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Um filme que valoriza a amizade entre um americano e um sírio não poderia ganhar um Oscar. Nem um. Richard Jenkins é um actor brilhante, mas teve azar. Entrou no melhor filme errado que se pode entrar. Concorreu com o actor Sean Penn (brilhante, como sempre) e com a máquina de marketing posta a funcionar para dar a Mickey Rourke um lugar que ele nunca deveria, sequer, ter tido a ousadia de sonhar. Tinha Brad Pitt e Frank Langella à sua frente. Richard Jenkins não é o tipo de actor que ganha Oscares. Richard Jenkins é um daqueles actores que desaparece nas personagens. Que já vimos em qualquer lado, cuja cara conhecemos, mas custa-nos lembrar o nome. E isso é, também (ou acima de tudo), o que faz um grande actor. E eu não sei se ele escolhe os bons filmes ou se são os filmes que ficam melhores com ele.
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!