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Será que temos de começar a pagar alguma coisa pelo aluguer pelo salão de festas?

 

 

 

Aqui não há imparcialidade nem pruridos. Querem pezinhos de lã e festinhas na cabeça, vão ler jornais.

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Coisa que eu nunca pensei dizer:

Acredito que não foi com intenção que o Luisão fod£u a cara ao ________ (preencher o espaço. Neste caso, Otamendi).

 

 Aqui não há imparcialidade nem pruridos. Querem pezinhos de lã e festinhas na cabeça, vão ler jornais.

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Os golos são bonitos, mas não são o mais bonito.

A vitória é bonita, mas não é o mais bonito.

Bonito, bonito foi ver o Carlos Martins chorar. Há pessoas que vivem longas vidas sem conseguirem ter o prazer de admirar tamanha beleza.

 

 

Aqui não há imparcialidade nem pruridos. Querem pezinhos de lã e festinhas na cabeça, vão ler jornais.

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Da contraproducência

por Bad Girl, em 20.04.11

Estava aqui a preparar um post muito curto e simples que dizia:

Cara Fashion Clinic,

Aquela observação ali em baixo que diz "este blogue não faz PUB (de borla, pelo menos)" não é para ti. Quer dizer, de borla, não. Mas aceito sapatos. E carteiras. E roupa em geral. E perfumes.

 

Mas escrevi um post onde a palavra "fodido" aparece aí umas cinquenta vezes. Parece-me que dei cabo das minhas possibilidades. Deixa lá, FC. Escrevo-te noutro dia. 

 

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Não, L., o amor não é fodido...

por Bad Girl, em 19.04.11

A L. pensa que o amor é fodido. A L. tem 16 anos e, na perspectiva dela, o amor é fodido. Mas o amor, por muito que eu respeite o MEC, não é fodido. O desamor, esse sim, é do mais fodido que há. Eu não posso estragar a surpresa da vida à L. e dizer-lhe já que o que ela está a sofrer hoje será risível daqui a uns anos. Nem ela aceitaria isso. A dor do desamor, aos 16 anos, espeta-nos facas nos olhos, deixa-nos o coração a chorar. Eu podia tentar explicar à L. que isto não é nada, que a dor que hoje lhe atravessa o peito amanhã será apenas uma lembrança frustrante da adolescência. Mas eu não posso dizer isso à L. que tem como lengalenga diária "o amor é fodido". O amor não é fodido para mim, agora, que percebi que o que é fodido é o desamor. Não é fodido querermos quem não nos quer, isso é apenas estúpido. Inconsciente, mas estúpido. O que é fodido, mas mesmo fodido, é nós querermos quem não sabe o que quer. Quem nos deixa em banho-maria. Eu não posso dizer à L. que o que é fodido é o desamor, que isto que ela sofre não é amor não é nada. Eu, que só descobri isso agora, não posso fazer a L. cortar o caminho da vida. Dizer-lhe já hoje o que ela tem de levar mais de uma década a perceber. Esta descoberta não pode ser-nos contada, entregue de mão beijada. Esta descoberta, como qualquer descoberta, terá de ser saboreada, lutada. Não pode agora uma velha chegar à vida da L., que pena das dores do amor, e dizer-lhe que aquilo não é nada. Que aquilo não é amor, que o amor não é fodido, e que aquilo não vai valer nada na vida dela, daqui a uns bons anos. A L., pelo respeito que merece pelo seu sofrimento, não pode ter uma louca que lhe vem dizer que aquela dor vai ser apenas um ardor. Tal como quando temos dores horrorosas e vem lá o médico, que só estudou um monte de anos, explicar que aquilo vai passar. Mas vai passar o quê? O tipo é louco! Quero lá saber quantos anos estudou ele! A dor é minha, é forte, e não é igual às outras, não vai passar assim, com uma pastilha e um antibiótico. A minha dor é maior, a maior das dores, e é fodida. E não será a pastilha a curá-la. Será o processo. O processo que nos fode os dias, levados num carpir contínuo de mágoas agonizantes, que não vê coisa nenhuma além daquela dor. Eu podia tentar dizer à L. que o amor não é fodido. Mas ela olharia para mim com a sobranceria dos adolescentes e ia achar que eu da vida sabia nada, que fui uma privilegiada por nunca ter percebido o quão fodido é o amor.   

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Conta-me a minha amiga A. sobre uma amiga dela:

 - Foi tirar os joanetes e, aproveitou que lá estava, pôs maminhas. 

 

Aproveitou que LÁ estava onde? No ortopedista plástico? Foi a operar a um cirurgião multifunções que, quando lhe carregou nos joanetes, as maminhas incharam? ...

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Há gente muito criativa, não há?

por Bad Girl, em 17.04.11

 

Não estão é a fazer outdoors para bombas de gasolina em Joane, Vila Nova de Famalicão.

