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Portanto, há um professor que, no meio de cem ou mais alunos, decide implicar com o(a) vosso(a) filho(a). Não contente, torna-lhe a vida tão insuportável que a "criança", apesar de se comportar condignamente nas aulas e de se esforçar imenso em casa, não consegue concentrar-se na altura do teste e falha redondamente. Tudo porque a criatura do mal está a atacá-la com os olhos. Normalmente, e há-de haver uma equação que explique isso, quem mais implica com os alunos são os professores de Matemática. Numa turma, o dito pedagogo chega a implicar com 20 ou 30 alunos. Os pais, obviamente, compreendem. Afagam os cabelos dos seus petizes, vítimas de exclusão. Lembram-se daquela altura na vida em que, também eles, foram vítimas de um tratamento semelhante por parte de um professor que, sem o menor respeito pela sua condição de aluno "extrovertido", continuaram a ensinar o resto da turma, indiferentes às suas piadas e falta jeito para a coisa. E não é que também foi o professor de Matemática que os marginalizou?
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!