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Todos os anos a Academia nomeia um filme americano sobre um herói (ou mais) americano, que chamem a si o tão celebrado orgulho americano. Este ano foi Moneyball. No ano passado, The fighter. Há dois anos The hurt locker. Há três? Milk. A história real ou a mistura de imensas histórias reais num filme que faz os americanos manterem a fé no sonho que tanto apregoam: o tipo que não tem dinheiro para comprar jogadores e que constrói uma equipa de renegados que ganha à equipa mais cara do campeonato; o tipo que viveu à sombra do sucesso do irmão e que o ajuda a sair de uma vida de dependência contando com o apoio dele para vencer lutas; os tipos que vão para a guerra para defender a segurança da pátria em particular e do mundo em geral; o activista corajoso que morre na defesa dos ideais. Tivesse a América uma história como a nossa e não haveria lugar para um único filme estrangeiro na festa dos Oscars, tal a capacidade para criar heróis e roer o tutano de histórias quotidianas.
Moneyball não passa disso. Criativo nos diálogos, com interpretações boas mas não excepcionais, é um filme que se vê, mas que eu não via nos Oscars.
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!