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Espertinha...

por Bad Girl, em 05.07.12

Sofia, filha, se é sonho antigo ou não eu não sei, mas uma coisa reconheço: tendo em conta a velocidade com que nos metem a mão ao bolso neste país, também eu vou dourar o meu sorriso. Até porque só nos devem ir aos dentes para financiarem mais um buraco qualquer que apareceu sem ninguém saber como, lá para 2015. Até lá, vamos sorrindo.

Já da franja não tenho nada de bom para dizer.

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Post Vivaldi

por Bad Girl, em 05.07.12

De cada vez que um político arranja um curso às três pancadas, morre uma andorinha.

 

Por isso e porque as estações já não são o que eram.

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No fundo, no fundo...

por Bad Girl, em 04.07.12

... a blogosfera tem de servir para isto.

 

Quem ainda não conhece a Bia, que nos foi trazida pela mão da Pólo Norte, cá está ela. Não vale a pena colocar palavras em cima deste post, ele está perfeito assim.

 

Há tantas formas de ajudar... agarrem-se a uma. Ou a duas. Ou a todas. 

 

Bia, aqui torce-se por ti. 

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Já não há contos de fadas

por Bad Girl, em 03.07.12

Enquanto tomava café na esplanada, à distancia de uns três passos, lá estava ele. Reconheci-lhe logo o conteúdo, ainda que não seja versada no seu uso: era um bilhete do Euromilhões. Tivesse esta que vos escreve a genica de antes (antes de ontem, quando me estatelei no chão do parque de estacionamento e fiquei com um pé ligeiramente inchado) e ter-se-ia levantado com todas as ganas do mundo para apanhar o papel. Mas não. Todo o tempo do mundo e uma dor lancinante separaram-me do meu destino. Optando por permanecer ali, a namorá-lo ao longe, chávena numa mão, nada na outra, olhei para a A. e disse-lhe:

 - Se aquele papel ainda ali estiver quando nos levantarmos, vou apanhá-lo. Se me sair o prémio, divido-o contigo (sim, o Nicolas Cage não pense que me leva a melhor...).

Deverão ter passado umas dez pessoas pelo papel. Ninguém sequer olhou para ele. E ele ali, triste, à espera de um dono. Veio um sopro de vento. Ele afastou-se uns centímetros. Permaneceu ali, isolado. Se a vida fosse um filme, era certamente à minha espera que ele estava. Levantei-me e dirigi-me a ele. Por momentos temi que o sorteio tivesse já passado. Mas não: o universo sorriu para mim e deu-me um bilhete do Euromilhões para hoje. Hoje! Não podia haver engano, era demasiado providencial e óbvio: meus amigos, eu estava euro milionária! Eu e a A., que eu sou uma pessoa séria. Ambas euro milionárias, chega-te para lá Ronaldo que Saint Tropez é meu, não há par de sapatos que me escape e ainda Costa Rica e mundo em geral cá vou eu!!!

Escusado será dizer, até porque estou aqui a escrever e não estou a bordo de um avião rumo a um sítio onde possa dar azo a um consumismo desenfreado e ofensivo, que o que num filme seria um desfecho óbvio, na vida real foi um logro. Reparem: rapariga com pé magoado encontra bilhete do Euromilhões com sorteio para aquele dia. Em esforço praticamente sobre-humano estica a mão para o bilhete que decidiu esvoaçar no exacto momento em que ela o agarrou, já no limite. Generosa, a rapariga promete a uma estranha, com quem se debateu pela conquista do bilhete naquele último segundo, que lhe dará metade do prémio, caso ganhe. Chega a casa e, quase por casualidade, vê os números na televisão. Sem um fio de esperança que seja, pega no bilhete e, incrédula, percebe que está rica. Milionária. Procura, sem sucesso, a estranha com quem iria repartir o prémio. Ora bolas, não a encontro em lado nenhum. Deixa, vou comprar champanhe caro e brindar a ela!... 

A vida real, às vezes, chateia.

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Ah, e tal, errar é humano...

por Bad Girl, em 03.07.12

Hoje, na capa do Público:

 

 

 

Tão humano é que me parece um nadinha mau.

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Quem tudo quer...

por Bad Girl, em 02.07.12

Ontem estava a torcer pela Itália, pelo Pedro Proença e pelo Xabi Alonso.

Ao longe podia parecer que a luta estava ganha.

Ao longe podia parecer que a noite me iria correr bem.

Ao longe podia parecer que, ainda que não viesse a ficar feliz ficaria, pelo menos, contente.

Como é que uma coisa tão bem arranjada podia correr mal?

Foi o que se viu. Perdi nas três frentes. Quais as possibilidades?

 

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Mais sobre mim

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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