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Uma série de absurdos...

por Bad Girl, em 20.09.06


Pronto, já chega! Estou farta!!! Não aguento mais. Não consigo ficar horas à espera que dê uma série. Eu gosto de ver as 'Donas de Casa Desesperadas', o 'CSI' (todos eles), o 'Dr. House', ... mas é-me totalmente impossivel. Ontem estive até à 1h20m à espera que passasse mais um episódio de 'Donas de Casa Desesperadas'. Parece-me impossivel como é que um canal gasta fortunas em séries acabadinhas de passar nos states, para primeiro nos espetarem com um episódio da 'Floribela', um das 'Cobras e Lagartos', um de 'Jura' (aka actores portugueses em pelota!), e outro de uma novela brasileira de cowboys... Depois deste chorrilho de produtos de qualidade duvidosa, as pessoas são obrigadas a fazer alternancia entre os dois olhinhos, para conseguirem ver a única coisa de jeito que dá num dia inteiro de programação... Quanto a mim, e embora me custe, adormeço sempre no intervalo. É que, afinal, depois de o meu cérebro já ter adormecido mal começa a ver uma fabulosa produção nacional, os olhos não vencem a luta, e perecem também, cansados.


Já não há saco para tanto trash.

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Um milhão e meio de amigos...

por Bad Girl, em 19.09.06

Exaspera-me esta quantidade absurda de convites que recebo para fazer parte do Hi!5.

Todos os dias recebo um convite para esta nova moda. Da última vez que tive algum tempo livre, peguntei a um colega de trabalho o que era, afinal, essa coisa do Hi!5. Para me explicar melhor, ele mostrou-me o seu próprio Hi!5. E começou o meu estado de choque. Ele tem 310 amigos. Mas quem é que tem 310 amigos? Isto não pode ser possível! Ele comentou então comigo que ainda podia ter mais. Há quem tenha para cima de mil amigos. Como pode? A coisa funciona de uma maneira muito simples. Procuramos pelas fotos aqueles que queremos que sejam nossos amigos, mandamos uma mensagem, e esperamos a resposta. E é assim que se fazem novos amigos. Já não há os rituais, o cara a cara, a cumplicidade de que Saint Exupery fala n'O Principezinho. Não. Vemos uma fotografia, e fazemos novos amigos.

Pois as inscrições para novos amigos estão fechadas cá para estes lados. Não quero mais amigos. Não tenho tempo, nem paciencia. Gosto dos que tenho, não estou a pensar substitui-los.

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Compras

por Bad Girl, em 19.09.06


Hoje comprei um carro.
Estranho, não é? Nunca sequer falei sobre isso...
Há uma razão: é que eu decidi isto há menos de uma semana.
Há outra razão, e essa é que há pessoas estranhas. Nessas pessoas eu estou incluida.
Se não, vejamos:
Compra da casa.
Número de casas que visitei: 1.
Dias desde a decisão de comprar a casa até à visita da mesma: 2.
Dias desde a visita até à escritura: 7.

Compra da última carteira cara:
Número de vezes que passei na montra, em dias diferentes: 4.
Dias desde a última visita à montra até à decisão de comprar: 10.
Compra do carro:
Número de test drives que fiz: 1.
Dias desde a decisão de comprar o carro até ao dito teste: 3.
Dias desde o test drive à compra: 4.

Estranho, não é? Uma coisa pequena como uma carteira faz-me pensar mais do que uma casa ou um carro. As grandes decisões da minha vida são tomadas de um dia para o outro. Contudo, pondero bastante para comprar pequenos luxos... A dificil verdade é que sou assim com tudo. Da mesma maneira que decido grandes compras de um dia para o outro, desligo-me das ditas grandes coisas da vida também assim, de um dia para o outro. E por muito que me custe a assumir isto, assumo que não me custa muito...

