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Chamem-me preciosista

por Bad Girl, em 23.06.10

SCUT - Sem Custo para o UTilizador. É parvito. Mas creio que quem criou a sigla teve algum medo de ouvir o povo dizer coisas do género "Vais ali à SCU" ou "Apanha ali a SCU"... Por mim tudo bem, não sou de embirrar (muito) com essas coisas. Tenho é uma dúvida: não vão continuar a chamar SCUTàs ditas depois de estas começarem a ter custos para o utilizador, pois não? A segunda coisa já não é uma dúvida, é um grito que vai daqui a Beja, tal é a minha fúria:

Ora: está aqui uma SCUT (Sem Custo para o UTilizador). Estão ali duas SCUT (Sem Custo para os UTilizadores). Não é SCUTS. Nem SCUTs. Muito menos SCUT's. É que uma pessoa farta-se, caramba.

 

Grata pela vossa atenção. Vou agora pegar ali nuns CD de música popular para ir comemorar o São João com uns amigos VIP... (mentira: não gosto do S. João e não tenho amigos VIP. Era só para usar siglas de forma correcta.). Beijinhos e bom S. João. Não façam muito barulho com o foguetório que aquilo é coisa que me incomoda.

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... e que há cerca de meia hora ficaram parados ao meu lado no semáforo da Hugo Boss,

 

Eu sei que sou gira. Aliás, pela vossa reacção, direi que gira é pouco. Chega-te para lá Gisele, que a Bad chegou. Mas reparem, ainda que o meu namorado não estivesse no carro de trás (afinal, what are the odds?) e que eu estivesse com a libido tão desnorteada que quisesse ter uma aventura sem compromisso com um estranho. Ainda assim, e não querendo ser preconceituosa, tipos vestidos com roupas fluorescentes, pendurados num camião a atirarem-me beijos e a piscarem-me o olho não é um cenário que eu considere sexy.  

Ah, e também não era preciso estarem a "assinalar-me" ao senhor do Megane branco que estava atrás de vocês (e ao lado do MQT, by the way). Porque é possível que alguém normal não confie muito na sinalética de dois senhores empoleirados num camião. A confiar, há algo de errado com ele também.

 

E não, lamento informar-vos que aquilo que vocês ouviram dizer sobre fantasias de mulheres e homens de farda... não acho que vos inclua.

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Cada um merece a wall que tem

por Bad Girl, em 22.06.10

Percebendo pouco de marketing nas redes sociais, ainda consigo ter a consciência das coisas que nos poderão dar cabo do negócio. Sendo a mercearia da esquina, ainda aceito ver um ou outro tiro no pé. Mas estamos a falar das Pousadas de Portugal, caramba, grupo do Sr. Dionísio Pestana, que nem deve sonhar com o forrobódó que por lá anda. A frequência do local é uma coisa a puxar aos fóruns do Correio da Manhã. Podemos perceber que, se há coisa que 90% daquelas pessoas não são e não serão nunca, é clientes das Pousadas de Portugal.

Exemplo 1:

 

 

 

Neste "post" as Pousadas orgulham-se do prémio atribuído à Pousada do Freixo.

Embora eu avalize a opinião do primeiro criaturo, parece-me deveras inconveniente. E parvo, da parte do administrador da página, que aquilo não é o "Prós e Contras"... depois lá vêm os carneiros e a última opinião, que tenta atenuar, parece-me de alguém que sabe de mais para ser estranha à casa. Mas tudo bem, adiante...

 

Exemplo 2:

Aqui oferece-se Vila Viçosa. A senhora do costume manda o seu bitaite. E o senhor idiota vai para o site de uma cadeia de hotéis sugerir o hotel que fica na rua ao lado. E o que é pior? Isso... ninguém censura. O gestor da coisa lá nas Pousadas acha que, em Vila Viçosa, há clientes para todos.

 

Last but not the least, a cereja no topo do bolo, o exemplo 3:

 

Só para fazer um resumo: há quartos a 50 euros em Pousadas seleccionadas. É bom, certo? Errado! Então não tem pequeno-almoço? Então as pessoas não se deviam sentir em casa? Eu, pessoalmente, na última vez que lá estive, mal entrei, tirei logo os sapatos. Sentei-me no sofá do Lobby, pus os pés em cima da mesa, desapertei um botão das calças e, quando precisei de ir fazer o meu xixi, para além de ter deixado a porta aberta, ainda gritei ao MQT:

 - Trazes-me papel higiénico?

 

E cá está um péssimo exemplo do que uma empresa pode fazer com uma rede social.

 

Para verem mais, é só entrarem na página das Pousadas. Qualquer pessoa pode entrar. Divirtam-se.

 

Caro Sr. Pestana, se precisar de arranjar isso, mande-me um mail. Terei todo o gosto em ajudar, em troca de quantia adequada. Pior do que está, não fica.

 

 

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La France....

por Bad Girl, em 21.06.10

Sugeriram-me no Facebook que falasse sobre esta coisa da França, parece que agora andam todos às turras uns com os outros...

Para começo de conversa, eu percebo pouco de Mundiais e Europeus de Futebol. A minha memória mais antiga destes eventos é o Mundial da Coreia (podia ser pior? Duvido...). Por isso, leigamente falando, cá está:

 - A França já não tem Zizou. Logo, a França já não tem interesse.

