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Bla, bla...

por Bad Girl, em 19.06.07

Há um mês atrás...
KIA - O que acha que podiamos fazer para resolver esta situação A?
Bad - Acho que o melhor seria bla, bla, bla, bla, bla, bla.
KIA - Hummm.... a ideia não parece má. Mas precisa de ser trabalhada. Até porque acho que não está bem adaptada à nossa realidade. Pense noutra alternativa!
***
Hoje:
KIA convoca reunião para comunicar que, para resolver a situação A, iremos passar a fazer bla, bla, bla, bla, bla, bla, como parte de um plano de mudanças que ELE tem vindo a idealizar para o Burgo.

Hã, hã...

Was a kind of magic

por Bad Girl, em 19.06.07
O problema com as coisas mágicas é que um dia descobrimos que não passam de truques de ilusionismo.

Corn flakes

por Bad Girl, em 19.06.07

Dantes, ainda achava que, apesar de todos os seus defeitos, a cabeça do Mr. KIA não passava de um complicado puzzle que um dia todos chegaríamos a ver montado.
Lamentavelmente, e mais de um ano de convívio depois, percebo que naquela cabeça está, na realidade, uma caixa de Corn Flakes que nunca se irá transformar num galo!

Razão

por Bad Girl, em 18.06.07
Quando alguém nos dá razão... não significa que nunca a teve?
Então, como se pode dar uma coisa que não se tem?

Gato escaldado?... quem lhe dera!

por Bad Girl, em 17.06.07
Contava-se ontem, na primeira pessoa, uma história ao jantar. A J. recolheu um gato pequeno da rua. Arisco, como convém pelo seu background social, na sua primeira visita ao veterinário, cujo propósito era limpar as orelhas, foi necessária a intervenção da anestesia, para levar a cabo tal tarefa árdua. Ao ver o animal a dormir, o veterinário vai de convencer a J. que o melhor seria aproveitar a onda para castrá-lo. Depois de alguma argumentação válida, ela acedeu.
Moral da história, o bichano foi ao doutor para ficar a ouvir melhor, e sai de lá sem pilinha (sim, porque ele tinha 4 meses, não podia ser uma pila...). Diz ela que ele está muito mais manso (não, jura!?!?), e que até deixa limpar as orelhas sem reagir.
Claro, J. que esperavas? Da única vez que ele decidiu refutar a ideia, acordou sem pilinha. O gajo já deve ter feito contas, e começa a achar que lhe podem cortar coisas que lhe façam falta TAMBÉM, tipo as patas, ou coisas do género. A minha leiga opinião de quem nunca teve gatos (nem pilinha) é simples: se a bola de pelo tivesse um dedo oponível (vulgo polegar), iria ele próprio à casa de banho buscar cotonetes e fazer o servicinho. Aí tinha a certeza que ninguém lhe cortava nenhum membro com a desculpa de que lhe estavam a limpar as orelhas...
Pobre Caniço, soubesse ele que a coisa era assim tão simples, e tinha passado todos os episódios da Chuva na Areia a limpar as orelhas!

26 anos de Swing no Porto

por Bad Girl, em 17.06.07

Foi ontem que se comemorou o 26º aniversário de uma das mais emblemáticas discotecas do Porto. A festa não esteve de arromba, o ambiente não era o que já foi (ou melhor, em parte era, porque muita gente que estava lá deve ter estado também na festa de abertura...), e a música, 80's. Não dos melhores 80's, mas 80's. Do Swing guardo boas memórias:
- A primeira vez que saí à noite, e dei de caras com o sol no regresso a casa.
- O ter sido a causa directa do fim de um namoro.
- A cena da casa de banho n' O lugar do Morto.
- A primeira directa que fiz de uma discoteca para o emprego (ah, aqueles Domingos no Swing!).
- Ser a única discoteca do Porto onde eu arranjo lugar literalmente à porta em 90% das vezes que lá vou.

Por ter sido um marco na minha vida, e por ter marcado, certamente, muitas vidas na cidade do Porto, mas sobretudo por se aguentar estoicamente enquanto os locais da noite vêm e vão, abrem, fecham, mudam de nome, se staff, de sítio. Por tudo isso, e porque ontem eu precisava de algumas gargalhadas em boas companhias, Parabéns, Swing.

Ser igual a ninguém

por Bad Girl, em 17.06.07

Odeio generalizações. E vocês, homens, têm a mania de generalizar (esta era a piada fácil...). Algumas pessoas gostam de o fazer. Dizer "vocês homens" ou "vocês mulheres"... não gosto. Posso cair na asneira de dizer isto uma ou outra vez, mas na realidade abomino toda e qualquer terminologia comparativa. Seja a generalização genérica ou a versão mais intimista das generalizações. Que é o "fazes-me lembrar" ou "com essa atitude agora parecias mesmo". Caramba, não sei se será uma coisa só minha, uma repulsa que me atinge só a mim. Mas com ziliões de códigos genéticos, com identidades próprias, com meios familiares, sociais e ambientais tão diferentes, com tantos milhões de pessoas no Mundo, como é que o destino nos vai pôr à frente alguém que é tão parecido com outra pessoa que também se cruzou no nosso caminho antes? Quais as possibilidades matemáticas de isso realmente acontecer? Parece-me que as pessoas que gostam de estabelecer comparações (sai uma generalização aqui para este post, faxavore!), precisam, acima de tudo, de se segurar a alguma coisa que lhes é familiar. Ao "és parecida com...", junta-se um calado pensamento de "por isso já sei com o que posso contar". Têm receio de que aquela pessoa seja completamente nova, completamente diferente, exactamente igual a ninguém que conheçam. A mim assusta-me, também, em parte, a mudança. Ideias novas, sentimentos novos, pessoas novas, opiniões diferentes. Não sou uma ave rara que para aqui anda que gosta de mergulhar em tudo quanto é desconhecido sem apresentar alguma resistência. Mas prefiro que essas experiências novas, esses sentimentos novos, essas mudanças, sejam com pessoas iguais a ninguém que eu conheci antes. Gosto de poder dizer: "És igual a ninguém que eu conheço, e por isso mesmo é que gosto de ti!"

Podiam...

por Bad Girl, em 16.06.07

...ter feito isto há um mês atrás.
E talvez eu só tivesse de passar aquela noite a explicar o que é uma anémona.

Esta piada é extremamente private, mas tinha mesmo de colocar aqui!

A desgraça!

por Bad Girl, em 15.06.07

Então não é que uma das piores coisas que podia acontecer a uma mulher que vive sozinha e tem unhas compridas acabou mesmo por acontecer?
Sem dó nem piedade, A MÁQUINA DA LOIÇA AVARIOU-SE!!!!!!!!!!!!!

E agora? Tenho de lavar as tigelas dos cereais e as colheres à mão???? Ninguém merece!*

*Apenas para esclarecer uma pequena dúvida: o T. não me conhece assim tão bem. Eu às vezes cozinho. E bem. Mas isto não é para contar!

Chorar

por Bad Girl, em 15.06.07

Eu sou uma pessoa extremamente simples, só choro por uma de duas razões: por tudo ou por nada.

Ontem, todas as lágrimas que cairam tiveram uma dessas razões.

Chorei por nada.


Data adulterada



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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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