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Filmes da minha vida

por Bad Girl, em 19.09.06

Ontem dormi em casa dos meus pais. Como já não estou habituada, estranhei o colchão, e fui-me entretendo a fazer zapping. Algures num canal de cabo, passava uma re-re-re-re-re(...)repetição do filme Cocktail. Foi ai que tudo me veio à memória... Eu fui uma teenager muito estúpida!!!! Como todas, naquela altura.
Então vamos a ver, que filmes é que eu via e revia (quase em loop) com o entusiasmo da primeira vez?
Top Gun (1986): História - piloto rebelde, que usa sempre o mesmo casaco de couro e os mesmos óculos Ray Ban apaixona-se pela instrutora, e algures por aí perde o melhor amigo. Com a morte deste tem uma epifania e decidiu dar uma volta à sua vida. No fim: boy gets girl. Frase marcante: "- I feel the need...- ... the need for speed!"
Dirty Dancing (1987): História - dançarino pobre apaixona-se por menina rica, e ensina-a a dançar (entre outras coisas). Pais não acham graça, e separam-nos. Mas (quem diria?!?) o amor acaba por vencer, e no fim: boy gets girl. Frase marcante: "Nobody puts baby in a corner".
Cocktail (1988): História - rapaz pobre sonha ser rico, e vai para o Hawai, abrindo um bar na praia. Conhece rapariga rica, por quem se apaixona e engravida-a. Ela foge. Ele perde o melhor amigo, e tem uma epifania: vai atrás da mulher que ama, passando por cima das dificuldades. No fim: boy gets girl e gémeos. Frase marcante: "Um homem será sempre julgado pela quantidade de álcool que conseguir ingerir, e uma mulher ficará impressionada, quer queira quer não."
** Pausa para reflexão**
Entre o Top Gun e o Cocktail, há uma notavel evolução no cinema do género "final= boy gets girl". Em todos se nota que o rapaz se apaixona por um ser de classe superior: quer a nível hierárquico, quer a nível financeiro. Se no Top Gun o moço só queria saber de voar, e no Dirty Dancing só queria saber de dançar, já no Cocktail ele queria ser rico. Juntou-se a ambição ao guião. E gémeos. Para dar aquele ar.
** Final da pausa**
O ano de 1989 trouxe, entre outros, o filme de um colégio de rapazes, cuja frase marcante ficou "Oh captain, my captain", e que ainda hoje me faz chorar; e o filme "When harry met Sally", cuja frase marcante é dita (gemida) por uma exuberante Meg Ryan, e que passa mais ou menos por isto: "Hummm, yeah! oh, yes, yes, hummm, yes, baby!". Foi em 1989 que os homens começaram a perceber que as mulheres fingem orgasmos. Para compensá-los de anos e anos de cinema que denegria as suas imagens, chegou 1990 com o filme do milionário que se perde por Hollywood Boulevard e encontra aí a Pretty Woman. Pelos vistos a única prostituta magra e gira da zona mas, mais importante, com principios. Para não variar, boy gets girl, marcado pela frase: "I have never treated you like a prostitut. - You just did..."
A década de 90 e seguinte, das duas uma: ou foi mais profícua em bons filmes, ou eu cresci um bocadinho. De qualquer das maneiras, vale sempre a pena recordar aquelas tardes em que iamos todas lá para casa gastar a fita das cassetes de vídeo...

18,87

por Bad Girl, em 19.09.06

Sabem o que é aquele número ali em cima?????

A minha possibilidade de fazer parte do mundo da moda.

Passo a explicar: depois das novas 'leis' para desfilar em Madrid, que poderão vir a ser aplicadas até em Milão, cheguei à conclusão que não só tenho o minimo de indice de massa corporal, como ainda tenho uma margem de manobra de 0,87 - Kate Moss, diz adeus à passerela. Eu estou a caminho!!!!!!

Como diria o outro: eu estou numa forma do caraças!!!!!!!


Se a bola é redonda, porque raio os jogadores da bola são tão quadrados?

Se o futebol se joga dentro das 4 linhas, porque raio os jogadores da bola não alinham os pensamentos?

Se o futebol é um jogo de homens, porque raio é que eles se comportam como miudos?

E se sabemos tudo isto, porque é que ainda insistimos em pôr jogadores de futebol a falar em conferências de imprensa?

Finalmente, se o futebol é um desporto de massas, porque raio é que só os jogadores da bola é que ficam com a massa?

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Dedicado à noiva... (Private 'message')

por Bad Girl, em 18.09.06

Uma joaninha com um gato loiro... vá-se lá saber porquê, lembrei-me de ti.

Antes que o tempo não me permita, e que a correria da semana me roube oportunidade de o fazer...

Felicidades!

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Dormir como um bebé

por Bad Girl, em 17.09.06
Como é que há pessoas que são capazes de descrever uma belissima noite de sono como:
- Dormi como um bebé.
Estas pessoas estão loucas?
Ou estarão apenas desfazadas da realidade?... Como é que alguém que já tenha tido de dormir na mesma casa que um bebé pode achar que dormir como um deles é dormir bem? Acordar de três em três horas. Acordar às 7 da manhã...
Estão doidos!

A despedida de solteira

por Bad Girl, em 17.09.06

Ora cá está, toda a verdade sobre a despedida de solteira:
Primeiro em números:
09 era o número de mulheres na despedida
05 o número das que são casadas
01 noiva
01 solteira comprometida
02 solteirissimas (nunca solteironas), claro.

