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Caros americanos produtores de séries,
Ando há seis anos, feita parva, a seguir um punhado de gente que caiu numa ilha. Já morreram alguns, que voltaram a aparecer, mais frescos do que uma alface. Já saíram da ilha. Já lá voltaram. Já viajaram no tempo. Já lutaram contra ursos polares e contra um fumo preto que (ao que parece), é o mau. Já se zangaram. Já ficaram amigos outra vez. Ora confiam em quem não devem, ora desconfiam de quem não podem. Já ficaram curados de cancros. De paralisias. Já se enrolaram com uns e outros. Já mudaram a ilha de sítio. Já voltaram a colocá-la no mesmo local. Já pareceu mais claro do que parece agora. No dia 1 de Junho passa, em Portugal, o último episódio do "Lost". E eu conto vê-lo. Todas as duas horas de episódio especial que vocês prepararam para arrumar esta trapalhada em que se meteram. Agora uma coisa vos garanto: não me apanham noutra. A partir de agora, séries com episódios que começam e acabam no mesmo dia. Só. Um ou outro "To be continued...", mas é isso. Não me venham impingir mais séries caóticas e tão incongruentes como viciantes. Não alinho.
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!