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Vou ali e já venho

por Bad Girl, em 26.04.09

 

Posts em automático

Caseirinho

por Bad Girl, em 07.03.09

(A quantidade de gente que cá vai chegar enganada pelas buscas de "vídeos caseiros"...)

 

Para fechar o tema neve e abrir um outro que se resume numa expressão popular ("Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és"), cá está o vídeo mais bem conseguido das férias. O rapaz que vêem segurar-se como se a própria vida dependesse disso ao "saca-rabos" era um estreante em matérias de ski. A menina que está a gravar o vídeo e que diz todas aquelas pérolas é uma semi-pro com muita capacidade didáctica (não discuto os métodos, claro...). O resultado, esse, chega a ser hilariante.

Para ouvir em local discreto. Vídeo aqui.

 

Questões de perspectiva

por Bad Girl, em 05.03.09

Cenário: Esplanada da estância (Mas ela não se cala com a neve??? Não, por enquanto não. Ou levam com a neve ou com o dói-dói no joelho), hora de almoço. Lugares vagos nas cadeiras da dita esplanada: zero. Lugares na neve: é só escolher. Alapada na neve, começo a mexer o rabo incessantemente, ora para um lado, ora para o outro. O colega do lado pergunta:

 - O que estás a fazer?

 - Estou a pôr as luvas por baixo do rabo, para não me sentar directamente na neve.

E a pergunta para 100.000 euros:

 - Queres as minhas?

O que ele realmente disse:

 - Eu sou um cavalheiro e cedo-te as minhas luvas.

O que eu ouvi:

 - Se calhar já punhas as minhas, com um rabo desse tamanho não achas que as tuas chegam, pois não?

 

Como tudo na vida, uma questão de perspectiva...

Já não se fazem gajos

por Bad Girl, em 01.11.08

 

E não vou terminar a frase com um "como antigamente" ou "como dantes". Não. Já não se fazem gajos. Ponto final. Ontem fechei de vez esta teoria. Voo de ligação Lisboa - Porto, os atrasos do costume, o chegar em cima da hora, a correria entre aviões, o check-in à pressa, o ligar para a boleia a avisar que vamos chegar à hora. Ou não, talvez esperemos minutos que se fazem horas fechados num autocarro que nos transfere de avião em avião. Mochila com o portátil às costas, mega carteira ao ombro, cachecol a fugir pelos dedos e telefone ao ouvido, irrompo autocarro adentro. O rapaz simpático com o belo sorriso e olhos verdes (que a Bad Mum certamente descreveria como tendo um "ar limpinho") cedeu-me o lugar dele. Trocamos olhares e sorrisos e não trocamos números de telefone porque eu ainda sou uma moça um bocado antiga em algumas merdas e acho que só damos números de telefone a quem nos pede ( e nem sempre, claro está). Apesar de ter uma noção exacta que não estava num dos meus melhores dias: tinha-me levantado cedo, estava cansada, adoentada, tinha apanhado chuva, e tinha (tenho) a cara carregada de borbulhas, manifesta reclamação da minha pele às iguarias italianas, ele não parava de trocar olhares comigo. Saída rumo ao avião, encolho os ombros ao passar por uma das filas da frente. Ele sorriu, fez cara de lamento e acompanhou-me com o olhar até ao lugar lá mais para o meio, que me havia sido destinado ainda em Milão. Chegados ao Porto planeei um encontro imediato no tapete das bagagens. Pus-me a jeito para uma abordagem (sim, que meter conversa não é muito a minha área, mas ninguém se mete a jeito como eu...). Sentei-me ao anúncio dos 4 minutos em falta para a chegada da mala e enviei um sms à boleia. Até que o inesperado aconteceu... 

O rapaz, que estava estrategicamente parado à minha frente, começa a andar com o carrinho para trás e para a frente, a dar voltinhas, paragens bruscas e voltas inesperadas.

Pensei que estaria louco ou que queria dar nas vistas.

Mas não. Avistando a curta distância um funcionário que empurrava uma fila de carrinhos ele interpela-o. Traz com ele um novo carro e o funcionário. E ouço-o reclamar:

 - Vê? Este tem aqui um desvio na roda da frente!

O quê?

Um desvio na roda da frente?

Depois disso só sei que a minha mala chegou em segundo lugar. Eu pego-a à força, respondo-lhe "Não, obrigada!" ao cavalheiresco "Precisa de ajuda?" que chegou no timming planeado, mas agora já completamente fora de contexto, e corro Aeroporto fora com a minha já muito gasta ( e com uma roda estragada) mala. E agradeço ao Universo a mensagem de alerta que me enviou.

 

[E venham lá dizer agora que o blogue é tão fútil que eu faço um post sobre gajos e borbulhas! E que deixo de achar um gajo interessante apenas e só porque ele é um picuinhas de primeira ordem. Venham deixar comentários zangados com as palavras que eu gasto para falar de coisas tão superficiais... Gosto tanto de gentinha preocupada com o rumo que toma o tom da blogosfera... Gosto mesmo. Tanto, que nem sequer lhes publico os comentários... Ficam só para mim, que eu sou uma gaja fútil e egoísta! E com conceitos de democracia muito próprios.]

