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Finalmente Eluana Englaro vai conseguir ter a paz que desejou para si, ao dizer ao pai que preferia morrer a viver em estado vegetativo. Finalmente o pai de Eluana Englaro conseguiu aquilo que todos os pais desejam: fazer a vontade à sua filha. Finalmente o mundo pode ver aquilo que é uma demonstração suprema de amor paternal e de altruísmo (desengane-se quem alega o contrário: que pai quer ver um filho morrer?). Finalmente Sílvio Berlusconi tocou a terra e viu-se forçado a baixar do alto da sua típica prepotência. Finalmente, Eluana Englaro partiu. Alheia aos debates, às discussões e a princípios morais que ela não pediu para regerem a sua vida. 17 anos depois, a justiça dos homens fez-lhe a vontade. A simples vontade que tinha, que era a de não continuar. Não assim. E é essa justiça (a dos homens) que eu aplaudo hoje.
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!