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Bad sugere...

por Bad Girl, em 11.05.10

 

... que vão ao shopping e deitem dinheiro fora. Mesmo.

 

Vão ao Mar Shopping. Pegam numa moeda. Ou em duas. Ou em vinte, vocês é que sabem, e atiram para o lago que está junto à entrada principal. Tudo o que for "depositado" no lago durante o ano de 2010 será entregue à associação Animais de Rua.

Depois podem ir esbanjar dinheiro à vontade em coisas para vocês. Com a minha bênção.

Fim-de-semana fantástico!

por Bad Girl, em 09.10.07

É o que se prevê.
Para além do nascimento anunciado do meu afilhado, imaginem lá quem vem passar o fim-de-semana cá a casa???

Imaginem...
*
*
Não, não é esse...
*
*
Oh, acham?
*
*
Vá, é tão fácil...
*
*
Bem, estou a ver que não chegam lá...
*
Rudolfo, o cão maravilha. Já é sábado? Falta muito??

Bad dog já tem casa...

por Bad Girl, em 22.08.07

... e nome!
Ainda envergonhados pela última visita à minha casa, que culminou numa alça desprendida de um corpete caro, os pais do E. aceitaram novo convite para vir jantar cá a casa. Aposto que a L. e o T. acharam que eu me tinha arrependido de não ter posto o corpete na conta deles. Mas não. Eu guardo sempre os trunfos nas mangas, para um dia mais tarde. Há-de sempre haver qualquer coisa à qual eu preciso que não me digam "não". Eis que é chegada a hora. Apesar de o resto do "Gang da lingerie" não estar, não depositei a minha confiança no pequeno vândalo, e tranquei a minha lingerie num sítio seguro, não fosse o diabo tecê-las (ou o diabrete estragá-la). Se o pirralho quer vestir lingerie cara, que experimente vestir a da mãe. Aqui a "tia" já deu para esse peditório.

Plano:
Eles chegam cá a casa, o puto maravilha-se com o cão, eu insinuo que eles, tendo uma vivenda com jardim podiam ficar com ele, eles refutam a ideia, debatem-se, eu tenho o puto do meu lado, ainda menciono en passant a história do corpete, e eles acabam por ceder.
Claro que o bicho ia mostrar-se renitente em sair daqui de casa, afinal eu sou a sua rainha, mas em dois ou três dias esquecia-me e tinha alguém para brincar, espaço, condições...

As coisas correram um bocadinho ao lado. Ou seja, pelo melhor. O puto ficou histérico com o cão. Mal eu disse que tinha de lhe arranjar um lar, o T. saltou da cadeira e disse que queria, que queria. A L. hesitou, mas eram os seus dois homens a pedir. O cão, que agora se chama Rudolfo (eu baptizei, na qualidade de madrinha), ainda olhou para mim com ar triste, à saída. O E. segurava-o nos braços, num misto de incredulidade e medo que eu me arrependesse. Eu sabia que não me podia arrepender. Há separações que são inevitáveis. Já sei que ele se portou bem no carro, e começou a fazer o reconhecimento à casa toda mal chegou. O E. não o larga, o T. está mais excitado que o pequenito, e a L. acomodou-se alegremente à ideia. O Rudolfo, esse, vai ter uma vida feliz. E já no próximo Sábado vai contar com uma visita da sua magnífica heroína. Presumo que as minhas saudades são mais do que as dele. Já estava a habituar-me a tê-lo por cá.
Agora vou confiar-vos um segredo: anda ali um gatinho no jardim que ainda vem parar cá a casa. Bad a salvar o Mundo, um animal de cada vez...

Férias em velocidade cruzeiro...

por Bad Girl, em 20.08.07

O cão continua por cá. Acho que tenho uma bela família adoptiva para ele, mas sobre isso falaremos mais tarde.
O JB continua a exercitar o seu dedo oponível em sms. Hoje foram três, dois dos quais certamente roubados num daqueles livros "Como escrever sms perfeitos...".
E pronto, agora vou ao cinema. Enfrentar um shopping pejado de senhores que falam francês não é fácil, mas a companhia justifica.
Não, não é o JB. Uma rapariga tem de manter as suas opções em aberto...

Novidades do mundo canino...

por Bad Girl, em 18.08.07
Não temos.
Hoje fomos passear ali ao jardim. Ele porta-se mesmo muito bem, é super inteligente e lindo de morrer. Lamentavelmente, tenho de lhe fazer o mesmo que faço aos outros machos que entram na minha vida... despachá-lo para os braços de outrem.

Hipótese 1, os pais:
Solução ideal. Ficava em família, eu sabia que ele ia ter espaço e ia ser muito bem tratado, e eu podia vê-lo quando quisesse.
Bad - Mãe, nem sabes o que aconteceu ontem...
Mãe Má - Então, filha?
Bad - Estava eu a chegar a casa, e um cão veio atrás de mim ...
Mãe Má - Outro, filha? Não me digas que o levaste para casa...
Bad - Oh mãe, ele é tão lindo...
Mãe Má - Mas tu não tens vida nem casa para ter um cão.
Bad - Por isso é que eu te estou a ligar...
Mãe Má - Nem penses, Bad, tu já sabes que essa comigo não cola. Se fosse a deixar-te trazer cá para casa tudo quanto é bicho que tu queres salvar, eu e o teu pai já nem quarto tínhamos!
Bad - Oh, mãe, fala com o pai. Decidam juntos. Ele é educado, pequeno, lindo, esperto...
Mãe Má - Com o teu pai? Ele é pior que tu...
Depois de sofrer a perda de dois membros da família nos últimos 15 anos, aceito bem o facto de a minha mãe não querer apegar-se a outro...
**Hipótese 1 já lá vai**

Hipótese 2, o ex da prima:
Mora no mesmo condomínio, tem um terraço gigantesco e é já ali, para eu dar um pulinho e espreitá-lo. Talvez não dê porque ele já tem dois...

