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Já é sexta??????

por Bad Girl, em 20.02.08

I don't care if Monday's blue
Tuesday's grey and Wednesday too
Thursday I don't care about you
It's Friday, I'm in love

Monday you can fall apart
Tuesday, Wednesday break my heart
Oh, Thursday doesn't even start
It's Friday I'm in love
Saturday, wait
And Sunday always comes too late
But Friday, never hesitate...

I don't care if Mondays black
Tuesday, Wednesday - heart attack
Thursday, never looking back
It's Friday, I'm in love

Monday, you can hold your head
Tuesday, Wednesday stay in bed
Or Thursday - watch the walls instead
It's Friday, I'm in love
Saturday, wait
And Sunday always comes too late
But Friday, never hesitate...
Dressed up to the eyes
It's a wonderful surprise
To see your shoes and your spirits rise
Throwing out your frown
And just smiling at the sound
And as sleek as a shriek
Spinning round and round
Always take a big bite
It's such a gorgeous sight
To see you eat in the middle of the night
You can never get enough
Enough of this stuff
It's Friday, I'm in love

I don't care if Monday's blue
Tuesday's grey and Wednesday too
Thursday I don't care about you
It's Friday, I'm in love

Monday you can fall apart
Tuesday, Wednesday break my heart
Thursday doesn't even start
It's Friday I'm in love

... Head Hunting.
Pelos vistos sou tão boa quanto aquilo que acho (!), e não é uma opinião só minha...
E pensar que ainda há três semanas era tudo a ver quem me puxava o tapete mais depressa...

Lucros e garantias

por Bad Girl, em 19.02.08
Foto "Rimano sensa te..", de António Carreteiro

Temos sempre o "não" garantido. Tudo o que vier a mais é lucro, não?
Desde que nascemos, temos sempre a morte garantida. Tudo o que vem além do dia zero é lucro, não?
Perdemos tanto tempo (que não sabemos se temos) com merdas tão pequenas, não perdemos?

E isto é tudo o que me apetece dizer sobre este assunto.

Advogada do Diabo

por Bad Girl, em 18.02.08

Se há papel que eu gosto de fazer é o de advogada do diabo. Já há muito tempo que deixei para trás a pretensão de achar que os meus conselhos servem para alguma coisa. Não servem. Nem os meus, nem os de ninguém. Pode parecer arrogância (frankly, I don't give a damn!), mas eu acho que a resposta para todas as dúvidas que temos está apenas dentro de nós. Por isso, e quando alguém quer ajuda para alguma coisa na vida, eu limito-me a fazer o papel da advogada do diabo. Se me perguntam o que devem fazer, já sabem qual é a resposta que querem que eu lhes dê. Toda a gente sabe o que quer fazer quando pede conselhos. Está apenas à espera de aprovação.
Que nós verbalizemos aquilo que eles anseiam ouvir... Comigo não há facilidades. Se me perguntam o que é que eu acho de fazerem isto, eu pergunto logo porquê. E porque não aquilo? E porquê isto, agora? Construo. Desconstruo. Apoio. Deito por terra. A mim ninguém tem de convencer que quer mudar de emprego, comprar uma casa, declarar-se ao ser amado, deixar de falar com quem os ofendeu. Têm, isso sim, de estar perfeitamente cientes de que aquela é mesmo a decisão que querem tomar. E acredito que seja por isso que os meus amigos continuam a procurar-me para pedir conselhos. Porque sabem que de mim não levam nada. A não ser o que pensar.

Tema ainda a desenvolver...

Pequena constatação sobre os blogs...

por Bad Girl, em 18.02.08

Imagem daqui

Já repararam que a maior parte das pessoas que entram nos blogues para falar mal:
1 - normalmente são anónimos.
2 - quando não são anónimos, não têm qualquer link para o seu próprio blog.
3 - normalmente voltam, para ver se alguém lhes respondeu aos insultos.


Get a life. Or, at least, an identity!

Nunca digas: "Desta água não beberei!"

por Bad Girl, em 18.02.08
Foto daqui

Sábado de "madrugada", no carro, a caminho da "estância", diz-me a J.:
- Li aquele post no teu blog onde falavas das famosas que vão para a neve e se maquilham...
- E então? - respondo eu
Ela estica-me uma bolsa carregada de produtos de maquilhagem:
- Vamos experimentar?

Como as cheias de Lisboa me afectaram...

por Bad Girl, em 18.02.08

Pensavam que, por eu estar a trezentos quilómetros da confusão, a coisa me passou ao lado?
Resposta completamente errada.

Pensavam que, por eu ainda estar na cama quando descobri que Lisboa estava inundada, a coisa não me fez diferença?
Novamente errado.

Pensaram sequer que o facto de não estar a chover no Porto serviu de alguma coisa para me deixar alheia a toda esta água?
Errado!


E para verem o quão retorcido é o sentido de oportunidade do destino, reparem:

Inundações em Lisboa - casa de Nuno Markl inundada - Markl não vai trabalhar - Cláudia Semedo sozinha em antena. Ao fim de três anos sem mudar a estação do rádio do meu quarto, a chuva de Lisboa fez-me tomar a decisão que estava pendente há meses: bye, bye programa da manhã da Antena 3 ao acordar. É que a paciência tem limites, e a moça deu cabo do pouco que sobrava da minha.

Hoje, no meu msn

por Bad Girl, em 18.02.08

Foto tirada daqui
[No movie lines available today]





Agora que a greve dos argumentistas encontrou o fim, o meu msn não quis ser uma Maria vai com as outras. Há que ter princípios...

