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O Piston, sabendo que eu sofro as agruras de já não ter o Lost ao pé de mim, enviou-me (achando ele que estava a fazer uma grande coisa), um e-mail com o seguinte título: "Vida depois do fim: o que estão os atores do Lost fazendo agora?". Mas o Piston é gajo e não sabe nada disto. O Piston não sabe que, depois do fim, não há vida. Não é uma questão de eu querer ou não saber o que é feito dos actores do Lost. Parece-me óbvio que, tal como os meus ex-namorados, os actores do Lost não têm vida depois do fim. Apareceram apenas e só quando começaram a gravar a série (ou a namorar comigo, depende do que quiserem ler neste post) e deixaram de existir para o mundo quando a série terminou (ou o namoro). Os actores do Lost não gravam outras séries. Ficam a chorar com saudades dos tempos que recordam como os mais felizes das suas vidas. O que vem após o Lost (após a Bad) é apenas e só a sombra daquilo que a vida pode ser, quando em todo o seu esplendor. Se, por necessidade extrema, os actores do Lost aceitarem fazer outras séries (ou...), serão sempre trabalhos menores e sem qualidade, que servem apenas e só para sobreviver. Os ex-namorados (ups!) actores do Lost terão sempre presente na cabeça que, por muitos anos que vivam, nunca conseguirão encontrar nenhum argumento que chegue, sequer, aos calcanhares do Lost. Que não foi a primeira. Que pode não ter sido a última. Mas foi A série.
Ah, mas e se um deles um dia ganhar um Oscar?
É por caridade, claro.
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!