Hipótese 3, o doutor do rés-do-chão:
A possibilidade de ir à varanda e poder vê-lo sempre naquele terraço deixa-me encantada. Para não falar nas visitas constantes cheias de saudades que eu posso fazer... Talvez não dê, já que não são propriamente estreitas as nossas relações...

Hipótese 4, esperar que a 2 ou a 3 não falhem. Não tenho mais nada em vista, neste momento...

Doggy style

por Bad Girl, em 18.08.07

(a quantidade de visitas que eu vou ganhar graças a este título!!!!!!)

Mas não, mais uma vez o post não é sobre sexo. É sobre um belo exemplar de canídeo que decidiu ontem entrar na minha vida. Na vida eu não me importava. O problema é que também entrou na minha casa.
Depois de verificar que a única coisa que eu tinha para jantar seriam cereais e iogurtes, e como este era o primeiro dia de férias, achei por bem juntar-me ao jantar de uns amigos.
Chegada a casa, ao tentar abrir o portão da garagem, o comando acusou falta de pilha. Lá vem ela de novo para a porta principal, e para os lugares exteriores. Estacionei, saí do carro, e eis que ele se dirige a mim. Tinha ar de cachorro abandonado (talvez por ser mesmo), estava sujo e tinha uns olhos suplicantes por atenção (ou então era eu que já estava a ver tudo meio atravessado, afinal já passava das quatro da manhã, e eu tive uma semana de cão - o parvo do trocadilho, mas tinha de ser...). Sentou-se ao meu lado enquanto eu abria a porta, e eu repetia para mim "Não olhes para ele, não olhes para ele, não olhes para ele...", o que não adiantou nada. Eu olhei. E eis que ele salta e abana o rabo e eu fico quase, quase apaixonada. Mal abro a porta, o espertinho entrou e sentou-se à porta do elevador. Nem estava a acreditar! Eu gosto de cães. Quer dizer, eu adoro cães. E este é lindo. E esperto. Tanto, que me deixou sem poder de reacção. Lá veio ele no elevador, saiu, seguiu-me, chegamos a casa e ele sentou-se em frente ao frigorífico...
Pois tens fome, mas cá em casa só há iogurtes e cereais... Escolheste muito mal a tua vítima! Ele olhava para mim com a cabeça inclinada, como se tentasse descortinar o que a humana dizia...
E agora vais tomar banho, não há comida para ninguém.
Tanque da roupa com ele (eu sabia que aquilo ainda ia ter alguma utilização), fui buscar o meu champô (deve ser o único cão no Mundo a tomar banho com champô da Clinique... quer dizer, aquele rato que anda sempre ao colo da Paris Hilton também não deve ficar atrás... - outro trocadilho, desta vez com o título), e vai de dar banho. A pobre criatura teve de tomar banho em 4 águas para ficar limpo... Nisto, já quase fazia dia, e eu decidi dar o pequeno-almoço à criatura. A voracidade com que comeu as tostas, as bolachas, e bebeu o leite mostravam que eu tinha tomado a atitude certa em deixá-lo entrar na minha casa.
Com o estômago composto e a cheirar a champô caro, o canídeo quis dormir. Achou que o tapete da sala era o sítio ideal (oh, não!), e foi-se deitar. Quase vencida pelo cansaço, eu também fui. Hoje ia ser um novo dia, e eu ia encontrar uma solução para o meu novo amigo.
*
O puto do cão quer madrugar!
Eram dez horas, e ele já dava sinais de vida... Não, afinal não era ele. Era uma mensagem no telemóvel (esta estupidez de ter as mensagens a ladrar!...)
Levantei-me para o encontrar deitado no chão fresco da cozinha. Levantou-se mal me viu, para saltar e lamber-me as mãos. Pôs-se sentado à porta da entrada. E saímos. Pelo sim, pelo não, eu levei um saquinho.
*
Fomos ao veterinário aqui ao lado.
Ele está bem tratado...
**Claro que está, anda a tomar banho com champô de €25,00**
Deu-lhe uma pica, pelo sim, pelo não, disse que ele ainda era novo, e comprovou aquilo que eu já sabia: tinha sido abandonado. Não me cobrou pela vacina, nem pelos dois sacos de comida, e disse que devia haver mais pessoas como eu (como eu? Está louco, mas não sou eu que lhe vou dizer nada!). E ainda me (lhe) ofereceu uma coleira de pulgas.
E cá estamos os dois em casa. Alimentado e feliz, está aqui a olhar para mim, olhos doces e meigos, enquanto escrevo e faço contas de cabeça para perceber o futuro dele. Não posso ter um cão neste minúsculo apartamento. Não era justo para ele. Tenho de lhe arranjar uma casa antes do meu fim de férias, que assim decidiram começar...


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Ao contrário da maior parte das pessoas, não vou pôr-me com falsas modéstias: sou gira, sou inteligente, sou interessante. Mas também sou Má... como todas as mulheres, não é? Como perceberão com as leituras, e como este é um reflexo de mim, naturalmente tenho um blog bipolar!

 

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