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Dia Mundial da Poesia

por Bad Girl, em 21.03.11

Nature's first green is gold, 
Her hardest hue to hold. 
Her early leafs a flower; 
But only so an hour. 
Then leaf subsides to leaf. 
So Eden sank to grief, 
So dawn goes down to day. 
Nothing gold can stay.

Robert Frost

 

Deixa-me ser a tua amiga, Amor,
A tua amiga só, já que não queres
Que pelo teu amor seja a melhor
A mais triste de todas as mulheres.

Que só, de ti, me venha magoa e dor
O que me importa a mim? O que quiseres
É sempre um sonho bom! Seja o que for,
Bendito sejas tu por mo dizeres!

Beijá-me as mãos, Amor, devagarinho...
Como se os dois nascessemos irmãos,
Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho...

Beija-mas bem!... Que fantasia louca
Guardar assim, fechados, nestas mãos,
Os beijos que sonhei pra minha boca!

Florbela Espanca

 

Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come. 

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves. 

He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.

The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood.
For nothing now can ever come to any good.

W.H. Auden

 

 

O dia em que eu nasci, moura e pereça,

 

não o queira jamais o tempo dar,

 

não torne mais ao mundo, e, se tornar,

 

eclipse nesse passo o sol padeça.

 

 

luz lhe falte, o sol se [lhe] escureça,

 

mostre o mundo sinais de se acabar,

 

nasçam-lhe monstros, sangue chova

 

o ar, a mãe ao próprio filho não conheça.

 

 

as pessoas pasmadas de ignorantes,

 

as lágrimas no rosto, a cor perdida,

 

cuidem que o mundo já se destruiu.

 

 

Ó gente temerosa, não te espantes,

 

que este dia deitou ao mundo a vida

 

mais desgraçada que jamais se viu!

Luís Vaz de Camões

 

Marcas da vida.

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Melhor anúncio a passar na TV

por Bad Girl, em 21.03.11

 

 

 

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Sou uma facilona

por Bad Girl, em 19.03.11

Basta alguém me dizer "Esta estação de rádio não tem publicidade e os animadores quase não falam!", que lá vou eu.  

Agora estou numa de VodafoneFm. 

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Não falei da manif, pois não?

por Bad Girl, em 17.03.11

A verdade é que não tenho opinião vincada sobre a "manif". Se há quem se sente "à rasca" e tem direitos a reivindicar, pois que o faça, vivemos em democracia. O problema, parece-me, é esta coisa da solidariedade. Eu não sou professora. Se os professores acham que merecem mais, manifestem-se. Não sou camionista. Se os camionistas têm do que reclamar, pois que o façam. Se os utentes do Hospital de Mirandela não querem os novos horários, que reclamem. Mas eu não sou professora, nem camionista, nem utente do Hospital de Mirandela. Por muito solidária que esteja com todas estas causas e com todas estas pessoas, eu não posso ir a estas manifestações. Porque não são causas minhas. E eu também não estou "à rasca". Não vivo em situação precária. Por respeito por todos os que estão "à rasca" e por mim, eu não posso ir lá para o meio. Talvez um dia (espero que não) eu venha a estar "à rasca". É mais possível do que eu vir a ser professora, camionista, ou utente do Hospital de Mirandela. E nessa altura não quererei ver na minha manifestação, a descredibilizar a minha luta, tipos que estão tudo menos "à rasca". A única pessoa que eu conheço que foi à manifestação faz compras na Carolina Herrera e na Boss. Tem iPhone, iPod, carro novo de dois em dois anos, uma casa nova, um contrato de trabalho efectivo e um salário que nunca chegou atrasado. Não sei se é hipócrita se é irónico, mas é pessoa que eu não queria ver na minha manifestação, se eu estivesse "à rasca".  