Foto daqui


Este fim-de-semana o mega posh fatinho Spyder saiu do armário. Estava feliz por ter visto a luz do dia quase um ano depois da última vez em que encontrou pela frente a porta do dito. Convencido que ia tirar a barriga de misérias, apesar de todos os meus alertas para moderar a excitação, lá foi ele daqui até à "Estância Vodafone" (mais conhecida como Serra da Estrela). Aproveitamos a acção de formação que o quase Pro amigo da Bad foi dar a uns miúdos, e lá fomos nós. Fazer-lhe companhia e ver neve. Sei que não é desculpa, mas a amizade tem razões que a própria razão desconhece...

Ainda há muitas coisas que eu não entendo. Porque é que chamam estância de ski àquele local é uma delas. Havia neve? Havia sim, senhor. Havia pistas demarcadas? Sim. Havia meios mecânicos? Pois que sim. Havia professores? Havia. Havia muita gente? Sim, também havia disso. Havia figuras públicas a aprender a fazer ski e snowboard? Até disso havia (aposto que, um destes dias, ainda abro uma revista e vejo que essas ditas figuras públicas foram convidadas por uma dessas marcas de carros para ir para uma estância a sério, e aparecem lá a dizer que é um desporto que fazem todos os anos, desde que os paizinhos as levavam para Aspen, ainda com tenra idade...).

Então, Bad, não achas que estás a exagerar na crítica?
Não, não acho.
Porque, apesar de não ser nenhuma Pro e de não ir com os paizinhos para Aspen esquiar desde que me lembro que sou gente, sei que não caí uma única vez, durante todo o fim-de-semana (e isto é estranho). Nem nas pistas mais difíceis. Sei que quem atribuiu o grau de dificuldade às pistas daquela estância há-de ser daltónico, e que qualquer sombra de uma pista vermelha é apenas uma visão (quanto mais preta!). Sei que precisei de ter ido até lá para ver famílias com crianças a construir bonecos de neve no meio das pistas. Para ter visto um imbecil descer uma pista vermelha em cima de uma bóia ( e não, a culpa não é, apenas, deste bando de ignorantes com que me cruzei, mas também da falta de vigilância que premeia a "estância"), e de precisar de me preocupar, pela primeira vez, com quem vem atrás e não só desviar-me de quem está à frente. Sei que nunca precisei de pagar uma caução de € 250,00 por alugar material, e nem sequer alguma vez vi um forfait ter uma caução de € 5,00, para depois ser devolvido no final... Quando para lá fui, sabia que a possibilidade de fazer as pistas todas ao fim de uma hora (só porque os meios mecânicos são lentos) era muito forte. Mas nem o meu mais fértil momento de imaginação me poderia ter relatado as coisas que acabei por lá encontrar. E ponho-me a pensar que o nosso é um belo país do quase: temos uma quase estância de ski na Serra da Estrela. Um clima quase tropical no Algarve. Um quase governo, uma quase família real, uma ASAE que é quase uma PIDE, quase fomos campeões da Europa, temos um país quase do primeiro Mundo, por estar na velha Europa, mas quase de terceiro Mundo, pela situação económica e pelo povo que o habita.
Neste Portugal do quase, num quase fim-de-semana de ski, passado numa quase estância, eu quase que tive um momento divertido, quando um snowboarder com muito bom ar se esqueceu de travar (se é que sabia como se faz tal coisa!) e caiu em cima de mim. Bad, que mesmo com a neura não fica ceguinha, olha para o dito, e vai de lhe dizer a piada óbvia:
- Ora bem, não estou habituada a fazer as coisas assim... quando chego a esta fase com alguém eu costumo, pelo menos, saber como se chama...
O rapaz lá riu e, disse uma quase piada, e o nome. E isso foi o suficiente para eu perceber que ele devia ser tão burro como desinteressante. Por isso lá me pus novamente em cima dos skis e desci a perigosa pista vermelha a abrir de tal maneira que, daquela vez, demorei apenas 30 segundos a chegar ao fim, em vez dos tradicionais 43 segundos....

Depois deste fim-de-semana fiquei com a certeza absoluta de que nunca hei-de perdoar os que no Burgo não me deixaram antecipar as férias para ir fazer uma semana de ski a sério... Nem mesmo quase perdoar...

Insistir no erro

por Bad Girl, em 15.02.08

Há pouco, por causa de uma conversa sobre uns relatórios (!) dou por mim a pensar que insistir no erro é uma das coisas mais imbecis que quase todos fazemos, de forma praticamente inata.

Pensemos no exemplo caricaturado da coisa: eu pego num garfo, com a mão direita (já que sou destra), pouso a mão esquerda sobre uma mesa, puxo a mão direita bem atrás, ganhando lanço, e espeto o garfo com toda a força que conseguir na mão esquerda. Não sou especialista em probabilidades, mas acho que, neste caso, tenho 100% de possibilidades de me magoar. Continuando a experiência, e fazendo tábua rasa de tudo quanto seriam reacções físicas instintivas derivadas do choque, o que é que me levaria, uns dias depois, a fazer exactamente a mesma coisa? Pura estupidez, não?
Então, porque é que não é linear que, se nos salvaguardamos da dor física, porque raio que continuamos a insistir nas coisas que nos fazem mal psicologicamente? Desculpamos os amigos que nos enganam, aceitamos desculpas esfarrapadas, deixamos regressar à nossa vida pessoas que nos magoaram... Será que o medo de nunca mais sentir é tão forte que precisamos de sentir qualquer coisa, nem que seja a dor de um garfo a espetar-nos a carne?



Mais sobre mim

foto do autor


Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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