por Bad Girl, em 20.05.08

A história do amigo da amiga, relatada pelo próprio:
“Uma destas noites, estava eu no Bar X com uns amigos. À sétima caipiroska olhei para a miúda do Bar e vi a mulher da minha vida. Comentei com os meus amigos que ela era linda. Eles encolheram os ombros. Achavam-na normal. Mas eu não. Tinha a certeza que ela era mesmo a mulher da minha vida. Tanto que, apesar de ser envergonhado e não conseguir meter conversa com as mulheres que me interessam, tive de me levantar e ir falar com ela. Perguntei-lhe se ia sair naquela noite. Disse que sim, que ia à ****. Fiquei lá até às 8 da manhã. Ela nunca apareceu. Passei a semana a pensar nela. Tinha de voltar a vê-la. Afinal, era a mulher da minha vida. Voltei ao Bar na semana seguinte. Sem caipiroskas, deparei-me com a realidade ali, a frio... Afinal, os olhos verdes profundos eram castanhos, e o cabelo negro intenso era da cor dos olhos. Continuava boa. Mas bastou uma semana para ela já não ser a mulher da minha vida.”
A história não carece de substantivos, adjectivos ou verborreia da minha parte.
A história carece de uma moral.E eu agora não posso pensar numa. Vou rapidamente ali para um Bar que eu conheço beber sete caipiroskas e encontrar o homem da minha vida. E quero lá saber do “morning after”! Aliás, eu (que não bebo) ao fim de sete caipiroskas… já é de celebrar se houver uma “after party”!