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O acordo ortográfico à força

por Bad Girl, em 17.03.11

Gosto desta sensação de espanto que ainda toma conta de mim aquando da percepção da palermice alheia. Por um lado, estou sempre à espera de ver onde é que as pessoas vão falhar. Por outro ainda me espanta a capacidade que as pessoas têm de o fazer. A RTP, por exemplo, quer à viva força que adoptemos o Acordo Ortográfico. De tal forma que não hesita em mudar o nome de uma peça de teatro (apesar de usar aspas para citar esse nome). Quando a olhar de frente para a dúvida (será que respeito o nome original da peça ou "traduzo" para o novo português?), a RTP toma a decisão óbvia, que é mudar o nome à peça. E o Victor Baptista? Será que vai passar a chamar-se Vítor Batista, só para fazer o jeito à RTP?

 

 

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O Piston, sabendo que eu sofro as agruras de já não ter o Lost ao pé de mim, enviou-me (achando ele que estava a fazer uma grande coisa), um e-mail com o seguinte título: "Vida depois do fim: o que estão os atores do Lost fazendo agora?". Mas o Piston é gajo e não sabe nada disto. O Piston não sabe que, depois do fim, não há vida. Não é uma questão de eu querer ou não saber o que é feito dos actores do Lost. Parece-me óbvio que, tal como os meus ex-namorados, os actores do Lost não têm vida depois do fim. Apareceram apenas e só quando começaram a gravar a série (ou a namorar comigo, depende do que quiserem ler neste post) e deixaram de existir para o mundo quando a série terminou (ou o namoro). Os actores do Lost não gravam outras séries. Ficam a chorar com saudades dos tempos que recordam como os mais felizes das suas vidas. O que vem após o Lost (após a Bad) é apenas e só a sombra daquilo que a vida pode ser, quando em todo o seu esplendor. Se, por necessidade extrema, os actores do Lost aceitarem fazer outras séries (ou...), serão sempre trabalhos menores e sem qualidade, que servem apenas e só para sobreviver. Os ex-namorados (ups!) actores do Lost terão sempre presente na cabeça que, por muitos anos que vivam, nunca conseguirão encontrar nenhum argumento que chegue, sequer, aos calcanhares do Lost. Que não foi a primeira. Que pode não ter sido a última. Mas foi A série.

 

Ah, mas e se um deles um dia ganhar um Oscar

É por caridade, claro.

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127 hours

por Bad Girl, em 13.03.11

Sinto que estive apenas e só 5 minutos no cinema. Foi  tempo que voou.

James Franco pode estragar quantas cerimónias de entregas de Óscares quiser. É tão bom actor que se pode permitir a ser um apresentador medíocre e alienado.

Aron Ralston é o tipo azarado com mais sorte do mundo. Imagino que ele saiba isso. 

Longe de querer armar aos cucos, aquilo não é coisa para as pessoas sairem do cinema a vomitar e a desmaiar... Já vi episódios da Anatomia de Grey bem piores.

 

Tal como pensava, este filme é melhor do que King's Speech. E James não está pior do que Colin.

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Finalmente vi o "127 hours"

por Bad Girl, em 12.03.11

E ganhei um ídolo. Não é James Franco, nem Aron Ralston. É a senhora da fila de trás que se ofereceu para correr os anormais dos adolescentes da última fila dali para fora ao estalo, caso estes não se calassem. Bless you!

 

 

