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Ontem contava no tempo a catrefada de anos cujos últimos domingos de cada Fevereiro foram passados em frente ao televisor, a ver a cerimónia dos Óscares. 17. Pois é, estou a caminhar para velha mas não é por isso que tenho mais juízo. Há de-zas-se-te anos consecutivos, trabalhe ou não no dia seguinte, lá estou eu plantada em frente ao aparelho a ver as estatuetas douradas a voar para as mãos dos "melhores". Foi no ano em que Sir Anthony Hopkins, Jodie Foster, Jonathan Demme, e o "Silence of the Lambs" de todos eles foram as surpresas da noite que comecei a ganhar o "bichinho". Durante este tempo todo uma coisa que me aborrecia de sobremaneira era a incapacidade que a Academia tinha de arranjar um apresentador à altura de Billy Cristal. Razão pela qual ele voltava de quando em vez. Falei mal da Whoopi, do Letterman, do Steve e quase cortei os pulsos quando vi o Chris Rock naquele papel. Baixei ligeiramente a guarda para Jon Stewart. Mas quem me apanhou totalmente de surpresa e me fez esquecer o Billy? Hugh Jackman, o one man show.
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!