 - A França tem um treinador que podia ser condenado por um crime sem sequer ter que passar pela barra dos Tribunais, por tanto ter cara de culpado de alguma coisa.

 - A França-selecção é uma amostra da França-país. Não havia de ter greves e gente mal educada porquê? 

 - A França nunca devia ter ido para a África do Sul. O universo realinha-se quando muito bem entende.

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Portanto...

por Bad Girl, em 21.06.10

Vocês param de trabalhar a meio do dia para irem ver um directo onde entram 23 gajos que estão num continente longínquo, absolutamente desesperados para vencerem os "maus", liderados por um fraco, e com doenças que aparecem subitamente. E depois falam de mim, por me ter levantado às cinco e meia da manhã para ver o último episódio do Lost em directo? Pelo menos eu já achava que eles estavam todos mortos e não fiquei surpreendida por aquilo não acabar bem. Ah... e não me baldei ao trabalho....

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Politicamente falando

por Bad Girl, em 21.06.10

É minha opinião que o presidente Cavaco devia ter dito ao cidadão Aníbal que isso de ir passear com os netinhos podia esperar mais um dia e que ele, o cidadão Aníbal, tinha que ir fazer um frete que nem a ele, presidente Cavaco, lhe apetecia fazer. Assim de uma maneira que se possa entender, mais ou menos como fez o presidente Cavaco, quando promulgou a lei do casamento homossexual, a contragosto do cidadão Aníbal. Fico contente por não ter votado no candidato Cavaco. Já na altura me quis parecer que o cidadão Aníbal ia ganhar grande parte das lutas...

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Digam o que quiserem...

por Bad Girl, em 20.06.10

... mas, para mim, esta lesão do Deco foi, voltando à metáfora mal conseguida da semana passada: eu (a florista) zanguei-me com a pessoa que me entrega as tulipas. À pergunta "Oh, Dona Bad, então hoje não há tulipas?", eu lá respondo "Ui... nem me fale das tulipas! Vieram cá trazer uma dúzia, mas tive de mandar tudo para trás. Todas estragadas..."

 

Pronto, é isto.

 

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Das princesas...

por Bad Girl, em 19.06.10

A única candidata a um trono, em todo o mundo, casou com um plebeu.

É linda. Uma verdadeira princesa.

 

Se ao menos todas as "princesas" fossem assim...

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Se calhar ia para o PS...

por Bad Girl, em 18.06.10

Para além de roubar, Ricardo Rodrigues mente. Apraz-me saber que, no meio de tantos defeitos, o partido do governo não sofre de falta de coerência aquando das escolhas dos seus deputados. Espero que tenha feito um exame a um Domingo. Pode ser que venha a ter um ministério.

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Momento da verdade

por Bad Girl, em 18.06.10

Eu já fiz muita porcaria na vida. 32 anos de puro rastilho curto, desatino e “mais vale arrepender de ter feito do que não ter feito de todo” ofereceram-me de bandeja momentos embaraçosos, chatos e candidatos ao não esquecimento. No caminho, com a estupidez, magoei algumas pessoas. A mais ferida terei sido eu, obviamente. Ora a toda a porcaria que fiz na vida (não sei se já disse que foi muita) nunca me ocorreria acrescentar a derradeira porcaria que é a catarse pública. E, por mais voltas que dê, juro que não entendo como é que há pessoas que conseguem ir à televisão, ligar-se a um polígrafo, e estar ali, olhos nos olhos com família e amigos, a assumirem que sim, que traíram, que roubaram, que enganaram, que fizeram e aconteceram das piores formas possíveis. A sério que não entendo o que move as pessoas que aparecem no “Moment of truth” (o programa em Portugal durou meia dúzia de dias e não teve nem metade dos requintes de malvadez que o americano). Não pode ser só dinheiro, o dinheiro é importante mas não paga tudo. Não paga a vergonha pública, não paga o embaraço. Não paga, sobretudo, os olhares desapontados que tomam conta das pessoas que estão ali que, supostamente, são as pessoas mais importantes na vida daquela gente. É um acto de cobardia e não de coragem, de irresponsabilidade e não de querer ficar a zero com as contas do passado. As pessoas sujeitam-se à humilhação pública porque, pior do que não saberem pedir desculpas, não estão preparadas para assumir. Apontam o dinheiro como motivo para “vale tudo” naquele rol de confissões. Magoam tudo e todos no seu objectivo de expiarem os seus pecados. Como eu disse no princípio deste testamento, das porcarias que fiz, fui eu quem ficou mais ferida. E se, muitas das vezes, não pedi desculpa ou não contei a verdade, foi mais para me poupar do que poupar os outros, assumo. Podia fazer bonito e dizer que não, que viveram muito bem sem saber a verdade, que esta só havia de os prejudicar. É verdade, também. Mas a verdade que se sobrepõe aqui é que, das vezes que me senti preparada para assumir que fiz porcaria (merd@, em alguns casos), o fiz em privado e de coração aberto. Fi-lo para proveito próprio, mas não atropelei ainda mais as pessoas. Já sei que não hei-de ir para o céu. Mas não aceitaria fazer os outros passarem por um inferno.

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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