioridade irónica do "como".

Deu cabo do pé do gajo meia dúzia de dias antes de este ir para a neve? Deu sim senhor.

Irónico? Um bocadinho.

E se o tal do gajo com o pé ao "peito" é o senhor vai-a-todas no que a desportos radicais diz respeito (ele é snowboard, BTT, surf, pára-quedismo...) e dá cabo do tal pé meia dúzia de dias antes de ir para a neve enquanto pratica essa actividade maluca que consiste em pôr um pé à frente do outro, also known as caminhar? Já tem mais piada, não tem?

 

Ainda não saímos do Porto e já temos baixas. Sim senhor, isto é mesmo radical. Para o lesionado, os desejos de melhoras. Nós tiramos fotos. Prometo.



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... mas começa a ser demasiado óbvio:

 

Bad, a tentar domar a fera de quatro anos:

 - Se te portares bem esta semana, no Domingo levo-te à neve. Vamos de manhã e voltamos à noite.

 - E vamos de avião?

Eu, que por acaso estava a pensar na Serra da Estrela ou em Manzaneda (pindérica!), respondo:

 - Não, vamos de carro.

 - Oh... gosto mais de andar de avião.



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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Se, durante a noite, tens mais sede do que é habitual, colocas os braços por fora da roupa da cama e eles não gelam, e sentes o nariz (MUITO) entupido, talvez seja boa ideia ires verificar se eventualmente não te esqueceste do aquecimento central ligado.

 

Por muito agradável que seja acordar e saltar da cama sem ter um choque térmico, é capaz de ser pouco saudável. E, a repetir muitas vezes, é capaz de ficar um bocado caro.

 

Enfim... a idade já não perdoa, é o que é.



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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

 

- A sua voz é sempre assim? Sexy?

 - Só quando falo.

 

(Para a próxima não é só armar-se em esperto. É ser. É mais difícil, eu sei, mas evita respostas destas...)



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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

30 anos e 365 dias depois de ter nascido, e pela primeira vez na minha vida, digo aquela frase ali de cima ao meu pai. Protegida pelo telefone, evidentemente. Pena não ter conseguido ver a expressão facial que acompanhou o:

 - Isso é linguagem que se tenha???

 

Acho que vou esperar mais 30 anos para dizer qualquer coisa como:

 - Que se fod@!

 



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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

... sobre a queda da muralha, posso contar aqui uma história.

 

Imaginem que depois de muito colocarem tijolos num certo muro,  convidam "alguém" para jantar.

Imaginem que o jantar é em vossa casa.

Imaginem que a certo ponto do convite, o "alguém" se oferece para cozinhar.

Imaginaram?

Muito bem. Prossigamos.

 

Imaginem que no dia do tal jantar esse alguém vos liga a combinar as coisas e vos diz:

 - Ando para te perguntar uma coisa...

E vocês, cabecinha mil à hora, melam o tom e respondem:

 - Sim??!!???

E do outro lado sai um:

 - Tens forno?

 

Isto é como diz o meu amigo Hugorila:

 - Se queres atitudes à homem não te podes meter com putos. Por muito maduros que sejam. Chegará a altura em que se revelarão.



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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

Quantas vezes ouço dizer que as mulheres são umas cabras? Quantas vezes eu própria digo isso? Quantas vezes vejo gajas dizerem uma à outra que o cabelo está lindo, ou a roupa lhes fica a matar, para depois se rirem nas costas delas? Ou se regozijarem porque aquelas calças lhe fazem uma peida monumental? Acredito que a sinceridade é uma questão fundamental na amizade. Por isso, quando a J. hoje me perguntou, via skype:
- O meu cabelo está muito armado?
Eu fui apenas capaz de lhe responder:
- Acho que se tirassem uma fotografia da Terra, por satélite, neste preciso momento, a única coisa que se via era o teu cabelo.

E o que é que uma amiga, que está preparada para ver respondida com sinceridade a sua questão faz?
Ri-se.


