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Principalmente se for no campo e com alvoradas às seis da matina.
É assim, a alma de emigrante possui-me de cada vez que ponho o nariz fora da porta. Agora também penso em inglês... e hoje, quando debatíamos animadamente a luxúria, alguém tenta explicar ao neozelandês que nos acompanha do que estamos a falar. E perguntam-me:
Já passou um ano. A história repete-se. Voltei à tua cidade favorita. Onde tu escolheste viver. Mas onde tu já não estás.
Ontem, sentada no meu lugar de avião, fico deveras satisfeita ao perceber que os meus vizinhos comunicavam com linguagem gestual. Boa, ia poder dormir!!!! Sem pessoas a falar, bla-bla-bla, ali ao lado. Pois. Mas isso até seria verdade se não fosse comigo, a quem tudo acontece. É que, para fazer linguagem gestual, ele precisava que ela o visse. E vai de se encostar a mim em aparente queda livre para conseguir tal feito... Mas eles eram tão simpáticos que eu não consegui dizer nada (até porque eles não me iam ouvir...) 

Não te tenho no coração, que ainda muda de ritmo quando penso em ti.Tocam, mas não se entranham. Porque eles não estão onde te tenho. Debaixo da pele. E, apesar de perceber que nunca te conseguirei ter noutro sítio, é debaixo da pele que eu te quero ter.
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!