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Sempre me confundiu bastante o facto de as pessoas dizerem que os amigos "fogem" quando a nossa vida está uma merda. Ou que se reconhecem os amigos nas alturas difíceis. Aos meus olhos, a coisa processa-se exactamente ao contrário. É sempre fácil arranjar quem me ouça quando estou a derrapar na vida. Quando nada corre bem. Arranjar quem me diga "Pronto, deixa lá, há mais homens/ empregos/ dias...". Agora quem fique comigo quando estou nas nuvens... quando tudo corre bem? Essa é a altura em que as pessoas vão à vida delas, e nos deixam para trás. Porque lhes lembramos o que não têm? Porque lhes provamos que é possível conseguir essas coisas? Andar em frente? Ou pura e simplesmente porque as pessoas nem sempre são capazes de ficar felizes pelas outras com a mesma vontade com que lhes limpam as lágrimas? Mesmo que se digam amigas?
A TODAS as pessoas que ontem quiseram parar na VCI com o simples propósito de VER um carro a arder (não àquelas que abrandaram por causa do bando de ANORMAIS que parou literalmente, só às que decidiram parar para espreitar) entrego o meu lamento. Por haver pessoas assim, por não lhes acontecerem a eles coisas como aquelas que eles tanto gostam de admirar mas, acima de tudo, o meu lamento pelas deploráveis vidas que deve ser preciso levar para ter de se parar a ver um carro a arder...
Diálogo entre duas crianças que viam publicidade no Panda, “roubado” indecentemente em casa dos meus pais:
O Daniel Oliveira está para o Cristiano Ronaldo como o Paulo China está para o Figo?
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!