 

Vamos lá a isso!

É na Galleria Vittorio Emanuele? É sim, senhor. É em frente à Prada? É sim senhor. Estão centenas de pessoas constantemente a passar? Mal seria se não... É superstição? Pois claro que sim. E tu fizeste isso exactamente porquê?

Porque... sim!

 

Se vierem a Milão, não se esqueçam: toca a rodar em cima do touro. Azar não deve trazer, certo?

Nas viagens...

por Bad Girl, em 28.10.08

 

Percebemos que as coisas continuam, nos locais que deixamos para trás.

Que o Mundo e a vida não se suspendem a aguardar o nosso regresso.

Que somos capazes de estar longe.

Que a vida não se compadece com a nossa distância.

É como descobrir que conseguimos respirar debaixo de água, mas que nada está igual quando voltamos à tona.

 

Sorrir perante essa realidade é gozar de algum desprendimento. Que não se aprende. Que não é fácil de ganhar. Mas é uma sensação inigualável...

 

 

Primo giorno a milano

por Bad Girl, em 27.10.08

 

Viajar num Embraer dá-me sempre aquela sensação de que sou eu mais cerca de 100 amigos que vamos para qualquer lado. Viajar num avião atrasado traz-me sempre à lembrança que as companhias aéreas fazem o que querem do tempo e da vida das pessoas. Se, a somar a isso, nem o Comandante Antunes nem o resto da tripulação pedem desculpa pelo pequeno atraso de uma hora e meia, eu sei que estou na TAP.

 

Chegada a Malpensa, um aeroporto que fica além do local onde Judas perdeu as botas, fiquei a pensar porque raios tinha eu ficado tão bem impressionada com as pessoas daqui na minha primeira visita à cidade. Lembro-me de ter entrado num táxi e ter achado o taxista um charme. Lembro-me que ele estava vestido como se fosse a um evento importante a seguir. Lembro-me que eram todos assim. Mas ontem não. E deve ser essa uma das diferenças entre aterrar em Malpensa ou aterrar em Linate. Essa e cerca de € 75,00 de conta final.

 

O moço tinha cara de totó e eu estava convencida que ia demorar uma eternidade a chegar ao Hotel. Claro que percebi que ele não era assim tão atado quando me disse qualquer coisa em italiano puro e terminou com um “bella”. Não percebi, encolhi os ombros e cheguei à conclusão que ele me tinha dito: “Vamos só ali dar a volta por Turim, que aqui está muito trânsito, bella!”. Mas não. Piloto de Fórmula 1 frustrado, o Luigi manteve o ponteiro quase sempre colado nos 160 quilómetros/ hora, velocidade bastante aceitável para se atingir à noite, quando se transporta um estranho. Já não me lembrava de ver a morte assim tão de frente desde que andei de táxi em Roma.

 

Está frio. A cidade é cinzenta. Maldita memória poética que guardo das coisas. Onde é que estão as pessoas lindas de morrer que eu vi quando estive cá, há 5 anos atrás? Onde está a sensação de entrar em qualquer lado e ficar com a ideia de que estou a entrar numa agência de modelos? Onde estão as pessoas que vão à padaria arranjadas como se fossem encontrar o homem ou a mulher das suas vidas? Terá a cidade mudado assim tanto? Estarei a ir aos locais errados? Terei eu uma visão menos deslumbrada das coisas e das pessoas? Terei ganho (ainda mais) cepticismo? Não sei. Só sei que a cidade não tem o encanto da primeira vez. Mas, pensando bem, é assim com tudo, não? 

 

Cuidado com ela!

por Bad Girl, em 27.10.08

 

Por ela entenda-se EU!

Depois de um inglório dia de buscas por toda a cidade de Milão sem encontrar o Zé ou o Ricardo, chego ao Hotel para me deparar com comentários infelizes de quem nada mais tem para fazer do que isso: deixar comentários infelizes em blogues alheios.

Tendo isto em conta, e não tendo aqui uma cozinha ao pé para dar largas aos meus dotes culinários, fiz algo que não me é habitual: respondi a comentários. Mas logo, depois de sair para ir jantar a um belo restaurante italiano e depois de comer muita mozzarella di bufala, ainda tenciono deixar aqui um post sobre as primeiras 24 horas em Milão.

Mais uma viagem, mais umas milhas...

por Bad Girl, em 25.10.08

 

Lá pelo Burgo acham que me vão mandar para Milão para trabalhar.

Na verdade, o meu objectivo é outro.

Trazer, custe o que custar, o Zé e o Ricardo de volta.

Se for preciso implorar, eu imploro.

Se for para chorar, eu choro.

Se for para pedir com jeitinho... Que se lixe, eu peço!

Mas não saio de lá sem eles!

 

 

Eu cá estou de malas aviadas

por Bad Girl, em 18.09.08
E terei de estar fora uns dias. De qualquer forma, deixei aqui uns posts em piloto automático. O único problema é que a moderação de comentários só poderá ser feita aquando do meu regresso ou num qualquer cyber café.


Mais sobre mim

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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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