 

Não creio que sejam necessárias mais palavras. Esta imagem vale, pelo menos, por 989.

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Ao que parece, o Guilherme e a Catarina, pensando o pior dos seus convidados, decidiram não arriscar e mandaram um manual de instruções com os convites. O livro, que aparentemente não terá sido escrito por Paula Bobone, dá umas dicas aos plebeus para que estes não façam má figura durante a cerimónia. Eu acho bem. Mas não posso deixar de pensar como seria um convite enviado a um qualquer português:

 

Caro convidado, não querendo ferir susceptibilidades, Carlos, o pai do noivo,  quer deixar-lhe umas recomendações para que não faça figuras tristes durante o casamento do seu filho Guilherme:

1 - Não vamos colocar fitas de tule. Não fique à espera que lhe entreguem uma fita antes, durante ou após a cerimónia religiosa. Guarde a antena do carro para coisas mais importantes.

2 - Há um lado para os convidados da noiva e outro para os convidados do noivo. Não é para ficar no lugar onde o padre não consegue vê-lo a dormir.

3 - Isto é o casamento real. A chamada que tem a tocar polifonicamente no seu telefone não é mais importante.

4 - Não, a noiva não deve chegar atrasada. Você muito menos.

5 - Tal como é suposto você preservar a antena do carro, a buzina também não deve ser usada até à exaustão. Melhor: a buzina não deve ser usada. Ponto.

6 - Branco e preto não são cores para o vestido da sua senhora. Há milhares de outras cores.

7 - Não tire o casaco. Não porque já saiu da igreja, não porque já se sentou, não porque está um calor do caraças, não porque o tinto já lhe está a subir à cabeça. Não.

8 - Não deixe que a sua senhora se atreva a tirar os chinelos do saco plástico. Não consegue dançar de saltos, não levanta o rabo.

9 - Sim, os copos são de cristal. Não precisa de lhes bater com o garfo.

10 - "Beijo, beijo!!".... não me parece.

11 - Guarde as notas. Não vai haver leilão de gravata, não vai haver leilão da liga.

12 - É Inglaterra. Eles não conhecem o "Apita o comboio". Até pode ser giro, mas já viu as horas que era preciso perder para explicar ao Berlusconi que as mãos são para pôr nos ombros, não no rabo (nem nas mamas)? 

 

Ainda assim, não deixa de ter piada imaginar a cena: a Camila de branco, a clamar por atenção. Os Rolls Royce da monarquia a apitar pela MI5, com tules nas antenas. O Carlos a tirar o casaco e a meter a gravata na testa. A Rainha-mãe de chanatas e a crème de la crème do social europeu a fazer comboio. Priceless. 

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Portugal, um mau musical

por Bad Girl, em 14.04.11

A procura de nomes sonantes para cabeça de cartaz lista dos partidos faz-me pensar se esta pantominice que chamamos de eleições não terá a qualidade e seriedade de um teatro de revista, onde Marina Mota e Carlos Cunha (os do costume) são substituídos por Fernando Nobre e Miguel Relvas. Onde tudo é uma paródia sem graça, onde se dá mais importância à roupa que se usa em palco do que aos textos, onde as piadas insultam a inteligência do público que prefere ir ao teatro a sério, onde os que vão, ainda que habituados a ouvir as mesmas piadas (contadas de todas as formas possíveis), se sentem em segurança ao ver que aqueles outros gozam com os outros outros, de uma forma que eles entendem.

Os cartazes são sempre iguais: elas aparecem espartilhadas em roupas que já não têm idade e, muitas vezes, corpo para usar e eles com cara de parvos. Usam a arma da brejeirice, descem ao povo, riem com ele, como se a piada fosse toda uma novidade, como se estivesse a ser dita pela primeira vez. Há cumplicidade entre os dois, os artistas e o público, ambos desprezando a realidade, uns em nome de uma chamada arte, outros em nome de uma diversão. Mais vale rir, pensam. Os problemas não podem ser levados a sério. Ainda bem que escolhi esta revista. Sim senhores. Isto é que é arte! Vou agora ao teatro, ver aquelas coisas complicadas? Para triste já chega a vida, cheia de dissabores. 

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Não opino, já disse que não opino!

por Bad Girl, em 14.04.11

Pronto, está bem, eu opino.

Deve ter sido mais ou menos este o percurso que fez Paulo Portas sobre Fernando Nobre.

A próxima frase é uma improbabilidade. Não ao nível da construção, mas ao nível do conteúdo. Vamos lá, Bad, tu consegues: neste aspecto eu concordo com Paulo Portas (ufa, custou mas já está). Mas quem diz que não emite opiniões sobre determinado assunto não pode opinar, dois dias depois, sobre os desenvolvimentos do assunto em causa. Eu sei, não é fácil. Mas não fui eu que me propus a fazê-lo.

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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