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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008
Pois é. Desde que comprei a minha maquineta que não parei de a "esfregar" na cara de toda a gente.
Compromisso?
- Ah, vou pôr aqui no PDA.
Fotos da sobrinha? Do afilhado? Da tatuagem?
- Claro, tenho aqui no PDA.
Vamos pôr música?
- Pomos sim senhor, tenho aqui no PDA.
Enfim... o PDA servia para tudo. Em menos de um ano deixou de ser um utilitário. Passou a ter toda a minha vida lá guardada.
E o que acontece?
Ora acontece que ligo o dentinho azul*, para alguém me mandar uma música (no Domingo), e esqueço-me de desligá-lo. Nem estranhei muito que não tivessem tocado hoje de manhã os DOIS alarmes. A dificuldade para me levantar e os alarmes são tantos que, sinceramente, nem dei conta. O telefone não tocou uma única vez todo o dia. O.K., isto eu até achei um pouco estranho, mas acontece. Também achei estranho que toda a gente que me quis contactar me tivesse ligado para o Burgo ou para o telemóvel profissional... mas não tive muito tempo para pensar. Porém, quando a minha mãe me liga para o Burgo, aí sim, a coisa ganhou outra dimensão.
- Não há engano? Estás a ligar-me para aqui?
- Então... estiveste o dia todo com o telemóvel desligado!
- ?????
E eis que me deparo com a minha estranha nova realidade: tentei "ligar-me", e caí no meu próprio voicemail...
Off. On. O truque do costume.
Contactos: 0
Mensagens recebidas: 0
Mensagens enviadas: 0
Registo de chamadas: em branco
Agenda: vazia
Fotos e vídeos: 0
Músicas: 0
VAZIO! O meu mundo desabou. Deixei de existir, de ter vida. Compromissos? Não tenho. Amigos? ... E agora? Agora nada. Pelos vistos o dentinho azul* deixou um vírus tomar conta de toda a minha vida.
Agora aguenta-te à bronca.
Quando, finalmente, consegui ligar o telefone, começam a chegar:
1 mensagem, 2 mensagens, 5 mensagens, 8 mensagens...
1 delas dizia: "Aviso de contacto: estes números tentaram ligar-lhe: XXXX." E havia uma lista de 9 números QUE EU NÃO SEI DE QUEM SÃO!!!!
E pronto. Se alguém que lê este blog fazia parte da minha lista, por favor não hesite em recordar-me do número. E da data de aniversário. E mais o que considerem necessário...
Bad, com a existência sonegada...

*dentinho azul = bluetooth


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Sábado, 29 de Setembro de 2007
Principalmente se for no campo e com alvoradas às seis da matina.
A coisa acabou tão mal, na semana passada, que na quinta-feira de manhã (palavra que eu tenho vindo a conhecer a fundo nos últimos dias), ao tentar calçar a bota do pé esquerdo o cansaço tomou conta de mim e caí em cima do móvel da televisão...

Eu sei o que é que vocês estão a pensar e não, não se preocupem, posso garantir-vos que a televisão não sofreu qualquer lesão, e ficou operacional.

O mesmo já não se poderá dizer do meu braço, que passou de uma leve dor na quinta, a uma não dor na sexta (sim, andava finalmente às compras em Londres, e nessas alturas nada dói) até uma intensa dor durante o fim-de-semana. Volto hoje à chamada "moedeira". E também aos posts.

* Que me perdoe o Pedro Paixão este flagrante plágio do nome de um dos seus livros, mas pareceu-me adequado.


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Sábado, 8 de Setembro de 2007

Bad Girl - Cinco horas do Algarve ao Porto não é pouco, pois não, pai?
Bad Dad - Depende. Quantas vezes paraste?
BG - Duas para gasolina e uma para almoço.
BD - Não, não é pouco. Até acho muito!
?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
BG - Muito?
BD - Sim, muito rápido para o teu carro. Não sabia que andava assim. Viste algum radar?
BG - Não reparei.
BD - Claro que não... até porque ias um bocadinho depressa para veres algum!....
Ups... Mas que a atitude do meu pai me pasmou, ah isso...


