
Não temos.
Hoje fomos passear ali ao jardim. Ele porta-se mesmo muito bem, é super inteligente e lindo de morrer. Lamentavelmente, tenho de lhe fazer o mesmo que faço aos outros machos que entram na minha vida... despachá-lo para os braços de outrem.
Hipótese 1, os pais:
Solução ideal. Ficava em família, eu sabia que ele ia ter espaço e ia ser muito bem tratado, e eu podia vê-lo quando quisesse.
Bad - Mãe, nem sabes o que aconteceu ontem...
Mãe Má - Então, filha?
Bad - Estava eu a chegar a casa, e um cão veio atrás de mim ...
Mãe Má - Outro, filha? Não me digas que o levaste para casa...
Bad - Oh mãe, ele é tão lindo...
Mãe Má - Mas tu não tens vida nem casa para ter um cão.
Bad - Por isso é que eu te estou a ligar...
Mãe Má - Nem penses, Bad, tu já sabes que essa comigo não cola. Se fosse a deixar-te trazer cá para casa tudo quanto é bicho que tu queres salvar, eu e o teu pai já nem quarto tínhamos!
Bad - Oh, mãe, fala com o pai. Decidam juntos. Ele é educado, pequeno, lindo, esperto...
Mãe Má - Com o teu pai? Ele é pior que tu...
Depois de sofrer a perda de dois membros da família nos últimos 15 anos, aceito bem o facto de a minha mãe não querer apegar-se a outro...
**Hipótese 1 já lá vai**
Hipótese 2, o ex da prima:
Mora no mesmo condomínio, tem um terraço gigantesco e é já ali, para eu dar um pulinho e espreitá-lo. Talvez não dê porque ele já tem dois...
Hipótese 3, o doutor do rés-do-chão:
A possibilidade de ir à varanda e poder vê-lo sempre naquele terraço deixa-me encantada. Para não falar nas visitas constantes cheias de saudades que eu posso fazer... Talvez não dê, já que não são propriamente estreitas as nossas relações...
Hipótese 4, esperar que a 2 ou a 3 não falhem. Não tenho mais nada em vista, neste momento...