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Das opiniões

por Bad Girl, em 10.03.11

Resumindo a coisa, que isto aqui não é um jornal, o Director do Instituto Português de Oncologia opinou por escrito que "a homossexualidade acarreta doenças e desvios e que, portanto, estas pessoas não têm sequer direito à dignidade nos seus afetos. No texto pode ainda ler-se que existem alguns comportamentos estereotipados - "gestos, fala, indumentária, gostos e manifestações subtis" - pelos quais, segundo o autor, é possível identificar os homossexuais.". Certo. O senhor Doutor, para além de se achar Miguel Torga, tem um gaydar. E tem, certamente, fundamentos científicos para escrever estas palavras. Já o Bastonário da Ordem dos Médicos, quando questionado sobre este assunto, decidiu sacudir a água do capote e dizer que "considera "normal" a publicação na Revista da Ordem do artigo de opinião, considerando tratar-se de um direito que não pode ser censurado em democracia.".  Que bom, senhor Bastonário, que respeita o direito democrático à opinião. Vai fazer-me jeito lá mais para o fim deste texto de opinião. Assim sendo, e nem sequer estando eu disposta a opinar sobre o texto em si, até porque seria o equivalente a olhar para uma poia e opinar sobre ela, se cheirava mal ou não, se o castanho havia de ser mais ou menos carregado, tenho opiniões para oferecer aos outros sobre a pessoa do Bastonário e a pessoa do Pierre Nkurunziza luso. O Bastonário parece-me um caso evidente de conice, o tipo que não os tem no sítio o suficiente para uma de duas coisas: assumir que concorda com o outro, o opinador, ou repudiar veementemente tamanhas baboseiras. Nunca se sabe se o outro tipo depois não paga as quotas... Quanto ao Miguel Torga do subúrbio mental, a minha opinião é que o mesmo padece de um problema de verborreia agudo, que lhe tolda a capacidade de julgamento, o que poderá não fazer dele um mau médico, mas faz dele um execrável ser humano. E isto é só a minha opinião. Cada um tem a sua e, como diz o Bastonário, não podemos censurar nenhuma, por muito imbecil, xenófoba, mentecapta ou anormal que ela seja.  


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Dos Quim Costas da vida

por Bad Girl, em 09.03.11

Se há uma coisa que ainda me deixa com a pulga atrás da orelha é a incapacidade que as pessoas têm de ligar o filtro.

Em Dezembro de 2006 (há mais de 4 anos), passei-me pela primeira vez com o Blogspot e tive um caso (foi mais um fogacho) com o Wordpress. Depressa voltei para o primeiro marido (o Sr. Blogspot), do qual me divorciei mais tarde a fim de viver com o Sr. Sapo, com quem sou feliz até à data.

 