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Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007
Ainda mal tinha posto os pés em terras lusas, e já me estava a decidir ir com uns amigos para o Allgarve. Eu sei que a coisa é rebuscada (para mim nem tanto, que só lá fui 2 vezes desde que saí de lá há 9 anos), mas estou farta de andar por aqui, ocupada como se estivesse a trabalhar. Ou mais ainda. Não há agenda que aguente. Assim sendo, cá estou eu a pôr as coisas na mala para me fazer ao caminho já amanhã...
- E vais levar o portátil?
- Sim, vou...
- Ah, então vais escrever...
- Espero bem que não.
- Como assim?
- Quero ler, apanhar sol, dormir, comer e ouvir música. Não quero ter coisas que só me aconteçam a mim, ou que possam ter interesse para contar. Não quero apanhar escaldões, conhecer pessoas estranhas, salvar alguém que esteja a afogar-se na piscina, encontrar pessoas que não quero ver, cair de bicicleta ou do cavalo. Não quero que me aconteçam coisas como aquela que vos vou deixar aqui. Este e-mail foi mandado a este meu amigo e tem mais de um mês. Só para perceberem o quão tonta eu consigo ser (ou "trenga" como ele me veio a classificar mais tarde), e a quantidade de exageros que eu ponho à volta de uma história que não passa de um pequeno furto ao meu carro...
Cá vai:

Ontem fui sair (e aqui perguntas-te tu: "Sim, e eu com isso?" - ao que
eu respondo "Calma, já te explico!"), e por lapso (ou perfeita senilidade, ainda não sei bem) deixei o carro aberto (sim, porque o meu carro é daqueles de botões, e eu fecho-o carregando num dos imensos (OK, pronto, alguns. Pronto TRÊS botões) disponíveis, por não estar suficientemente perto dele (é carente, o pobre). Quando cheguei não percebi que ele já tinha tido "visitas" - apesar de me ter apercebido que o deixei aberto -, porque estava tudo direitinho (ainda falam mal dos ladrões...). Ao tentar chegar a um CD percebi que: Tcharam! No CDs anymore! A juntar a estes, adivinha lá o que faltava mais.... - 1 par de óculos de sol (velhos que eu já não usava há mais de 1 ano mas, claro, que agora me vão fazer imensa falta!) E continuas tu, impaciente, a perguntar: "Mas que raio tenho eu a ver com isto, a gaja tá mesmo insane!" Ao que eu respondo: "Calminha, tá?" - 1 guarda-chuva (brilhante, vai dar cá um jeitaço com os 40º que estão lá fora!) - o teu (meu) livro, com dedicatória e tudo... Foi uma tarde bastante proveitosa para os senhores ladrões. Até estou a imaginá-los a ler a minha obra e a pensarem: - Oh, pá, não devíamos ter assaltado esta... É que se ela vive disto que escreve, as coisas estão piores para ela que para nós... Pronto, está partilhado. Bjs,
E agora está partilhado convosco também. Agora vou fazer a mala e ver se não me esqueço nada. Ver-nos-emos por aqui!


Mais um com a chancela de Bad Girl
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Favor notar que esta história está a ser relatada Live from Madrid, onde vim fazer uma entrevista hoje à tarde. Fiquei para jantar, aproveitei para sair, dei um pulinho ao quarto agora para mudar de roupa porque estava de ganga e o evento é chique, e tenho boleia daqui a 30 minutos. Servirão estes para vos pôr ao corrente do jantar de ontem, muito em jeito de briefing.

