Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Ontem fui à bola. O jogo bla-bla-bla, o resultado bla-bla-bla, os jogadores bla-bla-bla.
A minha atenção (chamem-me lésbica, a ver se eu me importo), contudo, foi grandemente para a mulher de Raul Meireles. E não foi (só) por estar empinada nuns Loubotin Daffodile (eu facilito e coloco a foto) com 16 cm de salto. Nada disso. É pela pinta. Pelo bom ar. Por não ser loira, mamalhuda, burra e desinteressante num planeta quase exclusivo dessas, que passam o tempo sentadas no sofá do costume, com a cara do costume, certamente a discutir os assuntos do costume. Nada disso. Ostenta as tatuagens com o mesmo à vontade com que corre de um lado para o outro em cima daqueles sapatos. E porra, uma selecção que tem um jogador que tem uma mulher que consegue correr em cima daquilo? Merece tudo.
Havia, pelo menos, outra criatura com uns Louboutin iguais. Mas falta-lhe andar tanto para lá chegar...
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!