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Eu embirro com pessoas. Muitas pessoas. Demasiadas vezes. Por coisas que o comum dos mortais não entende. Para explicar isto de uma forma que o comum dos mortais entenda, uso muito a expressão "é uma coisa de pele". E fica tudo por aí. O comum dos mortais não entende à mesma, mas já aceita melhor. A bem da verdade, estou-me pouco nas tintas se os outros entendem ou não, desde que não me amofinem mais com o assunto. Há quem diga, as vozes do contra e o MQT, que eu acabo por ter razão nos meus maus pressentimentos sobre os outros, porque carrego tanta carga negativa para uma possível relação (daquelas que às vezes temos de ter, mesmo com as pessoas de quem não gostamos), que acaba por dar para o torto. Nem sequer vou discutir isso. Exemplo: eu antipatizo com o Papa (com quem não tenho qualquer tipo de relação). Não fui eu quem fez com que ele fosse apanhado a dar tiros nos pés, uns atrás dos outros. Por muito que eu gostasse, uma coisa não corre mal a alguém só porque eu quero. Tantas as vezes que eu pensei “havias de cair!” e o alvo da praga não caiu. Vezes houve em que caiu, mas a coisa é mesmo assim: as pessoas caem. Se nós dissermos muitas vezes e a muita gente que eles merecem cair, mais dia menos dia, acertamos. Agora no dia que a criatura “cair”, não me venham pedir para não ficar contente. Não me venham censurar por eu estar a sorrir. Fico satisfeita quando pessoas das quais não gosto, caem. Mesmo aquelas que nunca me fizeram mal, mas que a minha cútis diz que são mau bicho. Porque normalmente são.

E tanta conversa para quê? Isto tem uma lição? Abre portas para novos mundos? Ajuda-nos a compreender melhor a crise? Vai ajudar-nos a resolver problemas? Ora, tanta conversa para nada, vocês já deviam estar habituados.   

 

  

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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