Então a coisa ontem não correu pelo melhor. O jantar até foi sushi, que eu prezo de sobremaneira, e até nem houve tantas solicitações para coisas de gente famosa. Aliás, um dos putos que pediu um autógrafo disse que eu era "Muita gira!", e que ele tinha bom gosto (?!?) mas o dito repasto "azedou" quando a cara do JB mostrou um misto de choque e (acho que não será exagero se eu disser) algum desprezo quando lhe disse que não fazia parte dos meus planos ter filhos. Esta reacção pôs-me a cabeça a mil, e passaram algumas ideias pela minha cabeça:
1) Ele não se sentiu atraído por MIM mas sim pelos meus genes.
2) Ele olhou para mim e viu um óvulo com pernas.
3) Ele não está a pensar em ter filhos comigo mas achou estranho uma mulher da minha idade não querer ter filhos, ou pelo menos não pensar nisso.
Optei pela três para continuar a conviver com ele. Expliquei-lhe que o meu relógio biológico tinha vindo estragado e que não via maneira de ele começar a funcionar. A menos que esteja apenas atrasado e não avariado. Claro que não é só, mas depois do meu último acesso de sinceridade ter sido usado deliberadamente para me magoar, decidi que a verdade só me pertence a mim. E parte da verdade é mesmo que o meu relógio biológico ainda não fez nem tique nem taque... Talvez um dia...

Ora JB que se preze não fica quieto perante esta realidade. Decide analisar-me passo a passo e começa pelo que considera óbvio: o casamento. Depois de ter percebido que eu sou uma workaholic, o moço perguntou, assim como não quer a coisa, que se eu casasse com alguém que me sustentasse, se continuaria a trabalhar. Respondi-lhe que nunca iria casar com alguém que me sustentasse. Ele perguntou se ser rico era razão para eu não gostar de alguém, e eu expliquei-lhe que o facto de poder, eventualmente, casar (decidi não lhe explicar as minhas teorias contra casamento, senão iríamos ter mais uma pedra no caminho da conversa) com um homem rico não significaria que ele me fosse sustentar. Porque eu não pararia de trabalhar. E se o marido fosse trabalhar para o estrangeiro? Eu respondi-lhe que falava 4 línguas para além do português. Podia perfeitamente arranjar emprego noutros Países. O que não falta são "Burgos" por aí. Acho que ele não gostou muito do rumo da nossa conversa. Disse que eu era muito diferente de todas as outras mulheres que conhecia, e eu optei por achar que aquilo foi um elogio. Mas acredito que ele esteja ligeiramente perdido nas suas ideias sobre mim. Cheguei a casa a achar que nunca mais iria ouvir falar dele. Que nem um sms ia chegar a dizer "Gostei muito, mas quero uma mulher com um relógio biológico suíço. Adeus". Mas não. O JB lá se conformou, e até se ofereceu para me levar hoje ao Aeroporto. Aposto que o meu irmão ia gostar de ficar mais umas horas na cama, mas achei que não. Agradeci mas declinei. Vou deixá-lo pôr as ideias em ordem. Não deve ser fácil ter mergulhado assim numa realidade paralela, nem mesmo para quem lê Kafka...


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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

Cada vez mais me convenço que a minha sobrinha é uma cópia pequena da minha pessoa. Para além das semelhanças físicas, do mau feitio e da resposta sempre pronta, a coisa está a ficar mais séria. E a miúda está a ganhar alguns requintes de personalidade bem interessantes...
Hoje, por exemplo, fui jantar a casa dos meus pais, onde ela também estava.
- Tia, hoxe vais dormir aqui?
- Não, vou para minha casa.
- Eu gosto muito da tua caja. É bonita.
- Ah é?
- Xim. Poxo ir à tua caja?
- Podes. Quando quiseres, podes ir...
- E poxo levar as bóias?

Interesseirinha, a criança...

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Segunda-feira, 16 de Julho de 2007

Shit happens!
(Principalmente se já não se lembrarem asssiiimmmm muito bem como se conduz!)

FYI - O meu pé é, bem, era, mais pequeno que aquilo, tá?


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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!
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