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From Paris with love

por Bad Girl, em 15.04.10

Antes de vos falar de mais uma paixoneta incompreensível para a maior parte das mortais, preciso perguntar uma coisa. Em não podendo responder aqui, porque este blog é uma espécie de ditadura, peço-vos a gentileza de se deslocarem ao Facebook e de me presentearem com a vossa opinião.

Ah, não tenho Facebook. Tenho pena.

Ah, ainda não somos amigos no Facebook. É fácil, simples e indolor. E eu aceito toda a gente. Quase toda, há uma ou outra pessoa que já conheço de ginjeira e nem no Facebook tem direito a amizade.

Ah, já não somos amigos no Facebook. E porque será????

Bem, para a pergunta, que se faz tarde: quando vocês são os primeiros a chegar à sala de cinema, as pessoas que entram depois colam-se a vocês? É que isto passa a vida a acontecer-me. Hoje, por exemplo, éramos três na sala. Eu estava sozinha. Instalei-me, pus-me confortável, habituei-me ao lugar, e logo a seguir chegou o casalinho, cheio de amor para partilhar e... sentam-se praticamente no meu colo. Eu juro, cheguei a achar que um deles me ia chamar "mãe". Obviamente levantei-me e escolhi um dos 7.896 lugares ainda disponíveis na sala. E eles ainda ficaram a olhar. Por breves momentos pensei que vinham atrás de mim. Mas não. Só devem ter achado estranho que eu tenha renunciado àquele ninho caloroso que eles tinham decidido proporcionar-me. Hélas!

O filme que faz o título deste post é... menos bom. Mas, lamentavelmente, dá trabalho a uma das minhas paixonetas, e eu tinha de ir ver. Nesta altura estão as leitoras de braços no ar, a implorar que eu não as decepcione, que escreva Jonathan Rhys Meyers. Pois, minhas amigas, tenho muita pena, mas a verdade é que a minha paixoneta é o John Travolta. Vá, respirem um bocadinho. Breathe in, breathe out. Outra vez. Mais uma. Gordo. Eu sei. Canastrão. O.K., venha, eu mereço. Cientologista. Oh, God, também sei disso. E não me orgulho. Mas tenho três argumentos: pilota o próprio avião, Quentin Tarantino, pegou num camião pejado de víveres e foi a Nova Orleães entregá-los, no meio da confusão deixada pelo furacão. Outro argumento muito válido é que gostos não se discutem. Partilham-se com pessoas que estão tão agradecidas por terem sido presenteadas com este voto de confiança, que até se esquecem de fazer juízos de valor sobre os gostos dos outros.    

 Obrigada, Sam Mendes! Lindo!

Irrepreensível.

por Bad Girl, em 17.03.10

É a única coisa que me ocorre dizer sobre este filme.

Não é nenhum Pulp Fiction...

por Bad Girl, em 06.09.09

 

... mas não digo "não" à possibilidade de ver nazis a serem privados do seu escalpe. De ver isso e um olho do Hitler a saltar. É coisa para me animar o Domingo.

 

Olha eu a elogiar alguém!...

por Bad Girl, em 06.08.09

Do trabalho de Diogo Morgado como actor sei pouco. Da pessoa não conheço nada. Diz-me a pele que devo simpatizar com ele e é isso que eu faço. Por isso estou contente com esta notícia. Claro que, quando o filme sair, se ele for um autêntico canastrão (ninguém é um canastrão ao lado do Al Pacino e do Peter O'Toole), cá estarei eu, teclado veloz para dar-lhe na cabeça. Por ora só parabéns. E a imagem do Joaquim de Almeida a bater com a cabeça nas paredes e a gritar:

Anda um gajo aqui a fazer de colombiano, venezuelano, assassino a soldo e de mau em geral durante mais de vinte anos e o outro é que vai para protagonista? Ora fod@-se!

Sean Penn disse

por Bad Girl, em 19.03.09

Que devia ter competido com Benicio del Toro pelo Oscar.

Depois de ver metade de "Che", eu não podia concordar mais.

Idealmente seria uma luta renhida e acabaria por ser ganha por Penn. Ainda assim a presença de Rourke entre os cinco mais e a ausência de Del Toro prova que Hollywood tem critérios demasiado políticos para distribuir as estatuetas.

Anyway, avaliações à parte. "Che, o argentino" é um filme que vale a pena. Independentemente das inclinações políticas de cada um. Aposto que a segunda parte também vale a pena. Porque conta com um ingrediente extraordinário: Benicio del Toro no seu melhor.

Dêem-me Benicio del Toro todos os dias!

por Bad Girl, em 14.03.09

(O post também podia ter como título: "Estou-me nas tintas para os homens bonitos!")

 

Convenhamos

por Bad Girl, em 12.03.09

Um filme que valoriza a amizade entre um americano e um sírio não poderia ganhar um Oscar. Nem um. Richard Jenkins é um actor brilhante, mas teve azar. Entrou no melhor filme errado que se pode entrar. Concorreu com o actor Sean Penn (brilhante, como sempre) e com a máquina de marketing posta a funcionar para dar a Mickey Rourke um lugar que ele nunca deveria, sequer, ter tido a ousadia de sonhar. Tinha Brad Pitt e Frank Langella à sua frente. Richard Jenkins não é o tipo de actor que ganha Oscares. Richard Jenkins é um daqueles actores que desaparece nas personagens. Que já vimos em qualquer lado, cuja cara conhecemos, mas custa-nos lembrar o nome. E isso é, também (ou acima de tudo), o que faz um grande actor. E eu não sei se ele escolhe os bons filmes ou se são os filmes que ficam melhores com ele.

O discurso, pois então...

por Bad Girl, em 23.02.09

 

"I think that it is a good time for those who voted for the ban against gay marriage to sit and reflect and anticipate their great shame and the shame in their grandchildren's eyes if they continue that way of support."

Os Oscares, pois então...

por Bad Girl, em 23.02.09

Ontem contava no tempo a catrefada de anos cujos últimos domingos de cada Fevereiro foram passados em frente ao televisor, a ver a cerimónia dos Óscares. 17. Pois é, estou a caminhar para velha mas não é por isso que tenho mais juízo. Há de-zas-se-te anos consecutivos, trabalhe ou não no dia seguinte, lá estou eu plantada em frente ao aparelho a ver as estatuetas douradas a voar para as mãos dos "melhores". Foi no ano em que Sir Anthony Hopkins, Jodie Foster, Jonathan Demme, e o "Silence of the Lambs" de todos eles foram as surpresas da noite que comecei a ganhar o "bichinho". Durante este tempo todo uma coisa que me aborrecia de sobremaneira era a incapacidade que a Academia tinha de arranjar um apresentador à altura de Billy Cristal. Razão pela qual ele voltava de quando em vez. Falei mal da Whoopi, do Letterman, do Steve e quase cortei os pulsos quando vi o Chris Rock naquele papel. Baixei ligeiramente a guarda para Jon Stewart. Mas quem me apanhou totalmente de surpresa e me fez esquecer o Billy? Hugh Jackman, o one man show.


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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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