O programa não era nada de especial (graças a Deus! - digo eu, que sou agnóstica). Houve um lanche em casa de uma amiga, houve um véu que só foi utilizado dentro de portas, mas nada de pirilaus e pinturas ordinárias. Tudo muito soft. Primeiro porque já não temos idade para certas brejeirices, depois porque lá porque se vai perder a liberdade, não tem de se perder o nível... Quando saimos à rua, a visão do nosso grupo era a de um grupo de 9 mulheres a dançar. Não havia cá piroseiras tipicas destas festas. Elogiada que está a parte boa, vamos lá para o desaire que foi a noite. Ora depois de um belo jantar, decidimos ir até um Bar. Esqueci-me de referir uma coisa muito importante, que muda todo o rumo da história: tudo aconteceu na Póvoa do Varzim. O bar apresentava-se como o 'local para começar a noite', e anunciava uma festa latina. Numa festa onde tocavam Black Eyed Peas (latinos desde pequeninos), e muita Shakira. Ora duas das nove (eu incluida) chegamos à conclusão que ou começavamos a dançar de imediato, ou não tardava estavamos a dormir. Pois que depois de muito Samba, muita música que, em circunstancias normais eu não chegaria a ouvir a segunda palavra do refrão, muita Shakira, e já os animos estavam lá em cima (só de nós as duas, mas enfim...), lá acontece o impossivel: começa a tocar a música da Floribela. Perante a estupefacção de todo o grupo (bailarinas incluidas), nada nos iria parar, e era ver-nos a dançar aquilo como se de uma música se tratasse. E perguntam vocês: "Mas porque é que ela está a contar isto? Porque é que ela não guardou segredo?". A resposta é simples: o Porto é a 30 quilometros da Póvoa, há mil e uma maneiras de se saber isso por cá. Como eu já há mais de seis anos que não bebo, tinha as desculpas esgotadas. Mais vale assumir logo.
Finalmente, e depois de muito abanar o corpinho, chegamos à conclusão que era melhor sair dali, antes que nos transformassemos numas sopeiras. Walking distance: Budha Bar.
A caminhada foi longa. Oito (uma já tinha desistido) mulheres a passear num Sábado à noite na Póvoa, provocam um efeito estranho no trânsito: 90% dos carros abrandam para os seus condutores terem oportunidade de meter a cabeça de fora e terem autenticas verborreias de pseudo-elogios.
Chegadas ao destino, mais uma vez, apelo aos números. Pessoas para entrar: zero. Pessoas a controlar as entradas (armários, RPs e senhor com detector de metais): cinco. Não gostamos da proporção, decidimos caminhar mais (as alternativas- aparentemente) na Póvoa, são duas. Uma estava arrumada, a outra vinha a seguir.
Enseada. A balançar com o inexistente número de pessoas a quererem entrar no Budha, aqui as pessoas aglomeravam-se à porta. Se não chegavam às 300 andaria lá muito perto. Enquanto tentavamos perceber o porquê desta enchente, e como ficaria o ambiente depois de termos entrado no espaço, nova surpresa: olhei para um cartaz, onde dizia: Sábado, 16 de Setembro, festa com os actores dos Morangos com Açucar. A medo, perguntei:
- Que dia é hoje?
No mesmo momento passavam os ditos actores, com uma avalanche de teenagers inverbes aos gritos a correr atrás deles. Eu, que me queixava desde o Budha de vontade de ir à casa de banho, já via a minha vida muito mal parada. Até ver a luz. Quero dizer, as luzes. Do Casino. E pronto, lá fomos nós, ao Casino fazer xixi. Nós, de ganga vestidas, e os janotas todos que tinham estado no concerto do Chris de Burg a sair, e a jogar. Já que lá estavamos, tomamos um chá no Bar, para fazer novamente o caminho até aos carros, e dar como encerrada aquela que, se Deus quiser (mais uma vez a divindade pela agnóstica) será classificada como a noite mais embaraçosa da minha vida.

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O SOL, quando nasce...

por Bad Girl, em 17.09.06

... afinal não é para todos. Foi o que eu percebi ontem, quando tentava comprar o novo semanário português.
Depois do quiosque aqui ao pé de casa e da papelaria ao lado do emprego, tentei a estação de serviço do costume. NADA! Nem um exemplar. Disse-me o senhor da estação de serviço que só teriam chegado 40 exemplares, número atipicamente diminuto no género. E foi ai que eu percebi:
Não acreditando numa insegurança da parte de quem o faz que, conhecendo a população portuguesa deveria saber que a corrida ao SOL seria grande, acabo por dar por mim a louvar a possivel acção de marketing. Nada como um semanário que esgota a primeira edição logo ao meio da manhã, mesmo que o número de exemplares seja infinitamente menor ao suposto. Talvez para a semana tenha direito a um lugar ao SOL. Até lá...



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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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