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É mesmo, mesmo, mesmo preciso que todos os anos as pessoas digam ao mundo onde estavam e o que estavam a fazer no dia 11 de Setembro, quando souberam da notícia dos ataques? Mudou alguma coisa entretanto? Quem estava a comer sopa, estava a comer sopa, quem estava numa reunião estava numa reunião, quem estava no autocarro, estava no autocarro. Quando fez um, dois, cinco, dez, e quando até fizer mil anos. Sopa, reunião e autocarro. Check. Eu, que nunca partilhei, estava na festa de aniversário de uma gaja que se veio a revelar uma grandessíssima cabra e que, meia dúzia de meses depois de os aviões irem contra as torres, me espetou uma faca nas costas com uma intensidade que me pareceu muito semelhante. Dia 11 de Setembro, para mim, sempre foi o dia do cabrão e da put@. Ele está morto. Espero que ela esteja com uma barba igual à que tinha o falecido, à altura dos ataques.
Para o ano, se eu voltar a dizer que estava no aniversário da meretriz, façam o favor de me mandar à merda.
Obrigada.
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!