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Vamos lá a isto, que é uma pressinha e eu estou com a sensação de coisa feita pela metade. As suportes. Arrumo já aqui com Jason Leigh e Rooney Mara. Estão muito bem? Estão, é certo. A Jennifer dá nojo e raiva e a Rooney dá pena e nervos. Missão cumprida, sem grandes brilhos nem enormes desempenhos. Não gostei do "Carol" e achei o "The Hateful Eight" mais um filme de relativo entretém. É certo que é isso que é suposto ser o cinema, e se não tivesse tido de esperar dois anos por ele talvez achasse aquilo uma preciosidade, mas depois de tanta corte, o "namoro" esteve muito longe de me encher as medidas. De Kate Winslet já se sabe, há que esperar sempre coisas boas, mas ela só ganha o Oscar se quiserem fazer uma reunião do Titanic na missão de pagarem contas antigas. Como a ela não devem coisa nenhuma, pode ser que fique já aqui arrumado o assunto. A meu ver, e eu posso estar a ver mal, a coisa há-de dar-se entre a Vikander e a Rachel McAdams. Duas nomeadas de primeira viagem, uma actriz que não é principal não se sabe bem porquê (claro que se sabe) Vikander tem tanto tempo de filme e tanta importância na história como Redmayne, já McAdams é aquilo que nos habituou: boa, muito boa. Arrisco na Vikander, que dá luz àquele filme, mas aceito bem que ganhe Rachel McAdams, que se torna na surpresa, se houver uma.
Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!