Estupidamente ainda não percebi porque é que eu não cesso de me surpreender com o facto de, 4 anos depois, ainda receber comentários no dito blogue. Desta vez foram três de seguida, do Quim Costa, personagem com um problema para resolver com as mulheres. Vamos a isto: no dia 12 de Dezembro de dois mil e seis, dizia eu "Entre quinta-feira da semana passada e quarta-feira desta semana, já me ofereceram:
Um cruzeiro no Queen Mary II. Quatro (sim, quatro!) bilhetes para o teatro. Um free pass para um Spa. Eu sei que estamos quase no Natal. Mas se o espírito natalício já está assim ainda o mês esta a começar, é melhor dizer aos meus pais para só deixarem a árvore de Natal da sala, e tirarem todos os móveis, para ver se arranjamos espaço!". Primeiro, deixem-me só fechar os olhos e recordar esta época. Hummm, bom. Agora ouçamos (?) o que o Quim tem para dizer sobre isto: "Quem é o parvinho que ainda oferece presentes a mulheres? Talvez ainda haja um parvo ou outro que ofereça um ramo de flores, depois e leve a jantar fora, para depois se por de joelhos e  oferecer um anel  ao meio do jantar e dizer aquelas palavras que por vezes se diz apenas por dizer,(meu docinho, meu amor da minha vida, meu coração, casa comigo), e elas pensando para elas (já tenho um otário para casar).". Quim, deixa-me que te diga que, para além de um problema com as mulheres tens um problema com a pontuação. Para a pergunta: "Quem é o parvinho que ainda oferece presentes a mulheres?" eu não tenho resposta. Mas para a pergunta: "Quem é o parvinho que deixa comentários num blogue que está morto há mais de quatro anos?" a resposta parece-me óbvia. E essa coisa de o parvinho se pôr de joelhos a meio do jantar soa-me a recalcamento. Há gente que trata disso, Quim. Mas o Quim pára por aqui? Não. O Quim avança de asneira em asneira até à asneira final. E a isto: "Cada vez mais sou bombardeada por amigos sobre a não existência de mulheres fáceis. A princípio devo admitir que fiquei curiosa. Afinal, com a liberdade sexual que se vive hoje em dia, está bem que as mulheres não são fáceis, mas o acesso a elas é-lhes muito mais facilitado. Mas não, esta filosofia vai mais além. Não há, segundo eles, mulheres fáceis de aturar. E porquê? Muito simples. Porque eles querem o melhor de dois mundos, como se as mulheres fossem utensílios que se ligam e desligam com um simples interruptor. Por muito que não gostem dele, a filosofia que seguem é a do Marco Paulo, quando diz que quer uma Lady na mesa e uma louca na cama. Os homens querem namorar com mulheres selvagens, loucas, desinibidas. Que façam uma festa, que fazem furor sempre que aparecem. Que as amigas gostassem de ser e que os amigos desejem. Que cheguem a casa e façam um striptease, que aproveitem o melhor dos dias e das noites. Mas essas são as namoradas, com o interruptor para cima. Quando casam, já a coisa é diferente. É a mulher DELES (que conceito tão medieval!). E a mulher deles não é desejada pelos outros, porque ele não pode arriscar-se a ser enganado. Não pode ser louca, nem desinibida. A mulher deles (quase de burka), tem de fazer jus à imagem que criaram daquilo que deve ser uma esposa. Para isso, buscam a referência preferida, a mãe (Dos meninos da mamã também havemos de falar). Os homens casam com uma mulher sexy, e tentam transformá-la na mãe. Depois, mais à frente na vida, queixam-se de que a mulher já não é sexy, já não se cuida, já não os excita… Será que são as mulheres que não são fáceis?", o Quim comenta com isto: "Porque será que uma mulher se tinta e se veste toda sexi para ir para o trabalho e quando chega a casa, tira as suas pinturas, tira sua roupa toda sexi e veste um pijama e uns chinelos para estár com o marido? Hummmmmm....". Ora o Quim tem dois problemas, a somar aos já identificados anteriormente: à pontuação junta-se a gramática, ao recalcamento junta-se o meio ambiente. O Quim, afinal, conhece é as mulheres erradas. São mulheres que se tintam, seja isso o que for, e que tiram as pinturas (não é maquilhagem, por isso imagino o Quim a viver numa tribo). O "Hummmmmmmm" final diz-me tudo sobre o tipo de mulheres que o Quim escolheu para o acompanhar nesta vida. Mas como nem no fundo do túnel o Quim decide ver a luz, lá vai ele de comentar isto "Só há dois tipos de mulheres que, depois de experimentarem, dizem que não gostam de sexo: as frígidas, e as mentirosas.", com isto: "As mulheres são um bando de putas, sejem elas de qualquer idade. Para os maridos nunca gostam de sexo, nem o fazem de qualquer maneira, mas quando arranjam um amante fazem tudo e mais alguma coisa e só pensam em sexo.". Juro, não sei o que pensar. Quim, vá lá, senta aí e conta à Bad: tu tens um par de cornos que atravessa a Península Ibérica, não tens? A tua mulher tem um buço que só lhe cresce quando ela passa a porta de casa e olha, não te quer fod£r. E eu, não conhecendo a tua mulher, até compreendo que não seja fácil uma pessoa querer fod£r alguém como tu. É uma batalha perdida. Tu já nasceste fodido. Folgo, contudo, em saber que achas que todas as mulheres são put@as. Porque se são todas, a senhora tua mãe está no lote. E assim sempre posso dizer: Rai's partam este filho da puta deste analfabeto que encontrou um cabrão de um blogue morto onde acha que pode exorcizar as suas frustrações. Agora o que eu não sei, juro que não, é como é que já há símios com computadores ligados à net que deixam comentários em blogues. 

 

Os erros ortográficos acima transcritos são da inteira responsabilidade do símio Quim. A pessoa ao leme deste blogue repudia não só a forma como as palavras foram escritas, mas também a forma como foram conjugadas. 

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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