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É mesmo, mesmo, mesmo preciso que todos os anos as pessoas digam ao mundo onde estavam e o que estavam a fazer no dia 11 de Setembro, quando souberam da notícia dos ataques? Mudou alguma coisa entretanto? Quem estava a comer sopa, estava a comer sopa, quem estava numa reunião estava numa reunião, quem estava no autocarro, estava no autocarro. Quando fez um, dois, cinco, dez, e quando até fizer mil anos. Sopa, reunião e autocarro. Check. Eu, que nunca partilhei, estava na festa de aniversário de uma gaja que se veio a revelar uma grandessíssima cabra e que, meia dúzia de meses depois de os aviões irem contra as torres, me espetou uma faca nas costas com uma intensidade que me pareceu muito semelhante. Dia 11 de Setembro, para mim, sempre foi o dia do cabrão e da put@. Ele está morto. Espero que ela esteja com uma barba igual à que tinha o falecido, à altura dos ataques.
Para o ano, se eu voltar a dizer que estava no aniversário da meretriz, façam o favor de me mandar à merda.
Obrigada.
O-B-R-I-G-A-D-A!!!!!
Muito, muito, mas mesmo muito obrigada.
Porque vives enfiada numa demagogia no seu estado mais puro e decidiste considerar que os meios de comunicação, até os privados, são obrigados a dar cobertura a TODOS os candidatos da mesma forma (Só Gaia, contando com o incontornável Manel Almeida, tem 8 candidatos. Oito. Tal como o Porto. E não são os piores). Agora diz-me tu, minha querida CNE, se o povo terá o mesmo interesse em ver o Luís Filipe Menezes fazer a festa com dinheiro que leva de Gaia e o Costa Pereira. E se as TV, principalmente os canais privados, que têm de viver agarrados a uma coisa chamada audiências, têm de gastar tempo de antena com a candidata do PCTP/MRPP à Câmara de Gaia. Ou com o Manel Almeida, que por muito pateta e divertido que seja, tem 0,2% de intenções de voto.
Minha cara CNE, acho linda essa tua sonsice. E porque é que eu acho linda? Porque posso ligar, livremente, a televisão de minha casa, sem o pandemónio da campanha. Posso mudar de canal, sem ter medo de dar de caras com um bando de líricos a vomitar promessas e mentiras. Sem ver bandeiras a agitar-se. Sem ver cartazes, concertos, palmas e ovações, sem ver o dinheiro que é atirado pela janela sob a forma de canetas e T-shirts e comícios, como se crise não houvesse, para convencer os papalvos que agora sim, vamos dar a volta por cima. Muito obrigada. Não fosse esta decisão, tão de gabinete e tão impoluta quanto o trajecto destes políticos, e eu teria de andar a saltar de canal em canal à procura de notícias de valor. Assim, só mudo quando aparece o Sousa Tavares na SIC ou quando, no Telejornal da TVI insistem em fazer entrevistas à Daniel Oliveira.
Obrigada. Mesmo. Bazinga.




Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!